Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Carolina Gama

Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.

COPO MEIO CHEIO

Cessar-fogo de papel e conta que não fecha: as economias globais caminham no escuro, mas o investidor não

Apesar das incertezas com relação à evolução do conflito no Oriente Médio e à consequente sombra sobre a trajetória da inflação e dos juros no mundo, os investidores têm um caminho claro a seguir

Carolina Gama
8 de abril de 2026
18:44 - atualizado às 19:14
petróleo conflito israel irã oriente médio
Imagem: theasis/ iStock

O mercado até tentou respirar, mas o oxigênio é escasso. Embora o anúncio de um cessar-fogo entre EUA e Irã tenha retirado o gatilho imediato do pânico, o acordo tem a espessura de uma folha de papel. Menos de 24 horas após a trégua, o tráfego de petroleiros pelo Estreito de Ormuz teria sido interrompido na esteira dos ataques de Israel ao Líbano

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E mesmo que os canhões tenham silenciado hoje em conformidade com o combinado entre Washington e Teerã, a cicatriz econômica está exposta: cadeias de suprimentos rompidas, um petróleo que recusa a estabilidade e o fantasma de uma inflação global que mantém os juros em patamares restritivos por muito mais tempo do que o investidor gostaria. 

Matheus Spiess, analista da Empiricus Research, diz que as duas semanas de cessar-fogo abrem espaço para alguma normalização da situação, mas não significam o final do conflito ou a ausência da escalada retórica e de tensões.

“Isso não vai acabar aqui. Podemos ter novos episódios dessa guerra. E um outro ponto a ser observado é o legado desse conflito, uma ‘sujeira’ que teremos que limpar nos próximos meses, a exemplo da herança inflacionária e do prêmio de risco geopolítico. Isso tudo veio para ficar, é uma nova realidade, de um mundo mais fragmentado”, afirma.

A principal pressão da guerra veio do petróleo, que flertou com os US$ 120 o barril em um dos maiores choques de preços da commodity da história. No centro do conflito entre os EUA e Israel com o Irã está o Estreito de Ormuz — um ponto de estrangulamento por onde passa cerca de um quinto da produção global de petróleo. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“A direção futura dos preços e, consequentemente da inflação, dependerá da transformação das negociações de cessar-fogo em um acordo duradouro, e em uma normalização sustentada dos fluxos pelo estreito, com a volatilidade persistindo durante as conversas”, disse Ewa Manthey, estrategista em commodities do ING Group.

Leia Também

Mais cedo, o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, afirmou que o cessar-fogo em vigor não representa o fim da campanha militar e que o país ainda pretende atingir novos objetivos, inclusive com a possibilidade de retomada dos combates.

"O cessar-fogo não é o fim, mas uma etapa no caminho para alcançar todos os nossos objetivos", disse ele, lembrando que o acordo de cessar-fogo não inclui o Hezbollah, sinalizando a continuidade dos ataques no Líbano.

As declarações ocorrem em meio à escalada de tensões no Oriente Médio, após autoridades iranianas acusarem Israel de violar a trégua e prometerem resposta, enquanto a Guarda Revolucionária Islâmica (IRGC) fala em resposta pesada a ataques no Líbano. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O fim da guerra não é o fim dos problemas 

Ainda que a diplomacia tenha ganhado uma batalha, a economia global continua perdendo a guerra contra os preços. 

A fragilidade do acordo entre EUA e Irã mantém o prêmio de risco elevado e a logística global sob estresse. Para os bancos centrais, significa enfrentar a resiliência da inflação e a necessidade de manter os juros altos para conter danos colaterais. 

“EUA e Irã anunciaram um cessar-fogo temporário, mas as incertezas persistem no Oriente Médio. Os preços do petróleo ainda sobem cerca de 50% no ano, pressionando a inflação ao redor do mundo. As taxas de juros provavelmente serão mais altas do que as projetadas anteriormente”, disse o time da XP liderado pelo economista-chefe, Caio Megale.

A corretora revisou nesta quarta-feira (8) a projeção para a cotação do petróleo Brent — usado como referência internacional, inclusive pela Petrobras (PETR4) — de US$ 60 para US$ 90 o barril para 2026 e US$ 80 para 2027.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Hoje, tanto o WTI — usado como referência pelos EUA — como o Brent operaram abaixo de US$ 100 o barril, com quedas de mais de dois dígitos.

“É improvável que os mercados de petróleo retornem à tendência pré-guerra de excesso de oferta e queda nos preços, mesmo que o Estreito de Ormuz siga reaberto”, afirma o time da XP.

No início da tarde, a porta-voz da Casa Branca, Karoline Leavitt, negou a reportagem da agência estatal iraniana Fars indicando que o tráfego de petroleiros por Ormuz havia sido interrompido após os ataques israelenses ao Líbano. 

“Vimos um aumento do tráfego no estreito hoje, e reiterarei a expectativa e exigência do presidente [Donald] Trump de que o Estreito de Ormuz seja reaberto imediatamente e com segurança”, afirmou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo especialistas e profissionais do setor, o tráfego de petroleiros por Ormuz não aumentou além do fluxo lento que a passagem vinha experimentando durante a guerra. 

Spiess, da Empiricus, lembra ainda que o Irã pretende colocar um pedágio sobre a passagem por Ormuz, "consolidando seu domínio sobre o estreito, que é fundamental para o mundo".

"Podemos estar assistindo a um novo equilíbrio de forças no Oriente Médio e, consequentemente, para as cadeias de produção em nível internacional”, afirma.

Juros e inflação nos EUA, na Europa e na China 

A frágil trégua entre EUA e Irã não afastou as incertezas para a economia global e, consequentemente, para a política monetária.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Um estudo recente do Fundo Monetário Internacional (FMI) estima que cada 10% de alta nos preços da energia adiciona cerca de 0,5 ponto percentual (pp) à inflação global. 

Com um choque de 40% a 70%, estamos falando de 2 a 3,5 pp adicionais de inflação no mundo — o suficiente para paralisar os ciclos de corte de juros do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) e do Banco Central Europeu (BCE).  

Segundo Luiza Paparounis e Francisco Lopes, analistas do BTG Pactual, mesmo antes do choque de energia, já havia um espaço limitado para cortes adicionais de juros nos EUA. Eles, no entanto, descartam a retomada do aperto monetário por conta dos efeitos da guerra. 

“Com a incorporação do choque energético, vemos poucos fundamentos para cortes de juros nos EUA ao longo de 2026. Ainda assim, não enxergamos, neste momento, espaço para discussão de alta de juros, especialmente se considerarmos o potencial impacto do aperto das condições financeiras no crescimento econômico”, afirmam.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A ata da reunião de março do Fed, divulgada nesta quarta-feira (8), mostrou que os membros do comitê de política monetária (Fomc, na sigla em inglês) ainda esperavam reduzir os juros este ano, mesmo com um alto nível de incerteza devido à guerra no Irã e às tarifas. 

Na zona do euro, a situação é mais delicada devido à elevada dependência de petróleo e gás importados. O BCE enfrenta o risco de uma transmissão rápida dos custos energéticos para os salários e para o setor de serviços, o que, segundo o BTG, torna a discussão sobre novas altas de juros um cenário fundamentado e dependente da evolução do conflito.

Já na China, o impacto direto tende a ser mais moderado, segundo o BTG, já que o país mantém acesso ao petróleo iraniano e possui uma matriz energética diversificada, o que garante maior proteção ao choque. O Seu Dinheiro fez uma matéria especial sobre o assunto e você pode conferir aqui os detalhes

Brasil e o temor dos juros altos por mais tempo 

Com ou sem trégua, o Brasil é um caso único nesse conflito: ao mesmo tempo exportador de petróleo — um potencial benefício — e altamente vulnerável a fertilizantes e intervenção política — um risco real e imediato. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Brasil é o 7º maior produtor mundial de petróleo, e a Petrobras captura diretamente o upside de preços maiores. Em tese, um Brent a US$ 120 deveria ser ótimo para o balanço da empresa e para as receitas de royalties do governo. 

O problema é que, com o Brent acima de US$ 100, o governo passou a subsidiar o diesel abaixo do preço de paridade internacional, discutir a reestatização da Refinaria de Mataripe e um conjunto de medidas provisórias (MPs) que sinalizam retorno à política intervencionista de preços. 

O ponto mais preocupante para o Brasil, no entanto, é outro: fertilizantes. O País é o maior importador mundial de fertilizantes, dependendo de importações para 80% do consumo, com quase metade dessa importação transitando pelo Estreito de Ormuz. 

“Uma crise prolongada pode elevar os custos dos insumos agrícolas em 30% a 50%, ameaçando a lucratividade do agronegócio, o motor da economia brasileira, e pressionando o IPCA [índice de preços ao consumidor amplo] pela via de alimentos”, diz a TAG Investimentos na carta de abril, divulgada nesta quarta-feira (8). 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No câmbio, o real enfrenta pressão dupla: de um lado, commodities altas — favoráveis ao exportador; de outro, aversão ao risco global e incerteza nos emergentes — favorável ao dólar.  

“Para a política monetária, o Banco Central havia iniciado um ciclo de corte da Selic, mas a inflação importada via energia e fertilizantes pode forçar uma pausa precoce ou até uma reversão do ciclo. Os juros altos por mais tempo que os países desenvolvidos temiam agora também rondam o Brasil”, diz a TAG.  

Neste contexto, a XP elevou a projeção para o IPCA de 2026, de 3,8% para 4,8%, refletindo os efeitos diretos e indiretos (principalmente via alimentos) do aumento do custo de combustíveis e energia. 

Para 2027, a corretora manteve a projeção em 4,0%, uma vez que incorporou uma resposta de política monetária — menos cortes de juros neste ano — e uma taxa de câmbio mais valorizada.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“O choque de oferta em uma economia aquecida, com expectativas de inflação acima da meta, requer uma resposta da política monetária”, diz o time da XP.

Com relação à Selic, a corretora aumentou a projeção ao final de 2026, de 12,75% para 13,50%.

“Acreditamos que o Copom reduzirá os juros básicos em mais 0,25 p.p. em abril e 0,50 p.p. em junho e agosto, seguido de uma pausa para avaliação. Consideramos haver espaço para que a Selic se aproxime do nível neutro em 2027, condicionada à implementação de reformas fiscais no próximo mandato presidencial”, afirma.

Faria Lima em apuros: fundos sofrem com Trump e aposta errada na Selic

As saídas para o investidor 

Ainda que o cessar-fogo entre EUA e Irã seja frágil e que a economia global ainda vá lutar contra as “sujeiras” da guerra por algum tempo, o investidor tem saída.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para Fábio Murad, sócio e fundador da Ipê Avaliações, a inflação mais alta, impulsionada por energia, exige uma abordagem mais disciplinada e seletiva por parte dos investidores.

“Nesse contexto, os ETFs ganham relevância como instrumento de alocação, por oferecerem diversificação imediata, liquidez e eficiência de custo em momentos de maior incerteza. Eles permitem exposição a setores beneficiados pelo ciclo, como energia e commodities, ao mesmo tempo em que facilitam estratégias mais defensivas e globais, reduzindo riscos específicos e ajustando rapidamente o portfólio diante de mudanças no cenário macroeconômico”, afirma.

O Seu Dinheiro fez uma matéria especial sobre como o investidor pode capturar ganhos com o setor de segurança e defesa via ETFs e você pode conferir a tese de investimentos aqui.

Gabriel Padula, CEO do Grupo Everblue, chama atenção para os multimercados. Segundo ele, a crise com o Irã reforçou que os fundos que melhor performam em momentos de estresse são os que têm gestão ativa e proteção em ativos como dólar, juros e commodities.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“A alta do petróleo e a aversão global ao risco criaram um ambiente em que posições bem calibradas em câmbio e energia funcionaram como proteção natural, compensando perdas em bolsa e ativos de maior beta. Esses fundos conseguiram amortecer perdas e, em alguns casos, manter ganhos no ano, enquanto estratégias mais expostas à renda variável sofreram mais”, afirmou.

Segundo ele, como a volatilidade deve continuar, com impactos sobre inflação e juros, o investidor deve ser ainda mais seletivo.

“Nesse cenário, o crédito estruturado ganha espaço. Fundos como FIDCs, por estarem ligados à economia real e gerarem fluxo previsível, tendem a oferecer maior estabilidade e menor correlação com choques externos”, disse Padula. 

“Para o investidor, a combinação entre multimercados bem geridos e crédito estruturado aparece como uma estratégia mais equilibrada em um ambiente ainda incerto”, acrescenta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
TENSÕES NO ORIENTE MÉDIO

EUA sobem o tom sobre Estreito de Ormuz, mas Irã não recua e manda recado: “jamais voltará a ser o que era”

6 de abril de 2026 - 9:31

O anúncio ocorre após Trump fazer mais um ultimato ao Irã, sob a ameaça de destruir usinas de eletricidade e pontes do país persa

PRIMEIRA VEZ EM 20 ANOS

EUA sofrem golpe inédito do Irã; veja como ficam as negociações para um cessar-fogo agora

4 de abril de 2026 - 9:16

Os ataques ocorreram cinco semanas após os primeiros bombardeios dos Estados Unidos e de Israel no Irã

MUITO ALÉM DO COELHINHO

De procissões religiosas a “bruxas de Páscoa” e pipas coloridas: como outras culturas e religiões celebram a ressurreição e a passagem

3 de abril de 2026 - 10:17

Comum a cristãos, judeus e a outras culturas, a Páscoa ganha tradições e adaptações muito diferentes ao redor do mundo

RÚPIA SOB ATAQUE

O despertar dos mortos-vivos: crise cambial na Índia assombra mercados e pode enterrar o plano da economia de US$ 5 trilhões

2 de abril de 2026 - 19:11

A quarta maior economia do mundo está sob cerco; entenda como a guerra entre EUA e Irã reacendeu traumas financeiros na Índia e o impacto para os mercados

RISCO GEOPOLÍTICO

‘Trump é o mestre da negociação’, mas encara uma limitação que o levará a encerrar guerra no Irã em breve, diz gestor da Nomura Asset

31 de março de 2026 - 17:11

Para Brett Collins, gerente de portfólio de crédito da gestora do Nomura, guerra no Irã é um dos maiores riscos para o mercado de crédito corporativo hoje, mas Trump deve evitar que ela se arraste

GLOBAL MANAGERS CONFERENCE BRASIL 2026

A ‘Nvidia chinesa’ já existe? Os setores que devem gerar lucro na China e estão de portas abertas para investidores, segundo gestor

31 de março de 2026 - 14:59

Brendan Ahern, CIO da KraneShares, diz onde o governo chinês acerta, onde erra e onde o Ocidente subestima Pequim — “esse é um caminho que não tem mais volta”

DO YOU BELIEVE?

Pouso filmado em estúdio, holograma no teto da Terra plana e mais; confira as teorias da conspiração mais alucinadas sobre a ida do homem à Lua enquanto acompanha a missão Artemis 2

31 de março de 2026 - 10:25

Missão Artemis 2 vai levar o homem de volta à órbita da Lua pela primeira vez em mais de 50 anos, mas um em cada três brasileiros jura que ele nunca esteve lá antes.

O JEITO DE JEROME

Powell se arrependeu e usa palco de Harvard para dar pista sobre os juros da maior economia do mundo

30 de março de 2026 - 13:31

Participando de evento na universidade nesta segunda-feira (30), ele avalia falou sobre o futuro da política monetária com a guerra e a inflação batendo na porta do banco central norte-americano

ACORDOS DE PAZ

Sem EUA ou Israel, líderes do Oriente Médio reúnem-se no Paquistão para discutir fim da guerra

29 de março de 2026 - 12:21

Autoridades norte-americanas insistem que a guerra pode estar se aproximando de um ponto de inflexão, mas os líderes iranianos continuam a rejeitar publicamente as negociações

MOSAICO DE SOBREVIVÊNCIA

Apagão da vida e da morte: crise de energia para crematórios na Ásia, suspende salários e ameaça o coração da Europa

24 de março de 2026 - 18:05

A crise de combustíveis arrombou a porta na Ásia e agora ameaça entrar pela janela da Europa; confira as medidas de emergência que estão sendo tomadas para conter a disparada do petróleo e do gás no mundo

O BRILHO SUMIU

Ouro vive semana de cão, cai 10% no pior desempenho desde março de 2020 e arrasta a prata

20 de março de 2026 - 16:01

A prata não ficou atrás no movimento de correção, caindo 2,18% na sessão desta sexta-feira (20) e acumulando uma perda semanal ainda mais expressiva que a do ouro: 14,36%

LUTO EM HOLLYWOOD

As verdades sobre Chuck Norris: astro de filmes de ação e amigo de Bruce Lee, ator deixa patrimônio de US$ 70 milhões

20 de março de 2026 - 15:22

Ator e campeão esportivo faleceu aos 86 anos após ser internado no Havaí; Chuck Norris deixa cinco filhos, incluindo o ator Mike Norris, e a esposa Gena O’Kelley

ABRIGO E OPORTUNIDADE

Debandada do ouro e da prata: investidor abandona o porto seguro para ir à guerra das pechinchas (e do dólar)

19 de março de 2026 - 13:29

Em dia de forte aversão ao risco, o manual de sobrevivência do mercado mudou. Entenda por que os metais chegaram a cair 10% nesta quinta-feira (19), arrastando as ações das mineradoras

MAN ON THE MOON

Agora vai? Artemis 2 tem nova data para levar homem de volta à Lua pela primeira vez em mais de meio século (se nada der errado desta vez)

19 de março de 2026 - 9:31

Por meio do programa Artemis, a Nasa afirma ter a intenção de estabelecer uma presença de longo prazo na Lua para fins científicos e de exploração

HASTA LA VISTA, BABY

O juízo final da sua carteira de ações chegou? O que a Kinea ensina sobre a IA e a armadilha das pechinchas na bolsa

19 de março de 2026 - 6:01

Inspirada no filme Exterminador do Futuro, a gestora analisa o impacto da inteligência artificial no mercado, e lista quais empresas já ganham em produtividade — e valem a pena investir

DE OLHO NA INFLAÇÃO

Fed segura juros nos EUA entre 3,50% e 3,75%, e acende luz amarela sobre efeitos da guerra

18 de março de 2026 - 15:21

Os diretores do Fed optaram por seguir a postura adotada na reunião de janeiro, uma vez que os dados da economia norte-americana pontam para uma inflação resiliente, enquanto o mercado de trabalho perde força

O EFEITO DA GRAVIDADE

O foguete do Ibovespa vai dar ré? Apesar de ser o preferido dos gestores, motor da Selic e do dólar trepidam

17 de março de 2026 - 20:01

Pesquisa do Bank of America mostra que gestores na América Latina preferem o Brasil ao México nos próximos 6 meses. Porém, a decolagem rumo aos 210 mil pontos sofreu uma pane técnica nas expectativas.

MISTÉRIO MILIONÁRIO

Anônimo doa 21 kg de ouro para a cidade de Osaka, no Japão — e o motivo da doação surpreende

17 de março de 2026 - 18:10

Presente inesperado impressionou as autoridades locais e veio acompanhado de um pedido bastante específico

NÃO ERA TROTE

Homem deleta e-mail temendo ser golpe e por pouco não joga no lixo prêmio de R$ 185 milhões na loteria

16 de março de 2026 - 11:04

Vencedor de prêmio milionário não acreditou quando recebeu mensagem de e-mail informando que ele tinha ganhado na loteria — e agora precisa contar para a esposa…

VOLATILIDADE GERAL

Guerra, inflação e eleição nos EUA: por que os mercados globais vivem um “equilíbrio frágil”, segundo a Binance

14 de março de 2026 - 15:58

Segundo o relatório, petróleo, ações e bitcoin estão reagindo quase em sincronia aos choques geopolíticos e às incertezas sobre juros nos EUA

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia