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A expectativa é reduzir entre R$ 15 bilhões e R$ 18 bilhões ainda neste ano, criando condições para que a companhia invista em segmentos mais promissores

Em mais uma tentativa de reorganizar as contas, a CSN (CSNA3) anunciou nesta quinta-feira (15) que vai iniciar um plano para vender parte de seus ativos importantes, com a meta de reduzir dívidas bilionárias e reforçar sua saúde financeira.
Conforme o comunicado, a CSN pretende diminuir entre R$ 15 bilhões e R$ 18 bilhões o endividamento ainda neste ano. A ideia é que, com menos dívidas, a maior indústria siderúrgica do país possa focar em negócios mais lucrativos e com maior potencial de crescimento.
A empresa espera que essa estratégia permita, em até oito anos, alcançar o potencial de dobrar o Ebitda — que são os lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização — e atingir uma alavancagem sustentável em torno de uma vez a sua relação dívida líquida/Ebitda.
“As vendas de participação nos ativos estarão sujeitas a condições usuais a transações similares, incluindo obtenção de aprovações legais, concorrenciais e regulatórias, sem prejuízo de outras a serem eventualmente previstas nos documentos definitivos das respectivas operações”, diz o fato relevante.
Por volta das 13h (de Brasília), as ações da companhia caíam 4,77%. No último ano, entanto, CSNA3 acumula alta de 22,6%. No mesmo horário, o Ibovespa subia 0,11%, aos 165.335,26 pontos.
Como etapa inicial desse plano, em 2025 a companhia concretizou a venda de 11% da MRS para a CSN Mineração (CMIN3), transação que resultou em uma captação de R$ 3,35 bilhões.
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A partir de 2026, o plano avança com a análise de ativos em diferentes áreas do grupo — como infraestrutura, cimentos e siderurgia — sempre orientado pela busca de geração de caixa e pela disciplina na alocação de capital.
O material apresentado ressalta que os projetos identificados estão alinhados a um portfólio mais compacto e eficiente, sustentado por ativos de padrão internacional, sobretudo nos segmentos de mineração e infraestrutura, que concentram grande parte das oportunidades de expansão da empresa.
*Com informações do Money Times
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