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Novos nomes devem assumir a cadeira de negócios digitais e recursos humanos; subsidiárias também passam por mudanças
O Banco de Brasília (BRB) enfrenta um momento crítico diante das investigações conduzidas pela Polícia Federal (PF) e pelo Banco Central (BC) para entender as negociações suspeitas envolvendo o Banco Master.
O foco das autoridades está na compra de carteiras de crédito fraudulentas, vendidas pelo Master e adquiridas pelo BRB. Estima-se que o volume total de negócios sob suspeita chegue a R$ 12,2 bilhões.
Uma parte desses negócios teria sido desfeita a tempo, mas pelo menos R$ 4 bilhões pode se reverter em prejuízo para o banco público do Distrito Federal, segundo as autoridades.
Para tentar conter a crise de credibilidade e reforçar seus mecanismos internos, o BRB anunciou no sábado (10) uma ampla reestruturação em seu corpo de diretores.
Em fato relevante, o novo presidente do conglomerado, Nelson Antônio de Souza, afirmou que a instituição busca alinhar-se a pilares de inovação e controle rigoroso neste momento, trazendo profissionais com experiência comprovada no setor financeiro para ocupar áreas vitais da instituição.
A renovação da cúpula do BRB começa com Hugo Andreolly. Funcionário do banco desde 2007, ele será diretor de negócios digitais (Dined), com foco na transformação digital dos serviços da estatal.
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Para a diretoria de pessoas (Dipes), a escolhida foi Janiele Queiroz Mendes Caroba, advogada com experiência em governança corporativa e passagens pela Caixa Econômica Federal. Caroba substituirá Cristiane Maria Lima Bukowitz.
As mudanças estenderam-se às subsidiárias: Mario Ferreira Neto assumirá a presidência da BRB DTVM, enquanto Fabiano Nogueira Alves chefiará a Financeira (BRB CFI).
Além disso, Marcos Fernando Fontoura dos Santos Jacinto, ex-vice-presidente da Caixa, assumirá a Diretoria de Administração e Finanças (Difad) e Renier Roosevelt Sampaio Barbosa Júnior vai comandar a diretoria de clientes e Negócios (Decli).
Todos os indicados serão empossados após aprovação dos nomes junto ao Banco Central e à Câmara Legislativa do DF.
A crise teve origem na tentativa de compra do Banco Master pelo BRB, no ano passado. O banco estatal fez uma proposta de R$ 2 bilhões por parte da operação do Master. Para concluir a aquisição, era necessário o aval do Banco Central — e foi aí que a história começou.
Ao avaliar o operacional e a estrutura financeira do Banco Master, o BC identificou indícios de fraude financeira. O banco de Daniel Vorcaro teria vendido carteiras de crédito vazias para o BRB, sem nenhum lastro.
Embora o Banco Central tenha ordenado a reversão das operações assim que detectou as irregularidades, parte do montante — que chegava a R$ 12,2 bilhões — não foi recuperada, gerando o saldo devedor estimado em mais de R$ 4 bilhões.
O inquérito, que está no Supremo Tribunal Federal (STF), apura detalhes da proposta de compra do Master, outras operações fraudulentas que envolve a instituição financeira, e o processo que levou à liquidação do banco de Vorcaro pelo BC, em 18 de novembro de 2025.
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