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Provento adicional reforça remuneração aos acionistas do BB; confira o valor por ação e quem entra na lista

A noite dos acionistas do Banco do Brasil (BBAS3) trouxe sinais mistos nesta quarta-feira (13). O balanço do 1T26 deixou um gosto amargo, com tombo no lucro, rentabilidade sob pressão e um guidance (projeção) mais fraco para 2026. Ainda assim, o BB não quis deixar os acionistas saírem de mãos vazias.
Em meio ao resultado mais pressionado, o BB anunciou o pagamento de R$ 465,7 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP).
Os proventos complementares correspondem a cerca de R$ 0,08157 por ação BBAS3. Os JCP estão sujeitos à mordida do Leão, com retenção de 15% de imposto de renda na fonte.
Vale lembrar que a nova distribuição se soma aos R$ 400 milhões já antecipados aos acionistas em meados de março, reforçando a estratégia do banco de manter uma remuneração consistente mesmo diante de um ciclo difícil para lucro e rentabilidade.
Para ter direito à remuneração, é necessário possuir ações do Banco do Brasil até o fim do pregão do dia 1º de junho.
A partir do dia seguinte, os papéis passam a ser negociados “ex-direitos” e tendem a sofrer ajustes na cotação.
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Ou seja, o investidor pode optar por adquirir ações do BB até a data de corte e ter direito aos dividendos, ou esperar pelo dia 02 de junho e comprar os papéis por um preço inferior, mas sem poder receber os JCP.
Já o pagamento deve cair na conta dos acionistas em 11 de junho.
O Banco do Brasil encerrou o primeiro trimestre de 2026 com lucro líquido recorrente de R$ 3,43 bilhões, tombo de 53,5% em relação ao mesmo período de 2025 e de 40,2% frente ao trimestre passado.
Do lado da rentabilidade, o retorno sobre o patrimônio líquido médio (ROAE) ficou em 7,3%, dentro das expectativas do mercado. A cifra representa uma queda de 9,4 pontos percentuais (p.p) na comparação anual e de 5,1 p.p frente ao trimestre anterior.
Confira aqui todos os destaques do resultado do Banco do Brasil no 1T26.
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