🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Bia Azevedo

Bia Azevedo

Jornalista pela Universidade de São Paulo (USP). Em 2025, esteve entre os 50 jornalistas mais admirados da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já trabalhou como coordenadora e editora de conteúdo das redes sociais do Seu Dinheiro e Money Times. Além disso, é pós-graduada em Comunicação digital e Business intelligence pela Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

Bia Azevedo
Bia Azevedo
22 de janeiro de 2026
18:05 - atualizado às 18:08
ibovespa máxima histporica bolsa mercado ações
Imagem: iStock/ Nuthawut Somsuk -

O mercado de capitais brasileiro encerrou 2025 no maior nível da série histórica medida pela Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima): R$ 838,8 bilhões. Esse é o maior patamar já registrado na série histórica, iniciada em 2012, e representa um salto de 6,4% em relação a 2024.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Nem a gente imaginava que 2025 seria tão pujante”, afirmou Cesar Valdez Mindof, diretor da associação em coletiva com jornalistas nesta quinta-feira (22). O número marca um novo patamar para o mercado local e reflete não apenas volume, mas também maior diversidade de instrumentos e emissores, segundo a associação.

O recorde foi puxado pela renda fixa, que somou R$ 737 bilhões em ofertas ao longo de 2025, avanço de 3,4% frente a 2024, concentrando a maior parte das captações do ano.

A associação também enfatizou a disparada de mais de 77% nas operações envolvendo fundos ‌imobiliários. O volume total de ofertas foi de R$ 79,2 bilhões em 2025.

As emissões em renda fixa puxaram o resultado do ano, segundo a Anbima

Dentro do universo da renda fixa, Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDCs) se destacaram em 2025 ao atingir 1.098 ofertas públicas, o maior número da série histórica, passando a responder por 42% de todas as ofertas de renda fixa no ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em 2025, os Certificados de Recebíveis do Agronegócio (CRA) apresentaram uma trajetória de recuperação, com crescimento expressivo no volume financeiro, que atingiu R$ 46,2 bilhões, alta de 11,1% em relação ao ano anterior.

Leia Também

Apesar do avanço no montante captado, o número de operações caiu 21,3%, indicando uma maior concentração das emissões em operações de maior porte.

Esse desempenho contrastou com a leve frustração observada nos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI), que registraram queda de 20,2% no volume financeiro, para R$ 49 bilhões, e recuo de 18,8% no número de emissões.

O impacto veio de mudanças regulatórias que reduziram o leque de ativos aceitos como lastro desse tipo de ativo e restringiram o perfil dos emissores, limitando o uso do instrumento, o que acabou freando o volume de novas emissões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar disso, os títulos de securitização continuam sendo um pilar do setor, representando sete em cada dez ofertas de renda fixa.

As debêntures somaram volume de R$ 492,9 bilhões, alta de 4% em relação a 2024, enquanto as notas comerciais também registraram recorde, com crescimento de 18,9% e R$ 51,8 bilhões em captações.

Debêntures incentivadas em alta e infraestrutura ganhando espaço

O destaque ficou para as debêntures incentivadas, que avançaram mais de 31,7% em relação a 2024, para R$ 178 bilhões, no embalo da tributação de títulos isentos e por leilões e investimentos em infraestrutura.

Ainda dentro do recorte setorial, energia elétrica seguiu como principal emissor, mas 2025 também marcou o avanço de transporte e logística, além de financeiro, saneamento e petróleo e gás — um mix que reforça a leitura de que o mercado de capitais vem financiando cada vez mais setores regulados e projetos de longo prazo, de acordo com a Anbima.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Se comparado a 2023, o salto é ainda mais expressivo: a evolução supera duas vezes e meia em volume. O movimento reforça o papel do mercado de capitais no financiamento de projetos estruturantes — especialmente em energia, transporte e saneamento.

Já as debêntures corporativas registraram um volume de R$ 314,9 bilhões em 2025, retração de 7% em relação ao ano anterior. Segundo a Anbima, essa redução pontual no mercado primário de corporativas é explicada, em grande medida, pelas condições e spreads mais atrativos oferecidos pelo mercado de títulos incentivados às companhias emissoras no período.

O desempenho no mercado secundário de debêntures corporativas seguiu uma tendência oposta e altamente positiva, com um crescimento de 40,6% nas negociações, atingindo o volume recorde de R$ 603,6 bilhões. Esse mercado, inclusive, chamou atenção em 2025.

O mercado secundário bateu recorde

O volume total negociado em debêntures no mercado secundário alcançou R$ 947,4 bilhões, alta de 33,9% em relação ao ano anterior e novo recorde histórico.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mais do que o número absoluto, o destaque está na comparação com o mercado primário: as negociações no secundário representaram quase o dobro do volume das ofertas.

Para a Anbima, esse crescimento é fundamental para sustentar o ciclo de expansão do mercado primário, ao permitir que investidores entrem e saiam das posições com mais facilidade.

Pessoa física ganha espaço — com destaque para FIDCs

A participação da pessoa física também avançou. Em 2025, investidores individuais aplicaram R$ 81 bilhões em ofertas públicas, com destaque para os FIDCs, que passaram a integrar o cardápio do investidor após mudanças regulatórias nos últimos anos.

Ainda assim, os fundos de investimento seguem como protagonistas, ao lado das próprias instituições financeiras coordenadoras das ofertas, que concentram boa parte das alocações no primário antes da pulverização no secundário.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Renda variável

Se a renda fixa brilhou, a renda variável continuou em ritmo lento. Em 2025, foram realizadas dez operações de follow-on, que somaram R$ 15,5 bilhões, queda de cerca de 20% frente o ano de 2024, enquanto o mercado de IPOs seguiu fechado.

Mesmo assim, a leitura para 2026 é mais construtiva. A Anbima avalia que um ambiente de queda de juros, spreads mais bem definidos e um mercado local mais robusto podem ajudar a reabrir, ainda que gradualmente, a janela para ofertas de ações.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ONDE INVESTIR

Onde Investir em março: as ações para ganhar com dividendos, uma pimentinha de olho na valorização e os FIIs e criptos favoritos para o mês

4 de março de 2026 - 7:00

Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos

MERCADOS HOJE

Medo generalizado com Irã vs. EUA toma conta e Ibovespa despenca quase 5%; dólar sobe acima de R$ 5,30

3 de março de 2026 - 12:19

O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045

DA ROÇA PARA A BOLSA

ROCA11: Ceres Investimentos semeia crédito do agronegócio entre investidores de varejo

2 de março de 2026 - 19:35

Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça

ATÉ QUANDO

Prio (PRIO3) e Petrobras (PETR4) em alta com conflito no Oriente Médio; vale investir? Veja por que a resposta não é tão simples

2 de março de 2026 - 14:32

O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda

SUCESSOR DO ORÁCULO DE OMAHA

Novo CEO da Berkshire Hathaway destaca 4 ações favoritas na primeira carta pós era Warren Buffett

2 de março de 2026 - 13:10

Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio

FECHAMENTO DOS MERCADOS

Ibovespa supera medo da guerra entre EUA e Irã e fecha em alta; petroleiras dominam o pregão

2 de março de 2026 - 8:56

Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu

SOBE E DESCE

Raízen (RAIZ4) desaba quase 40% e vira a pior ação do Ibovespa em fevereiro; MRV (MRVE3) dispara no mês

28 de fevereiro de 2026 - 15:01

Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques

SOB TENSÃO

Petróleo a US$ 100? O que a escalada das tensões no Oriente Médio significa para o mercado — e para a Petrobras (PETR4)

28 de fevereiro de 2026 - 13:21

Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras

DEU RUIM?

Ação da Cosan (CSAN3) cai 5% após Fitch rebaixar a empresa com perspectiva negativa

27 de fevereiro de 2026 - 18:24

A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)

BALANÇO DESAPONTOU?

Ex-Eletrobras, Axia (AXIA3) cai no Ibovespa apesar de ter dobrado o lucro líquido ajustado no 4T25: o que desanimou o mercado?

27 de fevereiro de 2026 - 15:01

Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)

VEJA O QUE FALTA ATÉ LÁ

O maior IPO reverso da história da B3: quando a Bradsaúde vai começar a ser negociada na bolsa?

27 de fevereiro de 2026 - 13:55

Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM

EXPECTATIVA VERSUS REALIDADE

Onda de IPOs está voltando? Diretor do BR Partners (BRBI11) vê mercado ‘tentando acreditar’ na reabertura da janela

27 de fevereiro de 2026 - 13:12

Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez

DE VENDA PARA NEUTRO

BB Investimentos eleva recomendação da Copasa (CSMG3), mas alerta: alta na ação vem da expectativa pela privatização, não do desempenho operacional

27 de fevereiro de 2026 - 10:17

O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento

ATENÇÃO, INVESTIDOR

A bolsa vai mudar de horário — confira o novo cronograma de negociação da B3 a partir de 9 de março

26 de fevereiro de 2026 - 14:01

Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior

'OPORTUNIDADE DOURADA'

Com potencial de alta de 23% em 2026, Aura Minerals (AURA33) é o pote de ouro da carteira do JP Morgan; entenda

25 de fevereiro de 2026 - 18:32

Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa

BTG SUMMIT 2026

‘Experimentem, vocês vão viciar’: mercado de ETFs pode chegar a R$ 1 trilhão no Brasil em alguns anos, dizem gestores

25 de fevereiro de 2026 - 17:46

Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos

CHEGA AOS 250 MIL?

Tem espaço para mais: Ibovespa pode chegar aos 200 mil pontos “logo logo”, diz Itaú BBA; veja previsão para Vale (VALE3) e Petrobras (PETR4)

25 de fevereiro de 2026 - 17:03

No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo

VENCEDORA DA TEMPORADA?

A favorita entre os frigoríficos: JBS (JBSS32), Minerva (BEEF3) ou MBRF (MBRF3)? BTG diz o que esperar do 4T25 e dá o veredito

25 de fevereiro de 2026 - 15:41

Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques

HORA DE COMPRAR?

Mercado Livre (MELI34): ação cai 10% após 4T25, mas isso não significa que a empresa está no caminho errado. O que explica o movimento?

25 de fevereiro de 2026 - 14:38

Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante

BALANÇO 4T25

Mercado Livre (MELI34) tem lucro menor no 4T25, mas frete grátis ‘mostra a que veio’ no Brasil; veja os números

24 de fevereiro de 2026 - 18:54

A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar