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Com o espaço aéreo fechado desde sábado (28), cidades dos Emirados Árabes Unidos se aliam com hotelaria para administrar milhares de turistas presos no país após ataques iranianos
Um dos principais hubs de turismo e luxo do Oriente Médio e do mundo, Dubai teve sua segurança ameaçada neste fim de semana. A metrópole foi alvo de mísseis e drones iranianos como a resposta à ofensiva militar coordenada entre Estados Unidos e Israel que matou o líder supremo do Irã, o aiatolá Ali Khamenei, no último sábado (28).
A ação compõe uma série de ataques coordenados do Irã a aliados dos Estados Unidos na região. No domingo (1º), uma nota do Ministério da Defesa dos Emirados Árabes Unidos afirmou que o país foi alvo de 137 mísseis e 209 drones. A maior parte deles teria sido interceptado.
Desde sábado (28), porém, o espaço aéreo de várias cidades do Oriente Médio segue fechado e o impacto já atinge milhares de voos. De acordo com a Autoridade Geral de Aviação Civil dos EAU, a situação já afeta mais de 20 mil passageiros.
Como resposta, o Departamento de Economia e Turismo de Dubai enviou um comunicado à rede hoteleira da cidade com recomendações enquanto a cidade lida com as consequências dos ataques aéreos iranianos.
Por e-mail, os hotéis de Dubai receberam orientação de estender as estadias dos hóspedes sob os mesmos termos de suas reservas originais, até que a situação se normalize. Assim, operadores deverão notificar o Departamento de Turismo sobre os casos de extensão, com detalhes da reserva, duração original e quaisquer outros desafios encontrados.
"É importante que nenhum hóspede seja despejado sob estas circunstâncias", diz o documento emitido em Dubai, segundo o jornal britânico Express.
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Um dos principais destinos de turismo e negócios do planeta, Dubai recebeu cerca de 20 milhões de turistas em 2025. Sua hotelaria é considerada uma das mais luxuosas do mundo. No último fim de semana, porém, cenas de incêndios próximos a regiões conhecidas chocaram visitantes e tomaram as redes sociais.

Uma das explosões registradas ocorreu próxima ao hotel Fairmont The Palm Hotel. Ele fica localizado em Palm Jumeirah, famosa ilha artificial em formato de palmeira. No entardecer de sábado, o local foi alvo de uma grande explosão, que quebrou vidros e deixou quatro pessoas feridas.

Outro ícone da opulência de Dubai atingido foi o Burj Al Arab. Considerado o "primeiro hotel 7 estrelas do mundo", o hotel fica próximo à praia de Jumeirah e tem diárias de até 120 mil dirrãs (cerca de R$ 169 mil).

No início deste domingo (1º), no entanto, o edifício de 60 andares foi alvo de explosões e incêndio causados por destroços de um drone interceptado.

Situação semelhante ocorre em Abu Dhabi, a capital dos Emirados Árabes Unidos. Também alvo de ataques iranianos, a cidade chegou a ter uma vítima fatal, além de sete feridos em um incidente próximo ao Zayed International Airport.
O governo local também orientou hotéis a estender as reservas de hóspedes. De acordo com o documento emitido, todos os custos ficarão a cargo do Departamento de Turismo.
"A luz das circunstâncias atuais e dado que alguns visitantes atingiram sua data de check-out impossibilitados de viajar por motivos alheios a seu controle, solicitamos gentilmente que estendam suas reservas até que estejam livres para partir", diz o comunicado, emitido dia 28 de fevereiro.

Um local que também se viu cercado por incertezas e interrupção nas atividades foi o porto de Jebel Ali. Considerado o maior hub de contêineres do Oriente Médio, o espaço (e a zona livre de impostos onde fica) responde por cerca de 36% do PIB da cidade.
Atingido por destroços de um míssil interceptado, o porto teve de controlar incêndios e viu diversos navios desviarem seus itinerários como consequência. Assim, centenas de navios próximos ao Estreito de Ormuz interromperam seus itinerários. De acordo com a Reuters, aliás, a Guarda Revolucionária do Irã teria interrompido a circulação de navios pela passagem. A informação ainda requer confirmação pelo governo iraniano.
Com informações de The Independent, BBC, Le Monde, Fortune, Express, Mirror, CNN Travel, Gulf News e The National.
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