O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A prata não ficou atrás no movimento de correção, caindo 2,18% na sessão desta sexta-feira (20) e acumulando uma perda semanal ainda mais expressiva que a do ouro: 14,36%

O brilho do ouro sumiu nesta semana. Em um movimento que relembrou os dias de maior pânico da crise de covid-19, o metal precioso engatou a terceira queda consecutiva e encerrou o período com um tombo de dois dígitos, puxando consigo outros metais, como a prata.
Na Comex, divisão de metais da Nymex, o contrato do ouro para abril fechou em baixa de 0,67%, cotado a US$ 4.574,9 por onça-troy. O recuo acumulado na semana, porém, é o que chama atenção: 10,64%.
Segundo a Dow Jones, esta é a maior queda semanal desde março de 2020, quando o ouro recuou 9,3% em meio ao surto global do novo coronavírus.
A prata não ficou atrás no movimento de correção. O contrato para maio caiu 2,18% na sessão desta sexta-feira (20), encerrando a US$ 69,664 e acumulando uma perda semanal ainda mais expressiva que a do ouro: 14,36%.
O que explica esse movimento brusco em um ativo tradicionalmente usado como porto seguro? A resposta está em uma combinação explosiva entre geopolítica e política monetária.
No 21º dia do conflito envolvendo EUA e Israel contra o Irã, a tensão escalou com novos ataques de Tel-Aviv contra Teerã.
Leia Também
Embora instalações de petróleo e gás tenham sido poupadas por ordem de Washington, a retaliação iraniana atingiu uma refinaria no Kuwait e explosões foram registradas em Dubai.
Para o mercado, o medo não é apenas o conflito em si, mas o seu impacto na inflação, já que a intensificação da guerra coloca os bancos centrais em um beco sem saída — o aumento dos preços de energia deve pressionar a inflação para cima, ao mesmo tempo em que prejudica o crescimento global.
Se a inflação preocupa, o remédio aplicado pelos bancos centrais amarga o rendimento do ouro. Como o metal não paga juros, ele perde atratividade quando as taxas nas economias desenvolvidas sobem.
E o cenário para os juros norte-americanos sofreu uma mudança drástica. De acordo com dados compilados pelo CME Group, o mercado parou de apostar em cortes e passou a precificar um aumento da taxa pelo Federal Reserve (Fed) ainda este ano, em outubro.
Mais impressionante ainda é o horizonte para um eventual alívio monetário: a aposta de corte foi adiada para 2027.
Com o Fed mantendo o aperto para segurar a inflação decorrente da guerra, o "custo de oportunidade" de carregar ouro ficou alto demais para muitos investidores.
PRÓXIMA RODADA
AINDA NESTA RODADA
O PERIGO DA CALMARIA
O RISCO VEM DE CARRO
SUPORTE EMOCIONAL
EFEITO IA
FÁBRICA DE TEMPESTADES
ARGENTINA E FRANÇA
ACOMPANHE DETALHES
GUERRA
SÁBADOU
JANELA ABERTA
HAPPY HOUR COM JOGO
SEGUNDA RODADA
UM BC 2.0
ENTRAM EM CAMPO
FIM DO DINHEIRO BARATO?
ESQUEÇA AS BARRAS DE OURO
ENTRAM EM CAMPO
COMMODITIES NA CARTEIRA