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Com papéis na casa dos centavos, varejista tem prazo para reagir; saída de presidente do conselho adiciona pressão
Depois de meses sendo negociada na casa dos centavos, a Marisa (AMAR3) entrou oficialmente na mira da B3. A dona da bolsa deu um ultimato formal à varejista de moda: é hora de tirar a ação debaixo de R$ 1.
Isso porque, no mercado de ações, as penny stocks são um incômodo recorrente. O preço muito baixo dos papéis costuma vir acompanhado de uma combinação indigesta para os investidores: volatilidade exagerada, baixa liquidez e um ambiente fértil para operações especulativas.
Esses fatores afetam a dinâmica de negociação, elevam o risco para investidores e dificultam a precificação dos ativos na bolsa.
Por isso, a B3 estabelece um limite para proteção contra penny stocks: nenhum papel pode permanecer abaixo de R$ 1 por mais de 30 pregões consecutivos. Quando isso acontece, a companhia é chamada a agir.
No caso da Marisa, esse limite já foi ultrapassado. As ações AMAR3 estão abaixo de R$ 1 desde 27 de janeiro de 2026 e, atualmente, são negociadas a R$ 0,88.
No acumulado do ano, a queda da varejista chega a 14% na bolsa brasileira, enquanto, em 12 meses, a desvalorização soma 46%.
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Agora, o relógio começou a correr. A B3 cobrou a Marisa que divulgue os procedimentos e o cronograma das medidas que pretende adotar para reenquadrar a cotação das ações logo.
A companhia tem até 11 de setembro de 2026 para resolver a situação.
Em resposta, a Marisa afirmou que está “constantemente monitorando a situação e avaliando as possíveis alternativas necessárias ou pertinentes para reenquadrar, tempestivamente, a cotação das ações ao seu patamar mínimo”.
Caso a recuperação do preço não aconteça de forma natural e consistente dentro do prazo fixado pela B3, a empresa já admite que poderá recorrer à solução mais comum nesses casos: o grupamento de ações.
Esse tipo de operação consiste em reunir vários papéis em uma única ação, elevando o preço nominal negociado em tela sem mexer no capital social.
Na prática, o número de ações em circulação diminui e o preço sobe, embora a operação não mude fundamentos financeiros ou resolva os desequilíbrios estruturais das empresas.
Além da forte pressão sobre as ações na bolsa, a Marisa (AMAR3) também vivencia mudanças relevantes em sua governança. Duas executivas relevantes acabam de deixar a empresa.
Andrea Maria Meirelles de Menezes renunciou à presidência do conselho de administração, enquanto Maria Laura Peixoto Santos Tarnow deixou sua posição como membro independente do colegiado.
Em comunicado ao mercado, a companhia agradeceu a contribuição de Andrea, destacando sua atuação “fundamental no fortalecimento da governança corporativa, na evolução das práticas de gestão de riscos e controles internos e na condução das discussões estratégicas do conselho”.
Para ocupar o posto de presidente do conselho (chairman), o conselho indicou Ivan Murias, executivo com mais de 20 anos de experiência nos setores de varejo e bens de consumo.
Ele acumula passagens por empresas como brMalls, Grupo Boticário, C&A e Iguatemi, além de ter sido CEO da Tok&Stok e da Valid, onde liderou processos de transformação operacional.
Atualmente, Murias também atua como chairman da Infracommerce e do Grupo Peralta, além de vice-presidente do conselho da Leo Madeiras.
Já Adriana Caetano foi indicada para assumir como membro independente do conselho. Ela já integra o Comitê Estatutário de Auditoria e Riscos da Marisa desde maio de 2024, tendo assumido a coordenação em maio de 2025.
As nomeações ainda precisam ser aprovadas pelos acionistas em assembleia geral ordinária (AGO), marcada para 30 de abril.
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