🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Carolina Gama

Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.

O DIA DA LIBERTAÇÃO

O Super Bowl das tarifas de Trump: o que pode acontecer a partir de agora e quem está na mira do anúncio de hoje — não é só a China

A expectativa é de que a Casa Branca divulgue oficialmente os detalhes da taxação às 17h (de Brasília). O Seu Dinheiro ouviu especialistas para saber o que está em jogo.

Carolina Gama
2 de abril de 2025
6:01 - atualizado às 17:33
trump dolar
Imagem: Shutterstock

Não vai ter banda famosa, fogos de artifício ou hino dos EUA, mas poderia. Nesta quarta-feira, 2 de abril, os norte-americanos vão celebrar o que o presidente Donald Trump vem chamando de Dia da Libertação, quando as tão faladas tarifas recíprocas — e não só elas — entram em vigor no país

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"O 2 de abril é o Dia da Libertação dos EUA!", escreveu Trump no Truth Social. "Por décadas fomos enganados e abusados ​​por todas as nações do mundo, tanto amigas quanto inimigas. Agora é finalmente hora de os bons e velhos EUA recuperarem um pouco desse dinheiro e respeito. Deus abençoe os EUA!"

Trump se refere às tarifas recíprocas, que funcionam como o próprio nome diz: os EUA passam a taxar os países no mesmo percentual em que são taxados.

Além das tarifas recíprocas, o governo Trump também deve anunciar a entrada em vigor nesta quarta-feira (2) da taxação de 25% do setor automotivo, dos produtos farmacêuticos e dos semicondutores, entre outros itens. 

Apesar de a Casa Branca estar promovendo o 2 de abril como uma espécie de Super Bowl de tarifas, especialistas dizem que Trump pode, mais uma vez, estar oferecendo um show de retórica, mas pouca ação na prática. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso porque membros do governo vinham afirmando que um lote significativamente reduzido de tarifas vai entrar em vigor hoje, com o restante a ser divulgado em um futuro próximo. 

Leia Também

Até a publicação desta matéria, a Casa Branca não havia divulgado a lista oficial das tarifas que passam a valer agora. A expectativa é de que o anúncio oficial aconteça às 17h (de Brasília) de hoje. 

“Ninguém sabe ao certo o que pode acontecer, nem mesmo Trump. O caráter das coisas ainda é muito especulativo”, disse Matheus Spiess, analista da Empiricus Research, antes da entrada das tarifas em vigor. 

O próprio Trump chegou a reconhecer que estava considerando emitir exceções sobre os impostos, afirmando que tarifas decretadas com marreta em vez de bisturi podem infligir danos indevidos aos norte-americanos e aos interesses dos EUA.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Eu não mudo. Mas a palavra 'flexibilidade' é uma palavra importante", disse Trump.

"Então haverá flexibilidade, mas basicamente é recíproco", acrescentou ele, observando que a maioria das tarifas simplesmente igualará os impostos dos países estrangeiros dólar por dólar, sem exceções.

De qualquer maneira, investidores e a população norte-americana estão preocupados com o que pode acontecer. Pesquisa realizada pelo YouGov, em parceria com a CBS News, aponta que 72% dos norte-americanos esperam aumento de preços no curto prazo devido à política tarifária de Trump, e 47% veem impacto inflacionário no longo prazo. 

Apenas 5% dos entrevistados acreditam em um impacto deflacionário das tarifas no curto prazo, e 29% no longo prazo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo o levantamento, que ouviu 2.609 pessoas entre 27 e 28 de março, 55% dos entrevistados afirmaram que o governo Trump está focando muito em aplicar tarifas, enquanto 64% pensam que a administração não está priorizando o suficiente baixar os preços para ajudar a economia.

Atualmente, 60% dos norte-americanos se dizem insatisfeitos com a economia dos EUA.

Os 15 sujos na mira de Trump

Trump tomou posse em janeiro e ordenou que as agências federais investigassem praticamente todos os parceiros comerciais dos EUA para avaliar qual tarifa recíproca aplicar em cada caso — o foco eram parceiros com grandes desequilíbrios comerciais.

No mês passado, o secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, chegou a afirmar que os alvos seriam 15% dos países — ou os “15 sujos”, como ele costuma dizer — com os quais os EUA têm relações comerciais. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Trump contestou e disse na semana passada que “todos os países seriam alvo das tarifas recíprocas”. 

Olhando para os dados do censo federal de 2024, os EUA tiveram os maiores déficits comerciais com China, União Europeia (UE), México, Vietnã, Taiwan, Japão, Coreia do Sul, Canadá, Índia, Tailândia, Suíça, Malásia, Indonésia, Camboja e África do Sul.

De acordo com dados da Casa Branca, a introdução de tarifas recíprocas e níveis de tarifas correspondentes dos parceiros comerciais mais relevantes dos EUA resultaria em uma redução geral do déficit comercial bilateral de 4% e 5%, respectivamente. 

Fonte: Casa Branca

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Em nossa opinião, esse é um investimento pesado para um retorno bastante escasso. Interromper anos de relações comerciais e diplomáticas, criar incerteza e mergulhar os mercados financeiros em turbulência certamente pode ser evitado tratando a questão com mais elegância”, diz Inga Fechner, economista sênior do ING. 

O BTG fez um cálculo baseado na razão-exportação, no qual o total de importações do país é dividido pelo total de exportações para o país. O objetivo é avaliar as trocas pela balança comercial do país com os EUA. 

Dos 50 países analisados, o Vietnã é o que tem a razão importação-exportação mais alta: 11,4. Isso significa que, para cada US$ 1 bilhão em exportações para o Vietnã, os EUA importam US$ 11,4 bilhões do Vietnã. 

Embora o maior déficit comercial dos EUA seja com a China, a razão importação-exportação fica em quinto lugar na lista de países. O Brasil é o 47º do ranking. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A tabela abaixo mostra os cinco países com as maiores taxas:

PaísRazão importação-exportação
Vietnã11,4
Irlanda4,76
Tailândia3,59
China2,85
Indonésia2,73
Fonte: BTG Pactual

“Países como Vietnã, Tailândia, China e Indonésia apresentam índices mais elevados devido às relações comerciais assimétricas com os EUA. Outros países, como a Índia, cuja balança comercial com os EUA é mais diversificada, também indicam um ganho relevante com a adoção de tarifas recíprocas”, diz a equipe do BTG responsável pelos cálculos. 

“Da mesma forma, produtos amplamente importados de diferentes origens, como cereais, vegetais e móveis, surgem como setores atrativos para a imposição de tarifas”, acrescentam.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Leia também:

Mercados reagem mal à guerra tarifária de Trump

As tarifas de Trump derrubaram os mercados nas últimas semanas, alimentando preocupações com a aceleração da inflação nos EUA e com a recessão

E os investidores têm motivo para se preocupar. Antes de as tarifas recíprocas chegarem, o governo Trump aplicou taxas de 25% sobre produtos do México e do Canadá, embora a Casa Branca logo tenha adotado uma suspensão de um mês para algumas delas. 

Além disso, uma nova rodada de impostos sobre produtos chineses dobrou um conjunto inicial de tarifas impostas à China um mês antes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Tarifas ao aço e ao alumínio importados pelos EUA entraram em vigor em 12 de março, desencadeando taxas retaliatórias do Canadá e da União Europeia, que se somaram às contramedidas já iniciadas pela China.

O anúncio mais recente foi a taxa de 25% sobre os automóveis importados pelos EUA. Sobre isso, Trump disse que não poderia se importar menos se as montadoras estrangeiras aumentarem os preços dos carros em resposta à política tarifária de seu governo. 

“Espero que eles aumentem seus preços, porque se fizerem isso, as pessoas vão comprar carros fabricados nos EUA”, disse Trump, acrescentando que considera negociar impostos apenas com aqueles que estiverem dispostos a dar algo de grande valor em troca. 

Trump ignora, no entanto, o fato de que, além dos carros, 60% das autopeças que também são alvo das tarifas sobre o setor automotivo são importadas pelos EUA. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O que NÃO te contaram sobre a SURPREENDENTE ALTA da BOLSA no ano

Não à toa, a maioria dos economistas espera que as tarifas acelerem a inflação no país, já que os exportadores normalmente repassam uma parte do imposto aos consumidores na forma de aumentos de preços.

Jay Bryson é um deles. O economista-chefe do Wells Fargo afirma que a inflação nos EUA continua resistente, ao redor de 3% e, com as tarifas adotadas pelo governo, a taxa não “baixará para 2%” — a meta do banco central norte-americano — em um futuro próximo. 

“Há incertezas sobre o nível de tarifas que vai prevalecer. Contudo, elas alimentam a inflação e reduzem o poder de compra de consumidores norte-americanos”, disse Bryson, afirmando que um modelo do banco mostra que o crescimento norte-americano sem as tarifas seria de 2,5% em 2025, mas, com a taxação, cai para 1,5% sem considerar possíveis retaliações. 

O presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, disse no fim de março que as tarifas de Trump são parcialmente culpadas pela alta de preços, o que ajudou o banco central norte-americano a manter os juros na faixa entre 4,25% e 4,50% naquela ocasião. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para o ING, a combinação de aceleração da inflação e consumo em desaceleração nos EUA tende a se intensificar com as medidas agressivas do presidente norte-americano sobre tarifas e cortes de gastos públicos. 

"Os temores de estagflação estão aumentando e devem limitar a capacidade do Federal Reserve de cortar juros ainda mais", diz o banco holandês em relatório. 

Derek Burleton, vice-economista-chefe da TD Economics, lembra que Trump também adotou tarifas em seu primeiro mandato, mas faz questão de ressaltar que o cenário agora é completamente diferente. 

“Além dos diferentes níveis de tarifas, a economia norte-americana em 2018-19 estava emergindo de um período prolongado de inflação fraca, com expectativas de inflação relativamente baixas”, afirma. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Esse status foi alterado durante a pandemia, então, na medida em que as expectativas de inflação respondem de forma diferente no contexto atual, o repasse resultante para os preços finais também pode ser diferente”, acrescenta. 

No domingo (30), o Goldman Sachs elevou a probabilidade de recessão nos EUA de 20% para 35%, afirmando que a perspectiva de uma escalada radical na guerra comercial global nas próximas semanas praticamente dobrou as chances de contração do Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano em 12 meses. 

No quarto trimestre de 2024, a economia dos EUA cresceu 2,4%, encerrando o ano com expansão de 2,8%.

“A atualização da nossa estimativa anterior de 20% [de probabilidade de recessão nos EUA] reflete nosso cenário-base de crescimento mais baixo, a forte deterioração recente na confiança das famílias e dos negócios e declarações de autoridades da Casa Branca indicando maior disposição para tolerar a fraqueza econômica de curto prazo na busca de suas políticas", disse o Goldman Sachs em relatório.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Goldman também elevou a perspectiva do índice de preços para gastos pessoais (PCE, a medida preferida de inflação do Fed). A projeção do banco agora é de 3,5% para o PCE no final do ano, enquanto a previsão para o PIB caiu para 1,0%.

A linha do tempo das principais tarifas de Trump

Trump fez campanha sobre o aumento das tarifas, mas em 20 de janeiro, primeiro dia do segundo mandato, não cumpriu a promessa

Em vez disso, ele assinou várias ações executivas, ordenando que sua administração investigasse se deveria aplicar tarifas sobre uma ampla gama de produtos. Logo depois, ele anunciou que tarifas de 25% sobre o Canadá e o México seriam aplicadas em 1º de fevereiro.

Chegou 1º de fevereiro e, em vez das tarifas prometidas, Trump disse que as taxas seriam aplicadas em 4 de fevereiro. Na véspera da entrada em vigor, o presidente norte-americano anunciou o adiamento por um mês depois que Canadá e México enviaram delegações para negociar. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os dois países ofereceram melhorias na segurança da fronteira e prometeram tomar mais medidas para restringir a travessia de fentanil para os EUA.

As tarifas sobre a China entraram em vigor em 4 de fevereiro — mas não no nível de 60% que Trump havia prometido em dezembro. 

Taxas de 10% vieram com uma reviravolta: a eliminação da exclusão de minimis, uma brecha que permite que produtos avaliados em menos de US$ 800 cruzem a fronteira sem impostos. 

  • No dia seguinte, o Serviço Postal dos EUA impediu que todas as entregas de pacotes da China entrassem nos EUA porque não conseguiu cumprir a nova política comercial. Mas horas depois, a exclusão de minimis estava de volta — temporariamente — até que o Departamento de Comércio pudesse determinar como controlá-la.

Então, Trump prometeu um movimento ainda maior: tarifas recíprocas. Mais uma vez, o governo apresentou um plano com poucos detalhes e disse que transferiria a entrada em vigor dessas taxas de 1 de abril, popularmente conhecido como o Dia da Mentira, para 2 de abril. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • Um artigo do The Wall Street Journal, publicado em 18 de março, revelou que o governo Trump considerou inicialmente uma abordagem de três níveis para as tarifas recíprocas, classificando os parceiros comerciais em grupos distintos, em vez de aplicar tarifas específicas por país. Já o Financial Times dizia em 25 de março que a implementação ocorreria em duas fases para “garantir uma estrutura legal mais robusta, ao mesmo tempo em que permitiria a Trump arrecadar dinheiro para os cortes de impostos planejados”. 

Em 3 de março, as tarifas de 25% sobre o Canadá e o México entraram em vigor — por três dias. Em 6 de março, Trump adiou a taxação sobre os países vizinhos que cumprem o acordo comercial USMCA.

Em 11 de março, o presidente norte-americano ameaçou uma tarifa de 50% sobre o alumínio e o aço do Canadá, mas recuou no mesmo dia após Ontário concordar em suspender a sobretaxa de 25% sobre as exportações de eletricidade para Michigan, Minnesota e Nova York. 

Trump também ameaçou tarifas de até 250% sobre laticínios canadenses, tarifas recíprocas sobre madeira canadense e tarifas de 200% sobre álcool europeu.

O republicano implementou tarifas sobre todo o aço e alumínio importados pelos EUA em 12 de março, medida que também atingiu o Brasil. O País é o segundo maior exportador de produtos siderúrgicos aos EUA, perdendo apenas para o Canadá. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em 26 de março, o presidente norte-americano anunciou tarifas de 25% sobre as importações de todos os automóveis não fabricados nos EUA. A medida, que tem caráter permanente e também vale para autopeças, visa a estimular a produção doméstica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
O MAPA DO TESOURO

Brasil está a apenas dois passos de recuperar grau de investimento — e agência de rating diz o que falta para chegarmos lá

18 de fevereiro de 2026 - 19:15

Na América Latina, o país mais propenso a receber o selo de bom pagador é o Paraguai; México é o pior da lista

BALDE DE ÁGUA FRIA?

Desvendando a ata do Fed: como o novo sinal sobre os juros nos EUA pode mexer com a bolsa brasileira

18 de fevereiro de 2026 - 17:31

O investidor local tem visto uma enxurrada de dinheiro gringo entrar na bolsa brasileira, mas a ata desta quarta-feira (18) mostra como essa dinâmica pode mudar — ainda que momentaneamente

LENDA DE WALL STREET

O mago das finanças ataca de novo: Stanley Druckenmiller troca a Argentina pelo Brasil e embolsa uma bolada

18 de fevereiro de 2026 - 16:05

O bilionário tirou Milei da carteira e colocou titãs da bolsa brasileira como Petrobras e Vale; confira a estratégia vencedora do dono do fundo Duquesne

O PREÇO DA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

Amazon perde US$ 450 bilhões em valor de mercado e encara prova de fogo com gastos bilionários em IA

18 de fevereiro de 2026 - 11:55

As ações da big tech despencaram 18% na pior sequência de perdas desde 2026, enquanto mercado questiona plano de US$ 200 bilhões em investimentos

CONTRA O FLUXO

Dólar e inflação na Argentina: o que pensa Juan Carlos De Pablo, o economista que Javier Milei ouve antes de tomar decisões

17 de fevereiro de 2026 - 17:45

Ao contrário do que pensam seus colegas economistas, De Pablo descarta a tese de que o BC argentino esteja sofrendo para sustentar o valor do peso

PARA ANOTAR NO CADERNO

A hora da qualidade: JP Morgan ensina a maior lição para quem quer investir em ações

17 de fevereiro de 2026 - 16:15

Além da tese de investimentos, o banco norte-americano ainda deixa um alerta sobre o efeito da inteligência artificial (IA) sobre as carteiras

VAI DAR LITÍGIO?

Por que o casamento entre a IA e o dólar pode custar caro para a maior economia do mundo

17 de fevereiro de 2026 - 15:31

A tradicional resiliência do dólar em tempos de crise está sob escrutínio, segundo o Deutsche Bank, à medida que a alta exposição das ações dos EUA à inteligência artificial cria uma nova vulnerabilidade cambial

A MÃO INVISÍVEL

China coloca time nacional em campo para forçar a queda das ações de IA na bolsa

16 de fevereiro de 2026 - 19:38

Segundo o The Wall Street Journal, as autoridades chinesas estão tentando conter a especulação excessiva em ações de empresas ligadas à inteligência artificial

PRESSÃO TOTAL

PIB fraco e iene em alta: o nó econômico que a primeira mulher no comando do Japão tenta desatar

16 de fevereiro de 2026 - 18:15

Em busca de juros baixos, Sanae Takaichi teve um encontro com o chefe do BoJ nesta segunda-feira (16), mesmo dia em que os dados oficiais mostraram um PIB fraco

GANHO EM DÓLAR

Vale, BB Seguridade ou Bradesco: qual ADR se valorizou mais em uma semana?

16 de fevereiro de 2026 - 16:59

BB Seguridade avança, apesar de corte no preço-alvo pelo Goldman Sachs; Bradesco e Vale recuam, e EWZ cai mais de 1%

CLUBE DOS 12 DÍGITOS

O bilhão é pouco: Anthropic cria fábrica de novos bilionários da IA ao alcançar US$ 380 bi em valor de mercado 

16 de fevereiro de 2026 - 15:45

Enquanto Elon Musk isola-se no topo, fundadores da Anthropic escalam o ranking da Forbes; confira as fortunas

EU TÔ COMPRANDO. QUEM QUER VENDER?

Entre War e Banco Imobiliário, Trump polemiza com ideia de comprar a Groenlândia, mas não é a primeira vez; EUA seriam bem menores se não abrissem a carteira

16 de fevereiro de 2026 - 9:18

A última grande aquisição do país ocorreu em 1917, quando os EUA compraram as Ilhas Virgens, que pertenciam justamente à Dinamarca, atual “dona” da Groenlândia

TENSÃO POLÍTICA

“Efeito Benito”? Trump ataca Bad Bunny e pode pagar preço político com voto latino nas eleições nos EUA

15 de fevereiro de 2026 - 17:00

Enquanto Trump tece críticas à performance do cantor porto-riquenho no Super Bowl, apoio dos latinos mostra sinais de retração

GIRO LATAM

7 Inesquecíveis x 7 Magníficas: o ‘time de valor’ atropela o crescimento e faz o Ibovespa brilhar na América Latina

13 de fevereiro de 2026 - 19:02

Com alta de 17% no ano, o índice brasileiro aproveita a reprecificação global de energia e materiais básicos; veja por que o investidor estrangeiro continua comprando Brasil

PIX BILIONÁRIO

Anthropic passa a valer US$ 380 bilhões na bolsa e mostra que o “Apocalipse da IA” pode ter sido só o começo

12 de fevereiro de 2026 - 19:43

A empresa que provocou a queda de gigantes do software aqui e lá fora conseguiu levantar US$ 30 bilhões em financiamento

POR UM TRIZ

Roubo do século evitado no Uruguai tinha brasileiros envolvidos, vínculo com PCC e participante do assalto ao Banco Central em Fortaleza

12 de fevereiro de 2026 - 11:39

Evitado a tempo, o crime candidato a “roubo do século” no Uruguai foi desbaratado quando criminosos já haviam escavado um túnel de 300 metros mirando agência do maior banco do país

APÓS A ELEIÇÃO HISTÓRICA

O Godzilla acordou: por que o fim do “dinheiro grátis” no Japão pode chacoalhar sua carteira no Brasil

12 de fevereiro de 2026 - 6:05

Depois de décadas de sono profundo, a economia japonesa acordou — e o estrago pode ser sentido da bolsa ao câmbio; entenda como a guinada nos juros por lá e os planos de gastos do governo criam um “aspirador de dólares” global

NÃO É O FIM DOS TEMPOS

Armageddon da IA: é o fim das empresas de software como serviço (SaaS) ou a maior promoção de ações do setor da década? 

11 de fevereiro de 2026 - 18:00

O medo de que a inteligência artificial torne o software tradicional obsoleto provocou uma liquidação generalizada no setor de SaaS; bancos veem exagero e apontam onde estão as chances de bons retornos

NOVA PANDEMIA NO RADAR?

Vírus Nipah: Entenda o risco real para o Brasil durante o Carnaval

11 de fevereiro de 2026 - 9:58

Veja onde o vírus Nipah está ativo no momento e quais são os sintomas conhecidos da doença que pode matar até 3 em cada 4 pessoas infectadas

CEO CONFERENCE 2026

“Os EUA em primeiro lugar, mas não sozinhos”. O recado do braço direito de Trump para a América Latina em papo com André Esteves

10 de fevereiro de 2026 - 14:45

O secretário do Tesouro norte-americano, Scott Bessent, participou de um painel da CEO Conference, evento do BTG Pactual, nesta terça (10); confira os principais pontos da sua fala

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar