🔴 TOUROS E URSOS: PETRÓLEO EM DISPUTA: VENEZUELA, IRÃ E OS RISCOS PARA A PETROBRAS – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Carolina Gama

Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.

O DIA DA LIBERTAÇÃO

O Super Bowl das tarifas de Trump: o que pode acontecer a partir de agora e quem está na mira do anúncio de hoje — não é só a China

A expectativa é de que a Casa Branca divulgue oficialmente os detalhes da taxação às 17h (de Brasília). O Seu Dinheiro ouviu especialistas para saber o que está em jogo.

Carolina Gama
2 de abril de 2025
6:01 - atualizado às 17:33
trump dolar
Imagem: Shutterstock

Não vai ter banda famosa, fogos de artifício ou hino dos EUA, mas poderia. Nesta quarta-feira, 2 de abril, os norte-americanos vão celebrar o que o presidente Donald Trump vem chamando de Dia da Libertação, quando as tão faladas tarifas recíprocas — e não só elas — entram em vigor no país

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"O 2 de abril é o Dia da Libertação dos EUA!", escreveu Trump no Truth Social. "Por décadas fomos enganados e abusados ​​por todas as nações do mundo, tanto amigas quanto inimigas. Agora é finalmente hora de os bons e velhos EUA recuperarem um pouco desse dinheiro e respeito. Deus abençoe os EUA!"

Trump se refere às tarifas recíprocas, que funcionam como o próprio nome diz: os EUA passam a taxar os países no mesmo percentual em que são taxados.

Além das tarifas recíprocas, o governo Trump também deve anunciar a entrada em vigor nesta quarta-feira (2) da taxação de 25% do setor automotivo, dos produtos farmacêuticos e dos semicondutores, entre outros itens. 

Apesar de a Casa Branca estar promovendo o 2 de abril como uma espécie de Super Bowl de tarifas, especialistas dizem que Trump pode, mais uma vez, estar oferecendo um show de retórica, mas pouca ação na prática. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso porque membros do governo vinham afirmando que um lote significativamente reduzido de tarifas vai entrar em vigor hoje, com o restante a ser divulgado em um futuro próximo. 

Leia Também

Até a publicação desta matéria, a Casa Branca não havia divulgado a lista oficial das tarifas que passam a valer agora. A expectativa é de que o anúncio oficial aconteça às 17h (de Brasília) de hoje. 

“Ninguém sabe ao certo o que pode acontecer, nem mesmo Trump. O caráter das coisas ainda é muito especulativo”, disse Matheus Spiess, analista da Empiricus Research, antes da entrada das tarifas em vigor. 

O próprio Trump chegou a reconhecer que estava considerando emitir exceções sobre os impostos, afirmando que tarifas decretadas com marreta em vez de bisturi podem infligir danos indevidos aos norte-americanos e aos interesses dos EUA.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Eu não mudo. Mas a palavra 'flexibilidade' é uma palavra importante", disse Trump.

"Então haverá flexibilidade, mas basicamente é recíproco", acrescentou ele, observando que a maioria das tarifas simplesmente igualará os impostos dos países estrangeiros dólar por dólar, sem exceções.

De qualquer maneira, investidores e a população norte-americana estão preocupados com o que pode acontecer. Pesquisa realizada pelo YouGov, em parceria com a CBS News, aponta que 72% dos norte-americanos esperam aumento de preços no curto prazo devido à política tarifária de Trump, e 47% veem impacto inflacionário no longo prazo. 

Apenas 5% dos entrevistados acreditam em um impacto deflacionário das tarifas no curto prazo, e 29% no longo prazo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo o levantamento, que ouviu 2.609 pessoas entre 27 e 28 de março, 55% dos entrevistados afirmaram que o governo Trump está focando muito em aplicar tarifas, enquanto 64% pensam que a administração não está priorizando o suficiente baixar os preços para ajudar a economia.

Atualmente, 60% dos norte-americanos se dizem insatisfeitos com a economia dos EUA.

Os 15 sujos na mira de Trump

Trump tomou posse em janeiro e ordenou que as agências federais investigassem praticamente todos os parceiros comerciais dos EUA para avaliar qual tarifa recíproca aplicar em cada caso — o foco eram parceiros com grandes desequilíbrios comerciais.

No mês passado, o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, chegou a afirmar que os alvos seriam 15% dos países — ou os “15 sujos”, como ele costuma dizer — com os quais os EUA têm relações comerciais. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Trump contestou e disse na semana passada que “todos os países seriam alvo das tarifas recíprocas”. 

Olhando para os dados do censo federal de 2024, os EUA tiveram os maiores déficits comerciais com China, União Europeia (UE), México, Vietnã, Taiwan, Japão, Coreia do Sul, Canadá, Índia, Tailândia, Suíça, Malásia, Indonésia, Camboja e África do Sul.

De acordo com dados da Casa Branca, a introdução de tarifas recíprocas e níveis de tarifas correspondentes dos parceiros comerciais mais relevantes dos EUA resultaria em uma redução geral do déficit comercial bilateral de 4% e 5%, respectivamente. 

Fonte: Casa Branca

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Em nossa opinião, esse é um investimento pesado para um retorno bastante escasso. Interromper anos de relações comerciais e diplomáticas, criar incerteza e mergulhar os mercados financeiros em turbulência certamente pode ser evitado tratando a questão com mais elegância”, diz Inga Fechner, economista sênior do ING. 

O BTG fez um cálculo baseado na razão-exportação, no qual o total de importações do país é dividido pelo total de exportações para o país. O objetivo é avaliar as trocas pela balança comercial do país com os EUA. 

Dos 50 países analisados, o Vietnã é o que tem a razão importação-exportação mais alta: 11,4. Isso significa que, para cada US$ 1 bilhão em exportações para o Vietnã, os EUA importam US$ 11,4 bilhões do Vietnã. 

Embora o maior déficit comercial dos EUA seja com a China, a razão importação-exportação fica em quinto lugar na lista de países. O Brasil é o 47º do ranking. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A tabela abaixo mostra os cinco países com as maiores taxas:

PaísRazão importação-exportação
Vietnã11,4
Irlanda4,76
Tailândia3,59
China2,85
Indonésia2,73
Fonte: BTG Pactual

“Países como Vietnã, Tailândia, China e Indonésia apresentam índices mais elevados devido às relações comerciais assimétricas com os EUA. Outros países, como a Índia, cuja balança comercial com os EUA é mais diversificada, também indicam um ganho relevante com a adoção de tarifas recíprocas”, diz a equipe do BTG responsável pelos cálculos. 

“Da mesma forma, produtos amplamente importados de diferentes origens, como cereais, vegetais e móveis, surgem como setores atrativos para a imposição de tarifas”, acrescentam.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Leia também:

Mercados reagem mal à guerra tarifária de Trump

As tarifas de Trump derrubaram os mercados nas últimas semanas, alimentando preocupações com a aceleração da inflação nos EUA e com a recessão

E os investidores têm motivo para se preocupar. Antes de as tarifas recíprocas chegarem, o governo Trump aplicou taxas de 25% sobre produtos do México e do Canadá, embora a Casa Branca logo tenha adotado uma suspensão de um mês para algumas delas. 

Além disso, uma nova rodada de impostos sobre produtos chineses dobrou um conjunto inicial de tarifas impostas à China um mês antes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tarifas ao aço e ao alumínio importados pelos EUA entraram em vigor em 12 de março, desencadeando taxas retaliatórias do Canadá e da União Europeia, que se somaram às contramedidas já iniciadas pela China.

O anúncio mais recente foi a taxa de 25% sobre os automóveis importados pelos EUA. Sobre isso, Trump disse que não poderia se importar menos se as montadoras estrangeiras aumentarem os preços dos carros em resposta à política tarifária de seu governo. 

“Espero que eles aumentem seus preços, porque se fizerem isso, as pessoas vão comprar carros fabricados nos EUA”, disse Trump, acrescentando que considera negociar impostos apenas com aqueles que estiverem dispostos a dar algo de grande valor em troca. 

Trump ignora, no entanto, o fato de que, além dos carros, 60% das autopeças que também são alvo das tarifas sobre o setor automotivo são importadas pelos EUA. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que NÃO te contaram sobre a SURPREENDENTE ALTA da BOLSA no ano

Não à toa, a maioria dos economistas espera que as tarifas acelerem a inflação no país, já que os exportadores normalmente repassam uma parte do imposto aos consumidores na forma de aumentos de preços.

Jay Bryson é um deles. O economista-chefe do Wells Fargo afirma que a inflação nos EUA continua resistente, ao redor de 3% e, com as tarifas adotadas pelo governo, a taxa não “baixará para 2%” — a meta do banco central norte-americano — em um futuro próximo. 

“Há incertezas sobre o nível de tarifas que vai prevalecer. Contudo, elas alimentam a inflação e reduzem o poder de compra de consumidores norte-americanos”, disse Bryson, afirmando que um modelo do banco mostra que o crescimento norte-americano sem as tarifas seria de 2,5% em 2025, mas, com a taxação, cai para 1,5% sem considerar possíveis retaliações. 

O presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, disse no fim de março que as tarifas de Trump são parcialmente culpadas pela alta de preços, o que ajudou o banco central norte-americano a manter os juros na faixa entre 4,25% e 4,50% naquela ocasião. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o ING, a combinação de aceleração da inflação e consumo em desaceleração nos EUA tende a se intensificar com as medidas agressivas do presidente norte-americano sobre tarifas e cortes de gastos públicos. 

"Os temores de estagflação estão aumentando e devem limitar a capacidade do Federal Reserve de cortar juros ainda mais", diz o banco holandês em relatório. 

Derek Burleton, vice-economista-chefe da TD Economics, lembra que Trump também adotou tarifas em seu primeiro mandato, mas faz questão de ressaltar que o cenário agora é completamente diferente. 

“Além dos diferentes níveis de tarifas, a economia norte-americana em 2018-19 estava emergindo de um período prolongado de inflação fraca, com expectativas de inflação relativamente baixas”, afirma. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Esse status foi alterado durante a pandemia, então, na medida em que as expectativas de inflação respondem de forma diferente no contexto atual, o repasse resultante para os preços finais também pode ser diferente”, acrescenta. 

No domingo (30), o Goldman Sachs elevou a probabilidade de recessão nos EUA de 20% para 35%, afirmando que a perspectiva de uma escalada radical na guerra comercial global nas próximas semanas praticamente dobrou as chances de contração do Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano em 12 meses. 

No quarto trimestre de 2024, a economia dos EUA cresceu 2,4%, encerrando o ano com expansão de 2,8%.

“A atualização da nossa estimativa anterior de 20% [de probabilidade de recessão nos EUA] reflete nosso cenário-base de crescimento mais baixo, a forte deterioração recente na confiança das famílias e dos negócios e declarações de autoridades da Casa Branca indicando maior disposição para tolerar a fraqueza econômica de curto prazo na busca de suas políticas", disse o Goldman Sachs em relatório.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Goldman também elevou a perspectiva do índice de preços para gastos pessoais (PCE, a medida preferida de inflação do Fed). A projeção do banco agora é de 3,5% para o PCE no final do ano, enquanto a previsão para o PIB caiu para 1,0%.

A linha do tempo das principais tarifas de Trump

Trump fez campanha sobre o aumento das tarifas, mas em 20 de janeiro, primeiro dia do segundo mandato, não cumpriu a promessa

Em vez disso, ele assinou várias ações executivas, ordenando que sua administração investigasse se deveria aplicar tarifas sobre uma ampla gama de produtos. Logo depois, ele anunciou que tarifas de 25% sobre o Canadá e o México seriam aplicadas em 1º de fevereiro.

Chegou 1º de fevereiro e, em vez das tarifas prometidas, Trump disse que as taxas seriam aplicadas em 4 de fevereiro. Na véspera da entrada em vigor, o presidente norte-americano anunciou o adiamento por um mês depois que Canadá e México enviaram delegações para negociar. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os dois países ofereceram melhorias na segurança da fronteira e prometeram tomar mais medidas para restringir a travessia de fentanil para os EUA.

As tarifas sobre a China entraram em vigor em 4 de fevereiro — mas não no nível de 60% que Trump havia prometido em dezembro. 

Taxas de 10% vieram com uma reviravolta: a eliminação da exclusão de minimis, uma brecha que permite que produtos avaliados em menos de US$ 800 cruzem a fronteira sem impostos. 

  • No dia seguinte, o Serviço Postal dos EUA impediu que todas as entregas de pacotes da China entrassem nos EUA porque não conseguiu cumprir a nova política comercial. Mas horas depois, a exclusão de minimis estava de volta — temporariamente — até que o Departamento de Comércio pudesse determinar como controlá-la.

Então, Trump prometeu um movimento ainda maior: tarifas recíprocas. Mais uma vez, o governo apresentou um plano com poucos detalhes e disse que transferiria a entrada em vigor dessas taxas de 1 de abril, popularmente conhecido como o Dia da Mentira, para 2 de abril. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Um artigo do The Wall Street Journal, publicado em 18 de março, revelou que o governo Trump considerou inicialmente uma abordagem de três níveis para as tarifas recíprocas, classificando os parceiros comerciais em grupos distintos, em vez de aplicar tarifas específicas por país. Já o Financial Times dizia em 25 de março que a implementação ocorreria em duas fases para “garantir uma estrutura legal mais robusta, ao mesmo tempo em que permitiria a Trump arrecadar dinheiro para os cortes de impostos planejados”. 

Em 3 de março, as tarifas de 25% sobre o Canadá e o México entraram em vigor — por três dias. Em 6 de março, Trump adiou a taxação sobre os países vizinhos que cumprem o acordo comercial USMCA.

Em 11 de março, o presidente norte-americano ameaçou uma tarifa de 50% sobre o alumínio e o aço do Canadá, mas recuou no mesmo dia após Ontário concordar em suspender a sobretaxa de 25% sobre as exportações de eletricidade para Michigan, Minnesota e Nova York. 

Trump também ameaçou tarifas de até 250% sobre laticínios canadenses, tarifas recíprocas sobre madeira canadense e tarifas de 200% sobre álcool europeu.

O republicano implementou tarifas sobre todo o aço e alumínio importados pelos EUA em 12 de março, medida que também atingiu o Brasil. O País é o segundo maior exportador de produtos siderúrgicos aos EUA, perdendo apenas para o Canadá. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em 26 de março, o presidente norte-americano anunciou tarifas de 25% sobre as importações de todos os automóveis não fabricados nos EUA. A medida, que tem caráter permanente e também vale para autopeças, visa a estimular a produção doméstica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
ESCUDO PARA OS INVESTIMENTOS

A “proteção perfeita” para quem tem medo de a bolha da IA estourar um dia, segundo o Bank of America 

16 de janeiro de 2026 - 19:31

Os estrategistas do BofA selecionaram quatro setores que podem se beneficiar da inteligência artificial sem a exposição direta às empresas de tecnologia

INTERNACIONAL

O que acontece se Donald Trump invadir a Groenlândia? Otan prevê defesa contra inimigos externos, não internos

16 de janeiro de 2026 - 12:31

Declarações de Trump sobre a Groenlândia levantam dúvidas sobre os limites da defesa coletiva da OTAN quando a ameaça parte de um país-membro da própria aliança

QUEM ESTÁ NO PÓDIO?

A melhor oportunidade de investimento no exterior em 5 anos não está nos EUA. O Goldman Sachs revela a “mina de ouro”

15 de janeiro de 2026 - 19:47

O primeiro lugar do pódio com o maior potencial de retorno, segundo o banco, também é o primeiro no quesito volatilidade

BEM, PERO NO MUCHO

Fim do sufoco? Argentina ganha elogios do FMI, mas dívida segue no radar dos EUA

15 de janeiro de 2026 - 18:38

Fundo projeta um crescimento de cerca de 4,5% para este ano e destaca desceleração expressiva da inflação em 2025; mas norte-americanos alertam para possibilidade de calote

EUA DE OLHO

Do silêncio branco ao xadrez global: como é viver na Groenlândia, país que virou palco da disputa geopolítica de Donald Trump

15 de janeiro de 2026 - 11:29

Com sol escasso no inverno, dias intermináveis no verão e uma população menor que a de muitas cidades brasileiras, a Groenlândia saiu do isolamento e entrou no centro da geopolítica global

UNS CHORAM, OUTROS VENDEM LENÇOS

Ícone da moda de luxo, Saks pede falência nos EUA e abre espaço para a Macy’s na 5ª Avenida

14 de janeiro de 2026 - 18:37

A dona da Bloomingdale’s deve ser uma das poucas a se beneficiar com a entrada na rival no Chapter 11 — e os números mostram que ela está pronta para essa oportunidade

E O PRÊMIO VAI PARA...

Framboesa de Ouro: depois do Globo de Ouro, também tem Brasil entre os piores filmes do ano

14 de janeiro de 2026 - 17:01

Premiação que “celebra” os tropeços do cinema inclui nomes brasileiros na lista de indicados e mostra como sucesso e decepção caminham lado a lado 

BARRADOS DE ENTRAR?

Os 23 países com vistos suspensos por Trump que vão jogar a Copa do Mundo nos Estados Unidos

14 de janeiro de 2026 - 16:31

Suspensão de vistos atinge 75 países e inclui 23 seleções classificadas ou na repescagem da Copa do Mundo, que será disputada nos Estados Unidos, Canadá e México

LISTA EXTENSA

Quais países tiveram o visto dos EUA barrado por Donald Trump? Confira a lista completa

14 de janeiro de 2026 - 15:36

Medida do governo Trump entra em vigor em 21 de janeiro, atinge 75 países e faz parte de uma revisão nos critérios de triagem e concessão de vistos pelos Estados Unidos

BARRADOS NO BAILE DE TRUMP

EUA barram emissão de vistos para brasileiros, idosos e pessoas obesas; confira os detalhes da medida que afeta 75 países

14 de janeiro de 2026 - 13:02

No total, Brasil e mais 74 países são alvo do endurecimento da política anti-imigração de Trump, que já revogou o recorde de mais de 100 mil vistos desde que voltou à Casa Branca, em janeiro do ano passado

MELHOR QUE SÃO PAULO E NOVA YORK

É uma ‘favela’, mas a qualidade de vida nela é maior do que a de muitas cidades pelo mundo

14 de janeiro de 2026 - 11:48

Bairros populares de Basileia desafiam estereótipos ao combinar renda mais baixa, serviços públicos eficientes, alto IDH e qualidade de vida acima da média global

SEM ROUANET

De onde veio o dinheiro para o filme O Agente Secreto? Spoiler: não teve Lei Rouanet

13 de janeiro de 2026 - 14:29

Filme brasileiro premiado no Globo de Ouro teve orçamento de cerca de R$ 27 milhões, apoio do Fundo Setorial do Audiovisual e coprodução internacional

AFUNDANDO?

Essa cidade cresceu vertiginosamente e acaba de se tornar a maior do mundo, mas está afundando e corre o risco de sumir do mapa 

13 de janeiro de 2026 - 9:47

Um novo estudo da ONU coloca Jacarta no topo do ranking global de população urbana, mas a capital da Indonésia afunda a olhos vistos, enquanto o país já prepara uma substituta

TEMPORADA DE PRÊMIOS

Os filmes que venceram o Globo de Ouro e o Oscar no mesmo ano — e o que isso revela sobre a corrida de O Agente Secreto

12 de janeiro de 2026 - 14:01

A coincidência entre Globo de Ouro e Oscar não é regra, mas, quando ocorre, costuma indicar um consenso dentro da Academia de cinema

SABOR CERTIFICADO

Do laboratório à mesa: quando a busca pelo sabor perfeito leva a queijos, chocolates, sorvetes, doces de leite e outros alimentos reconhecidos pelo mercado

12 de janeiro de 2026 - 11:22

Em alguns alimentos, a ciência não reinventou o gosto: eliminou o erro, transformou sensação em método e criou padrões reconhecidos por júris internacionais 

DEVO, NÃO NEGO...

E agora, Milei? Congresso dos EUA diz que Argentina vai dar outro calote

11 de janeiro de 2026 - 17:15

Em 2026, a Argentina deve pagar algo em torno de US$ 15 bilhões aos credores externos, incluindo o Fundo Monetário Internacional (FMI)

DEPOIS DA VENEZUELA...

Marco Rubio será presidente de Cuba? As novas ambições de Trump para a ilha 

11 de janeiro de 2026 - 15:01

O secretário de Estado norte-americano nasceu na Flórida, mas é filho de imigrantes cubanos, e tem posições agressivas sobre o país caribenho

O último playboy?

Quem foi Philippe Junot, empresário que entrou para a história ao se casar com Carolina de Mônaco

9 de janeiro de 2026 - 11:57

Da Riviera Francesa ao Palácio de Mônaco, Philippe Junot ficou conhecido mundialmente por um casamento que marcou a história da realeza europeia

OLHO NO ÓLEO

EUA dizem que precisam controlar receitas do petróleo da Venezuela por tempo indeterminado; primeiras vendas já começaram

8 de janeiro de 2026 - 15:47

O governo norte-americano iniciou a comercialização do petróleo venezuelano e promete usar os recursos para estabilizar a economia, ressarcir empresas e ampliar influência política na região

SALTO DE 50%

Orçamento militar bombado: de onde vem o dinheiro para Trump bancar US$ 1,5 trilhão para o Exército?

8 de janeiro de 2026 - 9:25

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirma que a elevação do orçamento militar para US$ 1,5 trilhão em 2027 será financiada por tarifas comerciais

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar