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Dado reflete a busca do governo argentino por estabilidade em meio a reformas profundas e acordo com o FMI
A Argentina registrou uma inflação mensal de 1,9% em julho, uma aceleração em relação ao 1,6% de junho, mas abaixo do limite psicológico de 2% pelo terceiro mês consecutivo. No acumulado de 12 meses, a taxa anual recuou para 36,6%, o menor patamar em quase cinco anos e o nível mais baixo desde dezembro de 2020.
O combate à inflação é uma das principais bandeiras do governo de Javier Milei, que assumiu a Casa Rosada em dezembro de 2023 com uma inflação acumulada de 211,4%.
Sua administração implementou um ajuste econômico drástico, que paralisou obras federais, interrompeu repasses para os estados e cortou subsídios de serviços essenciais como água, gás, luz e transporte público.
A política de austeridade foi anunciada em sua campanha eleitoral e reiterada na posse como uma política da motosserra.
Embora as medidas tenham levado a um aumento expressivo nos preços ao consumidor e intensificação da pobreza no primeiro semestre de 2024, o governo conseguiu uma sequência de superávits das contas públicas e retomou a confiança dos investidores.
Em julho, alguns setores impulsionaram a aceleração pontual da inflação na Argentina.
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Recreação e cultura lideraram com 4,8% de alta mensal, seguidos por transportes e restaurantes, ambos com 2,8%.
A inflação do mês também ganhou algum impulso devido ao choque de aumentos nos preços regulados, pressionados pelo peso. A moeda argentina teve seu pior mês desde 2023, perdendo mais de 12% de seu valor em relação ao dólar.
Uma desvalorização desse nível não acontecia desde a depreciação promovida por Milei no início de seu governo.
Entretanto, Milei e o ministro da Economia, Luis Caputo, celebraram os dados de inflação. O presidente argentino chegou a chamar Caputo de "o melhor ministro da Economia da história" em suas redes sociais.
O próprio Caputo destacou que a dinâmica de inflação abaixo de 2% mensal não ocorria desde novembro de 2017.
A melhora nos indicadores econômicos possibilitou que Milei firmasse um acordo de US$ 20 bilhões em empréstimos com o Fundo Monetário Internacional (FMI) em abril.
Este repasse de recursos, somado às antigas dívidas do país com o FMI, representa um voto de confiança no programa econômico do presidente argentino. Reduzir a inflação é crucial para este acordo, assim como manter a taxa abaixo de 2% ao mês.
O banco central da Argentina já diminuiu os controles cambiais, introduzindo um câmbio flutuante, e o governo tomou medidas para injetar dólares na economia, como permitir o uso da moeda norte-americana que não foi declarada e flexibilizar o mercado de títulos públicos.
O objetivo final é estabilizar a inflação, fortalecer as reservas do país, melhorar o câmbio e atrair investimentos.
Economistas do FMI estimam que a inflação argentina terminará o ano de 2025 em 27%, uma desaceleração significativa em relação aos 117,8% do ano passado.
*Com informações do G1 e Folha de S.Paulo.
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