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Karin Salomão

Karin Salomão

Jornalista formada pela Universidade de São Paulo (USP), com experiência em economia e negócios. Foi repórter na Exame e editora assistente no UOL Economia. Completou o Curso B3 de Mercado de Capitais para Jornalistas e Formadores de Opinião, em parceria com o Insper. Hoje, é editora assistente de empresas no Seu Dinheiro.

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De Zara a Shein, Brasil é um dos países mais caros para roupas; veja por que BTG prefere ações da Vivara (VIVA3) e da Track&Field (TFCO4) para ir às compras 

Relatório com o Índice Zara do banco apresentou as expectativas para as varejistas de moda em 2026; marcas voltadas para as classes mais baixas devem continuar sofrendo com o baixo poder de compra da população

Karin Salomão
Karin Salomão
22 de janeiro de 2026
14:07 - atualizado às 14:21
Mulher carrega sacolas de compras em uma loja em um shopping. Atrás dela estãou outros consumidores
Imagem: iStock/praetorianphoto

Brasil continua sendo um dos países mais caros para comprar roupa no mundo. É também um mercado difícil para empresas estrangeiras, com logística e base tarifária complexa, embora avanços tenham acontecido nesse cenário nos últimos anos, e com companhias locais bem estabelecidas. 

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Mas mesmo as varejistas brasileiras sofrem, com juros e inflação corroendo o poder de compra da população e alta concorrência das plataformas asiáticas.  

No entanto, algumas ações de moda e vestuário podem se destacar neste ano, já que estão baratas na bolsa, diz o banco BTG Pactual, em relatório sobre o setor. "A recente onda de vendas tornou os valuations de todo o segmento de moda baratos", diz o banco. 

Em média, o segmento é negociado a 8 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado para 2026, já incorporando tendências de curto prazo mais pessimistas para o consumo no Brasil, principalmente no primeiro semestre

O relatório do banco apresentou as expectativas para Vivara, Renner (LREN3), C&A (CEAB3), Guararapes, dona da Riachuelo (GUAR3), Vulcabras, dona de marcas como Olympikus, Mizuno e Under Armour (VULC3), SBF, que controla a varejista Centauro e a Fisia, distribuidora exclusiva da Nike no Brasil, e a Track&Field (TFCO4).

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O banco tem preferência por ações voltadas às classes com maior poder aquisitivo: a rede de joalherias Vivara e a dona de lojas esportivas Track&Field.

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O BTG também revisou o preço-alvo para as ações. Entre os ajustes para cima, o preço-alvo da Vivara foi de R$ 36 para R$ 38, o das Lojas Renner de R$ 20 para R$ 22, e a C&A saltou de R$ 19 para R$ 23. 

Já a expectativa para o valor da ação da Riachuelo foi cortada de R$ 14 para R$ 13, da Track&Field de R$ 19 para R$ 18, e da Vulcabras de R$ 21 para R$ 20. O preço-alvo para a SBF, dona da Centauro, se manteve estável em R$ 16.  

Todas os papéis têm recomendação de compra. 

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Índice Zara e Shein 

Mesmo depois de um ano em que o real se valorizou frente ao dólar, comprar uma blusinha na Zara continua caro para o brasileiro. Mais especificamente, 3% mais caro do que nos Estados Unidos.  

No entanto, ao ajustar os valores para equiparar ao poder de compra da população, a diferença dobra, sendo 123% mais caro comprar por aqui considerando uma cesta de 12 itens semelhantes. 

Ainda que a Zara seja mais cara por aqui, a Shein consegue ser mais barata, até que as marcas brasileiras.  Usando uma cesta de oito produtos em 15 países, o estudo do BTG mostra que a Shein é 7% mais barata no Brasil do que nos EUA — embora custe o dobro ao adequar os preços pela paridade do poder de compra, tornando o Brasil um dos mercados globais mais caros para a Shein. 

Comparando com as varejistas nacionais, a plataforma chinesa é 6% mais barata que a Riachuelo, com preços 10% menores que na Renner e 13% mais barata que a C&A. No entanto, nos últimos anos a diferença de preço entre a Shein e outros players locais diminuiu, o que significa que as nacionais estão om mais poder de barganha. 

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O Índice Zara, análise do BTG sobre o mercado de moda e o poder de compra em diferentes países, é divulgado desde 2014. 

Luxo volta para os carrinhos de compras da alta renda 

Se entre 2019 e 2023 houve uma demanda incansável por itens de luxo, de roupas a itens de couro, relógios e joias, o setor se deteriorou nos anos seguintes. Em 2025, entre 35% a 40% dos itens foram vendidos com desconto, segundo a consultoria Bain e a associação italiana Altagamma. Agora, as companhias devem ter um ano mais resiliente, com maior poder de precificação e menos dependentes de crédito. 

E é por isso que o BTG tem preferência por papéis desse segmento, como Vivara (VIVA3) e Track & Field (TFCO4). 

"As empresas mais expostas a famílias de alta renda devem apresentar um desempenho superior nos próximos trimestres, o que justifica nossa preferência por Vivara (que é negociada em um múltiplo de 9 vezes preço sobre lucro estimado para 2026) e Track&Field (negociada a 12 vezes preço sobre lucro)", diz o BTG em relatório. 

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A Vivara já é uma queridinha do BTG há alguns meses, destacada por sua inovação de produtos e expansão de margens. Neste ano, a ação deve ser impulsionada com a expansão da margem bruta, principalmente na divisão Life e nas categorias mais premium e uma recuperação de sua força de trabalho. 

Entre os pontos de atenção, estão a produtividades das lojas, retenção de talentos e a possível canibalização entre as lojas Vivara e Life. 

Já a Track&Field é elogiada por seu modelo de negócios leve em ativos, alinhamento com franqueados e forte fidelização através de seu ecossistema de bem-estar. 

A rede se beneficia da força do mercado de bem-estar e atividades físicas. A companhia também aprimorou seu sortimento de produtos e simplificou a execução, com investimentos principalmente em reformas de lojas e na expansão do ecossistema. Um balanço patrimonial com dívida zero e forte geração de caixa é outro atrativo para a ação. 

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Dificuldades para as classes média e baixa  

A vida não está fácil para as varejistas. Mesmo com a taxação de importações de itens até US$ 50, até 2024 isentos da cobrança, a maior parte das varejistas voltadas para as classes de média e baixa renda, o que inclui Renner, C&A e Guararapes, continua lidando com uma concorrência mais acirrada de plataformas cross-border, como as asiáticas. 

Além da competição com as plataformas internacionais, as empresas também continuarão sofrendo com os juros altos, que aumentam o endividamento da população e reduzem o orçamento disponível para roupas novas. 

Nos próximos três anos, as receitas de todo o setor devem cair 1,3%, o Ebtida deve encolher 2,7% e o lucro deve ser reduzido em 3,2% para todas as companhias abertas avaliadas pelo BTG. 

Rapidez nos lançamentos será essencial 

O clima deve continuar afetando as varejistas - no ano passado, Renner e C&A sofreram com um inverno mais rigoroso que o normal e um estoque inadequado para as temperaturas. 

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Com esse ambiente mais instável, irão se destacar as empresas que colocarem nas araras roupas mais assertivas. E, para isso, elas precisarão fazer pedidos menores aos fornecedores e usar inteligência artificial para otimizar as operações e melhorar a eficiência da cadeia.

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