O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Depois do fracasso das negociações entre EUA e Irã no final de semana, investidores encontraram um respiro nas declarações de Trump sobre a guerra

O dólar à vista caiu abaixo da barreira psicológica de R$ 5,00 pela primeira vez em dois anos nesta segunda-feira (13). O movimento não foi um espasmo isolado do real, mas uma coreografia ensaiada com o exterior — sob o ritmo de Donald Trump.
Em uma reviravolta no cenário de tensões geopolíticas, o presidente norte-americano afirmou que o Irã entrou em contato com os EUA manifestando "muito interesse" em fechar um acordo.
A sinalização acontece após o colapso das negociações em Islamabad no final de semana, que, mais cedo, reacendeu as preocupações de que a guerra no Irã poderá durar mais do que o esperado, levando a preços mais altos do petróleo — uma dor de cabeça para as economias globais.
Na manhã de hoje, tanto o WTI — referência para o mercado norte-americano — como o Brent — referência para o mercado internacional, inclusive para a Petrobras — voltaram a encostar nos US$ 100 o barril, fechando a US$ 99,08 e US$ 99,36, respectivamente.
Depois de chegar na mínima da sessão a R$ 4,9835, o dólar à vista fechou o dia com queda de 0,29%, cotado a R$ 4,9970. No mês, a moeda norte-americana acumula baixa de 3,5%. No ano, a queda é de 9%.
A última vez que o dólar havia fechado abaixo de R$ 5,00 foi em 27 de março de 2024, quando encerrou a sessão negociado a R$ 4,98.
Leia Também
Embora o Irã ainda não tenha confirmado a investida diplomática, a sinalização de um diálogo foi o suficiente para acalmar os nervos em Wall Street e derrubar os yields (rendimentos) dos Treasurys.
Os yields da T-note de dois anos chegaram a cair a 3,782%, os de dez anos recuaram a 4,303% e os de 30 anos cederam a 4,905%.
Com os juros norte-americanos cedendo e o índice DXY — que mede o dólar contra uma cesta de moedas fortes — operando em baixa de 0,12%, o caminho ficou livre para o real ganhar terreno.
Mas não foi só a moeda brasileira que avança. A bolsa acompanha os ganhos. O Ibovespa terminou o dia em alta de 0,34%, aos 198.000,71 pontos, embalado pela sinalização de Trump sobre o Irã.
Em Nova York, as bolsas fecharam em alta, com o S&P 500 apagando perdas desde o início da guerra, após declarações de Trump.
O Dow Jones fechou em alta de 0,63%, aos 48.218,25 pontos. O S&P 500 subiu 1,02%, aos 6.886,24 pontos. O Nasdaq ganhou 1,23%, aos 23.183,74 pontos.
Antes das declarações de Trump, as bolsas da Europa fecharam em queda refletindo o fracasso nas negociações do final de semana.
POTENCIAL
INQUILINO NA ÁREA
NO BOLSO DO COTISTA
HORA DE COMPRAR?
O QUE FALTA?
AGORA VAI?
A SEMANA NA BOLSA
RENDA RECORRENTE
POTENCIAL NA TERCEIRIZAÇÃO
ADEUS, BOLSA
O JOGO VIROU
BALANÇO DOS BALANÇOS
CHAT, QUANTO VALE A OPENAI?
IPO HISTÓRICO
MEXENDO NO PORTFÓLIO
BYE BYE, BRASIL
NO RITMO DO PETRÓLEO
VACAS MAGRAS
SALTO DE QUASE 10%
LOJAS DA ARMANI, NIKE, LACOSTE...