O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Por isso, deveríamos estar preparados para um corte da Selic nesta SuperQuarta — o que, obviamente, é muito diferente de contar com isso
“Não será, portanto, num abrir e fechar de olhos
que o narrador terminará a história de Hans.
Não lhe bastarão para isso os sete dias de uma semana,
tampouco serão sete meses, apenas.
Melhor será que ele desista de computar o tempo
que decorrerá sobre a Terra enquanto esta tarefa o mantiver enredado. Decerto não chegará — Deus me livre — a sete anos!
Dito isso, comecemos.”
Thomas Mann – A Montanha Mágica
Embora um eventual corte da Selic hoje esteja praticamente descartado pelo consenso, não deveríamos tomá-lo por impossível, e nem mesmo como uma surpresa.
Sob ponto de vista estritamente técnico, seria difícil argumentar que o Comitê de Política Monetária (Copom) comete um erro ao cortar em janeiro, e tampouco haveria erro em cortar no próximo encontro, em março.
Pode até ser que o Comitê não queira decidir pelo corte agora justamente porque não figura na precificação da curva. Legítimo. Em tese, existe um benefício reputacional para o Banco Central ao dançar junto com o mercado, evitando grandes dissonâncias.
Ainda assim, não acho que seria uma GRANDE dissonância; talvez uma pequena dissonância, irrelevante para a ancoragem da inflação futura.
Qualquer macroeconomista provido de honestidade intelectual poderia listar cinco motivos para cortar hoje, e outros cinco para cortar em março. Seria um desafio intelectual interessantíssimo, mas também pedante.
Leia Também
Na prática, janeiro ou março, convém admitir: é meio que tanto faz.
Por isso, deveríamos estar preparados para um corte da Selic nesta Super Quarta — o que, obviamente, é muito diferente de contar com isso.
Preparar-se é o verbo fundamental de todo investidor. Seu emprego correto, em concordância com o sujeito indeterminado, exige doses cavalares de humildade e, sobretudo, demanda o exercício contínuo de não se levar tão a sério.
Delfim sabia bem disso.
Em uma aula comemorativa que assisti com ele na FEA, e na qual dividia o púlpito com o Prof. Kanczuk, ele disse: “os economistas deviam se contentar em tentar descobrir a direção e o sentido dos vetores, mas eles querem sempre dar um passo a mais, calculando também o módulo; é justamente aí que cometem os grandes erros”.
Pouco depois desse sábio ensinamento, Delfim deu uma cochilada no auditório, na frente de todos os presentes, sem vergonha alguma, e sem qualquer sinal de desrespeito também.
Ele já tinha dito tudo o que precisava dizer, e não faria diferença alguma se a aula acabasse ali, ou 30 minutos depois.
Especialistas detalham quais os melhores mercados para diversificar os aportes por todo o mundo
Foque sua carteira de ações em ativos de qualidade, sabendo que eles não vão subir como as grandes tranqueiras da Bolsa se tivermos o melhor cenário, mas não vão te deixar pobre se as coisas não saírem como o planejado
A disputa entre títulos prefixados e os atrelados à inflação será mais ferrenha neste ano, com o ciclo de cortes de juros; acompanhe também os principais movimentos das bolsas no Brasil e no mundo
No ritmo atual de nascimentos por ano, a população chinesa pode cair para 600 milhões em 2100 — menos da metade do número atual
Evento do Seu Dinheiro tem evento com o caminho das pedras sobre como investir neste ano; confira ao vivo a partir das 10h
Mercado Livre e Shopee já brigam há tempos por território no comércio eletrônico brasileiro, mas o cenário reserva uma surpresa; veja o que você precisa saber hoje para investir melhor
A presença de Trump em Davos tende a influenciar fortemente o tom das discussões ao levar sua agenda centrada em comércio e tarifas
Companhias alavancadas terão apenas um alívio momentâneo com a queda dos juros; veja o que mais afeta o custo de dívida
O colunista Ruy Hungria demonstra, com uma conta simples, que a ação da Eucatex (EUCA4) está com bastante desconto na bolsa; veja o que mais movimenta os mercados hoje
A Eucatex é uma empresa que tem entregado resultados sólidos e negocia por preços claramente descontados, mas a baixa liquidez impede que ela entre no filtro dos grandes investidores
Entenda a história recente do mercado de dívida corporativa e o que fez empresas sofrerem com sua alta alavancagem; acompanhe também tudo o que acontece nos mercados
Mudanças no ITBI e no ITCMD reforçam a fiscalização; PF também fez bloqueio de bens de aproximadamente R$ 5,7 bilhões; veja o que mais você precisa saber para investir hoje
Entenda o que acontece com as ações da Azul, que vivem uma forte volatilidade na bolsa, e qual a nova investida de Trump contra o Fed, banco central norte-americano
Além de elevar o risco institucional percebido nos Estados Unidos, as pressões do governo Trump adicionam incertezas sobre o mercado
Investidores também aguardam dados sobre a economia brasileira e acompanham as investidas do presidente norte-americano em outros países
A relação das big techs com as empresas de jornalismo é um ponto-chave para a nascente indústria de inteligência artificial
Após uma semana de tensão geopolítica e volatilidade nos mercados, sinais de alívio surgem: petróleo e payroll estão no radar dos investidores
No atual cenário, 2 milhões de barris extras por dia na oferta global exerceriam uma pressão para baixo nos preços de petróleo, mas algumas considerações precisam ser feitas — e podem ajudar a Petrobras
Descubra oito empresas que podem ganhar com a reconstrução da Venezuela; veja o que mais move o tabuleiro político e os mercados
O jogo político de 2026 vai além de Lula e Bolsonaro; entenda como o trade eleitoral redefine papéis e cenários