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Acordos preliminares entre representantes dos Estados Unidos e China ainda devem passar pela aprovação de Donald Trump; enquanto isso prazo de 1º de agosto continua em vigor para o Brasil e o mundo
Enquanto alguns não têm tempo para nada, outros têm tempo de sobra para organizar a casa. A dicotomia fica evidente quando se compara a China e o resto do mundo nas negociações tarifárias com os Estados Unidos.
Enquanto a maioria das nações corre contra o relógio para tentar conter o caos gerado pelas medidas de Donald Trump — como o Brasil, prestes a enfrentar tarifas de 50% —, Pequim ganhou mais uma extensão no prazo para se acertar com a Casa Branca, pelo menos segundo representantes do governo de Xi Jinping.
Já o secretário do Tesouro dos EUA, Scott Bessent, e o Representante Comercial, Jamieson Greer, disseram a repórteres nesta terça-feira (29) que irão relatar os avanços diretamente ao presidente Donald Trump, que tomará a decisão final sobre a extensão.
Bessent também afirmou que fará um briefing para Trump nesta quarta-feira (30) sobre os pontos pendentes do acordo. “São questões pequenas” e “relacionadas principalmente à delegação chinesa”, disse.
Entre as possibilidades na mesa, está uma nova prorrogação de 90 dias, afirmou o secretário.
Os anúncios desta terça-feira vieram após uma nova rodada de conversas entre as duas maiores economias do mundo na Suécia.
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Apesar de ainda não significar um fim para as tensões comerciais, o avanço das negociações sinaliza uma abordagem pragmática da crise entre Washington e Pequim.
A perspectiva chinesa das conversas veio do vice-ministro do Comércio da China, Li Chenggang.
Segundo ele, a trégua tarifária que mantém tarifas de 30% para produtos chineses exportados aos EUA será mantida.
"De acordo com o consenso entre China e EUA, ambos os lados continuarão a trabalhar para a prorrogação da pausa sobre os 24% das tarifas recíprocas do lado dos EUA, bem como das contramedidas do lado chinês", disse Li após o encontro, segundo o South China Morning Post.
O principal negociador de Pequim teria destacado que os dois lados ficaram satisfeitos com a implementação do acordo fechado na rodada anterior de negociações, em Genebra e Londres.
Ele também relatou que as delegações trocaram percepções sobre os cenários macroeconômicos e tiveram discussões “francas” sobre preocupações mútuas.
A decisão final agora cabe à Donald Trump. Sem um novo acordo, as tarifas dos EUA sobre a China voltam automaticamente para 34% — ou qualquer patamar que o presidente decidir, afirmou Bessent.
No último domingo (27), na Escócia, Donald Trump e Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, anunciaram um novo acordo que estabelece tarifa de 15% sobre exportações da União Europeia para os EUA — metade dos 30% que estavam inicialmente sobre a mesa.
Além da trégua tarifária, o pacote prevê US$ 600 bilhões em investimentos europeus na economia americana, com foco em setores estratégicos como energia, infraestrutura e tecnologia.
O acordo, no entanto, não escapou das críticas. Karl Falkenberg, ex-diretor-geral adjunto da Direção do Comércio da Comissão Europeia, disparou: “Seria difícil imaginar um acordo pior”.
“Isso nos lembra que a UE ainda é um gigante econômico e um anão político. Trump conseguiu uma mudança substancial nas tarifas, sem qualquer reequilíbrio por parte da União Europeia”, completou Falkenberg.
As principais queixas recaem sobre a manutenção de tarifas em setores-chave como vinhos, carros e itens de luxo, que somaram US$ 2 trilhões em comércio no ano passado. Outro ponto controverso foi a cláusula de não retaliação por parte da UE.
Saiba mais sobre a repercussão do acordo tarifário com a União Europeia aqui.
Enquanto China e União Europeia já conseguiram ao menos sentar à mesa de negociação, o Brasil segue tentando encontrar uma cadeira.
Na sexta-feira, 1º de agosto, entra em vigor a tarifa de 50% sobre produtos brasileiros vendidos aos EUA. E o tempo para reagir está cada vez mais curto.
Fontes do governo Lula indicam que o Brasil ainda não conseguiu nem agendar uma conversa formal com os americanos. A ministra da Secretaria de Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann, afirmou nesta terça-feira que Lula só procurará Trump quando houver sinal verde do outro lado.
"Trump disse que não quer conversar agora", afirmou Gleisi, ressaltando que um diálogo entre chefes de Estado "não é telemarketing", e exige preparação prévia.
O senador Jaques Wagner (PT-BA), líder do governo no Senado, disse que o foco da missão brasileira em Washington é conseguir uma extensão do prazo de entrada em vigor das tarifas. "A carta foi de 9 de julho para valer no dia 1º de agosto, são menos de 30 dias, então não é razoável", afirmou a jornalistas.
Na manhã desta terça-feira, os senadores brasileiros se reuniram com o democrata Martin Heinrich, do Novo México. Segundo Wagner, o parlamentar expressou preocupação com os efeitos inflacionários que a tarifa brasileira pode causar nos EUA, especialmente no setor de construção, devido ao aumento no preço da madeira.
O senador Esperidião Amin também reforçou que o Brasil deveria receber o mesmo tratamento dado a outros países, como a China. "Um prazo razoável seria o mesmo que foi dado a todos os outros. Inclusive a China, que ganhou agora mais três meses de prazo", disse.
*Com informações da Bloomberg, CNBC, South China Morning Post, Estadão Conteúdo e Dow Jones Newswires
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