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Comum a cristãos, judeus e a outras culturas, a Páscoa ganha tradições e adaptações muito diferentes ao redor do mundo
Para além de ovos de chocolate, a Páscoa carrega tradições muito diferentes ao redor do mundo. Dependendo do país e da religião, a data é marcada por símbolos e rituais que atravessam séculos.
Para os cristãos, a celebração significa a passagem da morte para a vida com a ressurreição de Jesus Cristo. Já para os judeus, o significado remete à libertação da escravidão no Egito e à travessia rumo à liberdade.
Antes mesmo dessas tradições religiosas, povos pagãos já celebravam o início da primavera do hemisfério norte, associando a data a símbolos de fertilidade e renascimento.
Confira, a seguir, uma volta ao mundo por algumas das tradições mais interessantes do feriado.
A celebração mais comum no Brasil segue a tradição cristã ocidental, que marca a ressurreição de Jesus Cristo no Domingo de Páscoa. Em diferentes países, a data também ganha expressões próprias e tradições locais.
No Vaticano, as celebrações incluem a tradicional Via Sacra no Coliseu e a bênção Urbi et Orbi, concedida pelo Papa na Praça de São Pedro. Na Itália, Florença celebra com a tradicional Scoppio del Carro, espetáculo pirotécnico que incendeia um carro de 9 metros de altura, simbolizando prosperidade.
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Na Espanha, a Semana Santa mobiliza cidades inteiras com procissões com imagens religiosas. Já na França, uma antiga tradição infantil conta que os sinos das igrejas “voam” para Roma na Sexta-feira Santa e retornam no domingo trazendo ovos de chocolate para as crianças.
As refeições de Páscoa também mudam de país para país. No Brasil e em Portugal, o bacalhau virou tradição da Sexta-feira Santa por causa do antigo jejum de carne imposto pela Igreja Católica.
Em outras partes do mundo cristão, a data ganha pratos típicos, como a torta pasqualina italiana — torta salgada de espinafre, ricota e ovos —, os hot cross buns britânicos, pãezinhos marcados com uma cruz que remetem à crucificação de Cristo, e o gigot d’agneau pascal, pernil de cordeiro tradicional da França.
Em países de tradição ortodoxa — como Grécia, Romênia, Rússia e Ucrânia — a Páscoa é conhecida como Pascha e é considerada o momento mais importante do calendário.
Não por acaso, é chamada de “festa das festas”, expressão usada pelas igrejas ortodoxas para indicar que a ressurreição de Cristo é o evento central da fé cristã e o ponto culminante de todas as outras celebrações litúrgicas do ano.

Entre os rituais mais conhecidos está a troca e quebra de ovos tingidos de vermelho, prática comum na Grécia que simboliza o sangue de Cristo e a promessa de vida nova. No país, outro costume chama atenção: na ilha de Corfu, moradores arremessam potes de barro pelas janelas, tradição que simboliza renovação e prosperidade.
Na Ucrânia, se destaca a arte das pysanky, ovos de galinha cuidadosamente decorados com padrões geométricos que carregam desejos de proteção, fertilidade e prosperidade.
A gastronomia ortodoxa também marca o fim de um longo período de jejum, que pode durar até 55 dias.
Na Grécia, uma das receitas tradicionais é o tsoureki, pão doce trançado decorado com ovos cozidos tingidos de vermelho. Já na Rússia e na Ucrânia é comum a paska, sobremesa de queijo e frutas secas em formato de pirâmide, simbolizando o túmulo de Cristo.
No judaísmo, a celebração da Páscoa é ainda mais antiga que o cristianismo. A data é conhecida como Pessach, palavra hebraica que significa literalmente “passagem”.
Ela relembra o Êxodo, a libertação do povo hebreu da escravidão no Egito e a travessia do Mar Vermelho rumo à liberdade.
A celebração é marcada pelo Sêder, um jantar cerimonial em que famílias leem a Hagadá, texto que narra a história do Êxodo. Durante a refeição, cada alimento tem um significado simbólico:
O matzá, pão sem fermento, lembra a pressa com que os hebreus deixaram o Egito, sem tempo para que a massa crescesse.
O maror, preparado com ervas amargas como a raiz-forte, simboliza o sofrimento vivido durante a escravidão.
Já o charoset, uma mistura de frutas, nozes e vinho, representa a argamassa usada pelos hebreus para construir os monumentos do Egito.
Antes da festa, famílias judias também removem de suas casas todo o chametz, alimentos fermentados, como forma de relembrar esse momento histórico.
Mais do que uma refeição simbólica, o Pessach é um momento de identidade para as famílias judaicas que revisitam a história e reforçam a memória coletiva da comunidade.
Além das tradições religiosas, alguns países desenvolveram costumes bastante curiosos para celebrar o feriado.
Na Suécia e na Finlândia, crianças se vestem de “bruxas de Páscoa” e batem de porta em porta trocando desenhos por doces, tradição inspirada em antigas crenças de proteção contra maus espíritos.
Na Noruega, a Páscoa é praticamente sinônimo de mistério. O país transformou o feriado em um fenômeno cultural chamado påskekrim, quando famílias passam os dias lendo livros ou assistindo séries policiais e de suspense.
Em partes do Leste Europeu, rituais antigos de fertilidade ainda sobrevivem. Na República Tcheca e na Eslováquia, mulheres são simbolicamente tocadas com ramos de salgueiro trançados, enquanto na Hungria é comum perfumá-las com fragrâncias florais.
Embora os costumes mudem de país para país, a essência da Páscoa permanece a mesma: celebrar transformação, renovação e esperança.
Seja em forma de procissões religiosas, refeições simbólicas ou brincadeiras comunitárias, o feriado atravessa culturas há séculos e lembra que, de diferentes maneiras, a ideia de “passagem” continua viva ao redor do mundo.
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