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O banco realizou algumas alterações na carteira de ações internacionais em março, com novas oportunidades de ganho em meio ao ciclo de juros do Fed
Em um cenário no qual o mercado monitora cada passo do Federal Reserve (Fed), o BTG Pactual decidiu recalibrar a estratégia internacional, de olho nas oportunidades para o investidor lucrar em dólar.
Embora o banco central norte-americano siga em tom de cautela com os juros, os analistas do BTG já notam um "balanço de riscos mais equilibrado" entre a inflação e o emprego nos EUA.
A expectativa é que, após uma aceleração no primeiro semestre, o núcleo do índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) perca fôlego na segunda metade do ano, abrindo caminho para uma dinâmica mais favorável.
Para abrir espaço para as novidades, o BTG passou limou nomes de peso da carteira de BDRs (Brazilian Depositary Receipts): Eli Lilly (LILY34) e Tesla (TSLA34) deram adeus ao portfólio.
Além disso, o banco reduziu a exposição em gigantes como Microsoft (MSFT34) e Amazon (AMZO34).
Confira as três novas apostas para o mês:
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Apesar de um fevereiro difícil — no qual a carteira do BTG recuou 6,4% frente à queda de 5,1% do índice BDRX — o otimismo com o Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA. A projeção é de um crescimento de 2,2% em 2025 e continuidade em 2026.
Nem mesmo o frio intenso ou os efeitos do último shutdown do governo parecem abalar a visão de longo prazo, embora o BTG admita que o primeiro trimestre deste ano possa apresentar alguma volatilidade no setor de serviços e na atividade geral devido a esses fatores temporários.
*Com informações do Money Times
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