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Dados mostram que 94% dos brasileiros consideram muito importantes que os estabelecimentos do setor tenham rampas de acesso, banheiros adaptados ou elevadores

Pensar em acessibilidade para pessoas com deficiência se tornou um diferencial relevante para empresas de diferentes portes, segundo a Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). Dados da entidade mostram que 94% dos brasileiros consideram muito importantes que os estabelecimentos do setor tenham rampas de acesso, banheiros adaptados ou elevadores.
No entanto, bares e restaurantes acessíveis vão além das adaptações físicas do espaço, considerando que 7,3% da população do país — cerca de 14,4 milhões de brasileiros — têm algum tipo de deficiência, seja ela visual, auditiva, motora ou intelectual.
Na visão da Abrasel, ignorar condições para essas pessoas significa a perda de clientes e o enfraquecimento da reputação do negócio.
Cabe destacar também que a adequação se trata de uma medida legal. A Lei nº 13.146, de 2015 estabelece o Estatuto da Pessoa com Deficiência, que garante a acessibilidade necessária ao grupo. Empreendimentos que não seguirem as regras se tornam elegíveis a multas e processos.
Pensando nisso, a associação defende que há medidas que podem ser tomadas pelos estabelecimentos para incluir esse público.
As recomendações vão desde os aspectos estruturais dos bares e restaurantes até fatores relacionados ao atendimento.
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Segundo a Abrasel, um dos pilares da inclusão em bares e restaurantes é entender que existem diferentes tipos de deficiência e as equipes devem se adaptar a cada uma delas.
No atendimento a pessoas com deficiência visual, por exemplo, “pequenas atitudes como se identificar e descrever o ambiente fazem toda a diferença na experiência do cliente”, destaca a associação.
As recomendações incluem a descrição do cardápio e preços. Para estabelecimentos com menu online — que tem a possibilidade de o cliente acessar pelo celular e usar o assistente de voz — é importante disponibilizar o QR code em alto relevo.
Medidas de segurança também devem ser tomadas, como sinalizações táteis para saídas de emergências.
Já no atendimento a pessoas com deficiência auditiva, o ideal é ter pelo menos um funcionário no local que tenha conhecimento sobre a Língua Brasileira de Sinais (Libras). Por isso, uma possível iniciativa é oferecer capacitações para os funcionários, mesmo que seja em cursos online e gratuitos.
Caso ainda não haja esse atendimento, a Abrasel destaca a importância da articulação física e o uso da escrita, seja em papel ou em meios digitais como celulares e tablets.
“Nem toda pessoa com deficiência auditiva se comunica da mesma forma. O essencial é perguntar como ela prefere se comunicar”, diz a associação.
Para deficiência motora ou mesmo em casos de mobilidade reduzida, o foco está tanto no espaço físico quanto no atendimento da equipe.
Ambientes com boa circulação, sem obstáculos e com mesas acessíveis são indispensáveis.
É importante ter rampas com inclinação adequada, corrimão e piso antiderrapante, portas com largura mínima de 80 centímetros, mesas de 75 centímetros com espaço livre embaixo para acomodar cadeiras de rodas, além de banheiros acessíveis.
O atendimento também precisa ser planejado. A associação destaca que boas práticas incluem nunca apoiar na cadeira de rodas do usuário, ajudar somente com autorização e garantir que não haja bloqueios na passagem.
No caso de pessoas com deficiência intelectual, a Abrasel reforça que é importante evitar excesso de informações ao mesmo tempo, a pressa no atendimento e linguagem complexa.
Pessoas dentro do espectro autista (TEA), por exemplo, costumam ter maior intolerância a sons e sensibilidade a luz. Pensando nisso, uma indicação da associação é priorizar luz indireta, evitar luzes piscantes e usar lâmpadas com ajuste de intensidade.
Outro ponto essencial é sempre falar diretamente com o cliente, e não com acompanhantes.
De acordo com a Abrasel, o respeito à autonomia deve estar no centro do atendimento. Ignorar a pessoa com deficiência, infantilizá-la ou tratá-lo como incapaz de decidir por si só são erros comuns que comprometem a experiência e a reputação do estabelecimento.
A associação de bares e restaurantes reforça que estabelecimentos inclusivos se destacam, fidelizam clientes e têm reputação positiva.
Além das adaptações no espaço, a Abrasel defende que os empreendedores treinem suas equipes para reforçar o bom atendimento. Outra iniciativa importante é a informação nas redes sociais, com a sinalização na internet de que o espaço é inclusivo.
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