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Analistas do banco suíço avaliam que o mercado superestima os riscos da escassez hídrica em 2025, pressionando indevidamente o valuation da companhia
O UBS BB reforçou a aposta na Sabesp (SBSP3) e elevou a recomendação dos papéis da empresa de "neutra" para "compra", além de aumentar o preço-alvo das ações de R$ 162 para R$ 169. Para o banco, o mercado exagerou na dose ao precificar os riscos da crise hídrica, comprimindo demais o valuation da companhia.
Segundo os analistas do banco, o "fantasma" da crise hídrica de 2014 e 2015 ainda assombra parte dos investidores, mas os dados atuais não sustentam esse cenário pessimista.
O excesso de temor acabou castigando os papéis, que desde novembro acumulavam queda próxima de 10%, embora tenham ensaiado uma recuperação parcial nos últimos dias.
“Acreditamos que o mercado está precificando um cenário pior do que o mais provável, tanto em termos de níveis de reservatórios quanto de impacto financeiro”, afirma a equipe liderada por Giuliano Ajeje.
Segundo o UBS BB, os níveis dos reservatórios em 2025 se assemelham muito mais ao observado em 2021 do que ao período crítico de 2014/15. Naquele ano, os volumes permaneceram praticamente estáveis, com retomada do crescimento já no exercício seguinte.
“Os dados indicam uma situação menos intensa do que a vivida na crise anterior, apesar da percepção de risco por parte dos investidores”, diz o relatório.
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Mesmo em um cenário extremo, que simula a repetição do pior momento da crise hídrica, o impacto financeiro seria limitado.
O banco estima que uma queda de 9,4% nos volumes, igual à registrada em 2015, resultaria em uma redução pontual de cerca de 2,5% do valor de mercado da companhia.
“Esse impacto parece pequeno demais para justificar a forte underperformance recente das ações”, avalia o UBS BB.
Além disso, os analistas destacam que a Sabesp hoje conta com mecanismos regulatórios inexistentes na crise passada, como o sistema de bandas de operação e a gestão noturna de demanda, que ajudam a preservar os reservatórios e reduzir perdas.
O contrato de concessão também prevê a possibilidade de reequilíbrio econômico-financeiro em casos de eventos climáticos extremos, o que faz com que eventuais perdas de volume representem mais um desafio de caixa no curto prazo do que uma destruição estrutural de valor.
Para o UBS BB, esse conjunto de fatores tornou a ação ainda mais atraente, passando a ser negociada a múltiplos considerados vantajosos.
A Sabesp passou a ser avaliada a um EV/Rab — indicador que reflete quanto os investidores estão dispostos a pagar pela companhia em relação aos ativos regulados, que asseguram retorno previsível — implícito em torno de 1,04 vez.
Esse nível, segundo o banco, está abaixo do que seria compatível com os fundamentos de uma concessão regulada e de perfil estável.
Os analistas também chamam atenção para a forte underperformance em relação aos pares. Desde que a companhia entrou na banda de restrição, as ações avançaram apenas 5%, enquanto Copasa (CSMG3), Sanepar (SAPR11) e os principais índices da bolsa brasileira registraram altas bem mais expressivas.
“Essa discrepância sugere que o mercado passou a evitar o papel por receio de resultados fracos no curto prazo, e não por uma deterioração estrutural do ativo”, afirma o banco.
Com o desconto atual e as proteções regulatórias em mente, o UBS estima que o investimento na Sabesp oferece uma taxa interna de retorno real alavancada de 12,2%, nível considerado elevado para uma utility regulada.
“A diferença entre os preços atuais e o impacto econômico real de uma estação chuvosa fraca cria uma oportunidade de investimento, sustentando nossa recomendação de compra”, defende o banco.
*Com informações do Money Times
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