Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
VISÃO DO GESTOR

SPX diminui aposta no Banco do Brasil e vê oportunidade rara no crédito soberano da Argentina

Com spreads comprimidos travando o mercado local de títulos de dívida, a SPX afina a estratégia para preservar relação risco-retorno em fundos de crédito

argentina, real, brasil, peso, criptomoedas
Imagem: Montagem Seu Dinheiro

O mercado de crédito atravessa um período de prêmios comprimidos em relação aos títulos públicos e poucas oportunidades óbvias. Ainda assim, a SPX vem encontrando brechas para gerar retorno em seus fundos de dívida — seja por ajustes pontuais na carteira local, seja por apostas mais ousadas no cenário internacional.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dos R$ 58 bilhões sob gestão da SPX, cerca de R$ 8 bilhões estão alocados em fundos de crédito. Segundo a gestora, a captação deste ano se concentrou principalmente nos fundos incentivados, que contam com isenção de imposto de renda. Ainda assim, os fundos tradicionais e os de previdência também registraram captação positiva.

O grande desafio é bater o CDI, benchmark que acompanha a taxa básica de juros e hoje roda na casa de 15% ao ano. 

Foi nesse contexto que a SPX detalhou suas estratégias em conversa com a Empiricus para o relatório mensal de fundos, que acompanha de perto as carteiras do SPX Seahawk e do SPX Seahawk Plus.

Crédito local: menos exposição ao Banco do Brasil

Dentre os principais movimentos recentes na carteira de crédito local, o relatório da Empiricus destaca a redução da posição da SPX no Banco do Brasil. A gestora diminuiu a exposição de 5% para 2% em papéis de dívida do banco.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo a gestora, o corte não reflete preocupação com a saúde financeira do banco estatal, mas sim cautela em relação ao risco político. A casa prefere se antecipar a uma possível pressão vendedora do mercado caso avancem as tensões envolvendo a Lei Magnitsky, o STF e o BB.

Leia Também

RENDA FIXA

Tesouro Direto: Tesouro IPCA+ está pagando 8,3% acima da inflação — oportunidade ou risco? Descubra se vale a pena travar esses juros agora

RENDA FIXA

Retorno do crédito privado ainda não compensa o risco que o investidor está correndo, diz Sparta

Como os salários dos ministros do Supremo passam pelo Banco do Brasil, a instituição se tornou um dos alvos mais sensíveis em meio às ameaças de sanções norte-americanas contra o ministro Alexandre de Moraes.

A decisão já se mostrou acertada: os spreads — diferença de taxa entre títulos corporativos e públicos — do BB se abriram marginalmente no último mês. Na prática, isso significa queda no preço dos papéis, já que taxa e preço andam em direções opostas.

Mesmo assim, a SPX segue otimista com os fundamentos do banco. Caso a tendência de abertura dos spreads continue, a gestora afirmou à Empiricus que pode voltar a aumentar a posição.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No curto prazo, a estratégia foi diversificar em outras instituições financeiras para preservar a relação risco-retorno da carteira.

Bonds vs. debêntures: uma arbitragem incomum

Outra estratégia do momento é a arbitragem entre títulos locais e bonds internacionais. Nessa operação, o investidor compra e vende ativos relacionados ao mesmo tempo para obter lucro com a diferença de preços.

Segundo a Empiricus, são raros os momentos em que se abrem janelas de oportunidade para operações deste tipo. Por acaso agora o mercado de crédito internacional tem se comportado de forma parecida com o brasileiro: juros altos e spreads bem comprimidos.

Para que a arbitragem funcione, o spread de um bond no exterior — já ajustado pelo câmbio — precisa ficar menor do que o de uma debênture da mesma companhia no Brasil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O relatório afirma que a SPX avaliou três companhias recentemente e conseguiu estruturar posições em duas delas, embora os nomes não tenham sido revelados.

Argentina entra no radar

Se o mercado brasileiro exige criatividade, o cenário internacional abre espaço para apostas ousadas. Um dos movimentos mais diferentes da SPX foi montar uma exposição — ainda que pequena — a crédito soberano da Argentina.

A tese se apoia nas reformas do governo Javier Milei, que já produziram efeitos perceptíveis: inflação em desaceleração, crescimento econômico em recuperação e maior flexibilidade cambial.

Para a gestora, esse ambiente cria uma oportunidade rara em um ativo que, até pouco tempo atrás, era descartado pela maior parte do mercado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
renda fixa 31 de maio de 2026 - 12:00
Imagem comparativa entre o Tesouro Reserva, CDB e Poupança 29 de maio de 2026 - 12:30
Imagem com um relógio para indicar investimentos que funcionam 24 horas por dia 27 de maio de 2026 - 7:33
Cerimônia de toque de campainha do Tesouro Reserva na B3 11 de maio de 2026 - 13:50
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar