Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Money Times

VISÃO DE ESPECIALISTA

Elétricas, petróleo e construtoras: onde se escondem as oportunidades na bolsa, segundo gestores

Apesar das incertezas sobre a demanda no longo prazo, gestor avalia que o risco de preços muito baixos da commodity diminuiu e que setor do petróleo tem potencial de alta

Money Times
31 de março de 2026
15:32 - atualizado às 14:26
Touro da bolsa de valores surfando
Touro da bolsa de valores surfando - Imagem: Imagem gerada por IA

Mesmo com o rali dos últimos meses, ainda há oportunidades para quem quer investir na renda variável. A bolsa de valores brasileira ainda oferece uma relação entre risco e retorno favorável, especialmente em setores com geração de caixa previsível, segundo avaliação de Rafael Fonseca, sócio da BTG Pactual Asset Management.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na visão do gestor, companhias de segmentos como energia elétrica e saneamento, consideradas mais resilientes, seguem apresentando espaço para ganhos expressivos no longo prazo.

“Hoje, nos parece que o grande deslocamento e assimetria está em setores que têm perfil de geração de caixa na sua essência, no seu modelo de negócio, e negociam a uma taxa de desconto alta”, afirmou durante o Global Managers Conference Brasil 2026, evento realizado pela BTG Pactual Asset Management nesta terça-feira (31).

CONFIRA: Não perca nenhum insight do “Onde Investir”, programa do Seu Dinheiro com análises e recomendações de investimento. No SD Select, você tem acesso aos e‑books de todas as edições. Acesse aqui 

“Acho que o setor elétrico e saneamento são exemplos disso. Eles negociam com uma taxa de risco em cima das NTN-Bs (Tesouro IPCA+). Então, você tem a oportunidade de comprar empresas com 11% ou 12% de retorno real, o que é muito interessante”, contou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Petróleo e construção no radar

O executivo também chamou a atenção para companhias de petróleo. Apesar das incertezas sobre a demanda no longo prazo, ele avalia que o risco de preços muito baixos da commodity diminuiu.

Leia Também

“Temos outros investimentos com a visão de que vamos viver um nível de petróleo mais elevado. O barril não vai ficar US$ 110 ou US$ 115 para sempre, mas achamos que está indo por um caminho de enterrar o risco dos US$ 50 ou US$ 60”, pontuou.

Fonseca ressaltou, ainda, oportunidades em construtoras voltadas à baixa renda, impulsionadas principalmente por políticas públicas de habitação.

Segundo ele, essas empresas combinam crescimento com alta rentabilidade, margens elevadas e retorno expressivo sobre o capital, além de múltiplos ainda descontados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“É um setor que está super em voga. Achamos que ele tem tido muito apoio do governo. São companhias que estão fazendo 40% de margem”, afirmou.

SAIBA MAIS: Agora você pode salvar suas matérias favoritas do Seu Dinheiro. Clique em “Salvar”, logo abaixo do título, e reveja suas matérias preferidas quando quiser aqui no SD Select

“Um problema do passado era a alavancagem. Hoje, porém, algumas construtoras já estão desalavancadas, enquanto outras caminham para isso, podendo, inclusive, devolver capital ao acionista, enquanto ainda negociam a 6 ou 8 vezes o lucro”, acrescentou.

Eleições são fator-chave

Apesar do tom construtivo, o gestor ressaltou que o cenário segue condicionado ao ambiente político. “A gente tem um evento central aqui no Brasil, que é a eleição. Ela vai definir um pouco o rumo.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na avaliação dele, uma eventual mudança de direção pode reduzir o custo de capital e destravar valor de forma significativa nos ativos brasileiros.

“Vai ser uma discussão muito intensa ao longo do ano. Mas a gente acha que a assimetria de você comprar essas empresas que estão pautadas por uma taxa de desconto muito alta, muito seguras, muito resilientes, é um risco-retorno bom.”

Fluxo estrangeiro ainda é limitado

Durante sua apresentação, Fonseca também chamou atenção para o baixo nível de investimento global no Brasil, mesmo após a recente entrada de capital estrangeiro.

“A mera normalização da alocação em emergentes, e o Brasil levando 5% desse share, que é mais ou menos o peso do país, é um fluxo da ordem de US$ 30 bilhões a US$ 40 bilhões. A gente não teve nem 20% disso no início do ano”, contou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Estamos vivendo um cenário ainda de baixa alocação e muito potencial de capital vindo para cá.”

O peso do CDI na bolsa

Mas, para além do impulso vindo do investidor estrangeiro, o executivo destacou o impacto dos juros elevados sobre o comportamento da bolsa brasileira.

De acordo com ele, o interesse pela renda variável tende a crescer apenas com a queda do custo de capital.

“No mercado local, não tem como fugir. Vai começar a surgir interesse pela bolsa na medida em que o custo de capital cair, que o CDI cair. Tem muito produto incentivado, livre de imposto, que gera uma atratividade interessante para o investidor local”, afirmou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Tem que olhar as coisas com uma ótica de diversificação. Da mesma forma que quando o juro fechar você vai capturar isso numa NTN-B, na bolsa você pode capturar isso de forma turbinada”, destacou.

André Reis, analista de ações da MFS e que também esteve presente no evento, concordou com a avaliação. “O fluxo local depende de juros. E isso [juros] é consequência do fiscal, que é consequência da eleição.”

“É tentador ficar no CDI a 15% ao ano, mas você pode acabar perdendo um rali na renda variável como o dos últimos 12 meses”, afirmou.

Erros comuns dos investidores

Fonseca e Reis também alertaram para erros recorrentes cometidos por investidores em momentos de incerteza. Um dos principais é assumir que o cenário vai se perpetuar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Todo mundo perpetua o Brasil de hoje em dia como definitivo. Se a bolsa foi mal por anos, passa a ser vista como ruim”, disse o gestor do BTG. “No entanto, a gente tem períodos, como em 2025, em que ela retornou um monte de capital para o investidor que ficou lá paciente e que diversificou.”

“Quando o preço vai contra, te testa muito. Por isso, se manter fiel à tese é fundamental”, prosseguiu, ao defender uma visão prospectiva.

“É importante não perpetuar o status quo e tentar entender como o ambiente pode estar daqui a 6 ou 12 meses, e aí saber se está posicionado de acordo.”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
MERCADOS HOJE

Ibovespa e dólar avançam com mercado dividido sobre a guerra e Galípolo “ganhando tempo”; veja os destaques de hoje

30 de março de 2026 - 11:55

Os mercados começaram a semana sob tensão geopolítica, com guerra no Oriente Médio elevando o preço do petróleo e dividindo investidores, enquanto falas de Galípolo reforçam cautela do BC

FOME DE AQUISIÇÃO

O ‘pacman dos FIIs’ está de volta: GGRC11 fecha compra milionária de galpões; confira os detalhes da operação

30 de março de 2026 - 10:42

De acordo com o FII, a operação, que ainda depende do cumprimento de condições precedentes, com expectativa de fechamento até o fim de abril

QUEM EMAGRE E QUEM GANHA PESO

Fenômeno das canetas emagrecedoras: o “clique” de R$ 50 bilhões que está chacoalhando a bolsa brasileira

28 de março de 2026 - 17:15

Itaú BBA fez uma lista de ações que ganham e que perdem com a popularização do medicamento; confira o ranking

ANOTE NA AGENDA

Depois de sobreviver à guerra e acumular 3% de alta, Ibovespa dá de cara com dados de emprego na semana

28 de março de 2026 - 12:35

Do Caged ao Payroll, a semana será de temperaturas elevadas para a economia global; saiba como os indicadores e as tensões no Oriente Médio mexem com o seu bolso

COMMODITIES, CARRY E ELEIÇÃO

Real barato e petróleo no radar: por que o Bank of America aposta no Brasil contra o México

28 de março de 2026 - 11:32

Com o petróleo em alta e um carry trade atrativo, o BofA Securities aposta na moeda brasileira; confira os alvos da operação e como o cenário eleitoral pode ditar o ritmo do câmbio

O PRÊMIO DE CADA SHOPPING

Multiplan (MULT3), Iguatemi (IGTI11) ou Allos (ALOS3)? Bradesco BBI diz qual é a ‘favorita’ em receita, escala e consistência

27 de março de 2026 - 18:15

Analistas se debruçaram sobre as diferenças das ações de shoppings e afirmam que a qualidade dos portfólios justifica o patamar de preços de cada papel

FII EXPERIENCE 2026

‘O jogo dos FIIs mudou completamente’: Luiz Augusto, sócio fundador da TRX, conta a estratégia da gestora para crescer na nova fase do mercado

27 de março de 2026 - 14:12

O setor caminha para uma redução no número de fundos imobiliários e um foco em veículos maiores, mais robustos e líquidos

DINHEIRO NA CONTA

Renda extra vai pingar: B3 (B3SA3) pagará R$ 372,5 milhões em juros sobre capital próprio — até quando investir para ter direito?

27 de março de 2026 - 13:11

Data máxima para investir nas ações da B3 e ter direito ao pagamento se aproxima; confira o valor por ação e o calendário para a renda extra cair na conta

VEJA DETALHES DO BALANÇO

Azul (AZUL53) tem prejuízo 330% maior em 2025 e projeta ‘voo eficiente’ para este ano

27 de março de 2026 - 12:57

Companhia reporta lucro de R$ 125 milhões no ano passado após prejuízo bilionário em 2024, enquanto resultado ajustado aponta perda de R$ 4,3 bilhões; veja os números

FII EXPERIENCE 2026

FIIs de shopping centers estão com os dias contados? Gestores dizem que não — e a reforma tributária é um dos motivos

26 de março de 2026 - 19:58

Durante evento FII Experience, gestores dizem que o mercado ainda não percebeu os valores patrimoniais desses ativos, que seguem descontados na bolsa

QUEM LEVA ESSA?

Na mira do dinheiro gringo: Goldman elege o Brasil entre emergentes e revela as ações para lucrar

26 de março de 2026 - 18:15

Apesar da fuga de US$ 44 bilhões dos emergentes, país atrai capital e pode se beneficiar quando o cenário virar; veja onde investir, segundo o banco

IMERSÃO MONEY TIMES

“Para quem estava com medo da bolha em IA, agora é hora de entrar”: tensão global derruba ações e abre ponto de entrada

26 de março de 2026 - 16:00

Em painel do evento Imersão Money Times, especialistas apontaram que a correção recente no mercado de IA abriu espaço para novos investimentos; veja como se expor

O MOTOR DO PREGÃO

Petrobras (PETR4) descobre novo poço, mas rali vem de fora e puxa petroleiras em bloco na bolsa

26 de março de 2026 - 13:50

Movimento do dia vai além do noticiário da estatal — e ajuda a explicar o comportamento do setor

UM ATIVO, UMA INQUILINA

Vinci Logística (VILG11) quer pagar R$ 56,1 milhões pelo único ativo de outro FII de logística; entenda a operação

26 de março de 2026 - 12:40

O empreendimento está localizado em Pernambuco e, atualmente, é ocupado por apenas uma inquilina

HASTA LA VISTA, BABY

Nova carteira: 4 ações devem dar adeus ao Ibovespa em maio, segundo Itaú BBA, e IRB(Re) (IRBR3) é uma delas

25 de março de 2026 - 15:10

Companhias em recuperação judicial ou cujo preço dos ativos é inferior a R$ 1,00 (penny stock) não são elegíveis, por exemplo

PARA IR ÀS COMPRAS

Renda passiva: Allos (ALOS3) anuncia pagamento de R$ 438 milhões em JCP e dividendos; veja datas e valores por ação

25 de março de 2026 - 11:02

Na semana passada, a Allos recebeu, pela primeira vez, o rating AAA.br da Moody’s Local Brasil, com perspectiva estável;; a nota máxima indica que a companhia possui extrema solidez financeira e baixo risco de crédito

SINAL VERDE PARA INVESTIR

Itaúsa (ITSA4): ‘presente’ de R$ 8,7 bilhões e outros dois gatilhos podem impulsionar a ação, diz Bradesco BBI; o que está em jogo?

23 de março de 2026 - 19:57

Desde o início do ano, o papel da holding já saltou 17% — acima do Ibovespa, que sobe 13,7% em 2026

ENTENDA O MOVIMENTO

Maior alta do Ibovespa: por que as ações da MBRF (MBRF3) dispararam hoje e o que Trump tem a ver com isso

23 de março de 2026 - 17:44

Movimento reflete esperança de reabertura de mercados no Oriente Médio, região chave para a empresa

VEJA DETALHES DO NEGÓCIO

Parceria bilionária entre Cyrela (CYRE3) e Helbor (HBOR3) anima mercado e agrada BTG, mas há um ‘porém’; veja qual e o que fazer com as ações

23 de março de 2026 - 14:36

Parceria para projeto no Minha Casa Minha Vida impulsiona ações de Helbor e Cyrela, reforça estratégia de desalavancagem e geração de caixa e sustenta visão construtiva do BTG para os papéis, mas impacto de curto prazo é limitado

5° MELHOR DIA DESDE 2021

Trégua na guerra dá fôlego ao Ibovespa, que salta mais de 3%, enquanto dólar cai a R$ 5,2407; apenas uma ação ficou no negativo

23 de março de 2026 - 12:13

Trégua no Oriente Médio alivia temores sobre energia, derruba o petróleo e impulsiona ativos de risco. Ibovespa avançou mais de 3%, aos 181.931 pontos; o dólar à vista caiu. 1,29%, a R$ 5,2407; Prio foi a única queda

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia