O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Autuação cita descarga de fluido de perfuração no mar; estatal tem 20 dias para pagar ou recorrer, enquanto ANP libera retomada da perfuração

O Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) aplicou uma multa de R$ 2,5 milhões à Petrobras (PETR4) por causa de um vazamento de fluido de perfuração em um poço exploratório na Bacia da Foz do Amazonas, ocorrido em janeiro.
A área onde a estatal realiza os trabalhos de exploração em busca de petróleo e gás é considerada a de maior potencial para abrir uma nova fronteira de produção no país. Ao mesmo tempo, porém, a região impõe desafios ambientais e socioeconômicos, o que atrasou por anos o licenciamento do poço.
Segundo o Ibama, a autuação decorre da descarga de 18,44 metros cúbicos de fluido de perfuração de base não aquosa — uma mistura oleosa — no mar, a partir do navio-sonda 42 (NS-42).
O fluido de perfuração é uma mistura de produtos utilizada durante o processo de perfuração de poços nas atividades de exploração e produção de petróleo e gás.
De acordo com o Ibama, o líquido descarregado acidentalmente no mar pela Petrobras contém componentes classificados na categoria de risco B, o que representa risco médio tanto para a saúde humana quanto para o ecossistema aquático.
A partir do auto de infração, a Petrobras tem prazo de 20 dias para efetuar o pagamento da multa ou apresentar defesa administrativa. Procurada, a estatal não comentou o assunto imediatamente.
Leia Também
Nesta semana, a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) autorizou a Petrobras a retomar a perfuração do poço, que havia sido paralisada no início do ano por causa do vazamento, impondo algumas condicionantes, segundo documento visto pela Reuters.
Inicialmente, a empresa previa concluir as atividades no poço em aproximadamente cinco meses.
O vazamento do fluido gerou protestos de ativistas e de organizações indígenas locais, que há anos alertam para o impacto potencial que a exploração de petróleo pode ter sobre os ecossistemas marinhos e costeiros da região.
O presidente do Ibama disse à Reuters que o órgão é muito rigoroso na concessão de licenças de exploração porque, embora acidentes aconteçam, os planos de gerenciamento são feitos para “reduzir ao máximo a possibilidade da ocorrência desse tipo de situação”.
“É aquela coisa, você tem o extintor na parede, mas não quer que tenha um incêndio”, comparou, ao avaliar que a região da Foz do Amazonas é “mais sensível” porque, mesmo estando em alto mar, tem áreas de corais e manguezais na costa.
O presidente do Ibama também afirmou que a Petrobras é a empresa mais autuada pelo órgão ambiental, “normalmente por causa de pequenos incidentes”.
*Com informações da Reuters
Entra ou não entra?
O QUE QUASE NINGUÉM VIU?
VAI E VEM DOS SPREADS
HIPOCRISIA?
TROCA DE CEO
ENTREVISTA AO ESTADÃO
COMPRAR OU VENDER?
DO CAMPO AO BALANÇO
NÃO PARA NA LAVOURA
DESTAQUES DA BOLSA
COMPETIÇÃO ACIRRADA
Conteúdo BTG Pactual
VEJA ONDE APOSTAR
PASSO A PASSO
AUMENTO DE CAPITAL
PREPAREM O BOLSO
CISÃO OU CIZÂNIA?
ESCAPOU DO JUÍZO FINAL?
FUTURO INCERTO
DEIXAR O PASSADO PARA TRÁS