O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A equipe ainda não venceu nenhuma partida pela Premier League em 2026, acumula cinco derrotas consecutivas na competição e olha para o precipício.
O Tottenham Hotspur, clube do norte de Londres e casa do brasileiro Richarlison, vive dias sombrios. O que parecia o início de tempos mais promissores acabou se transformando no começo de uma fase ainda mais conturbada para um clube que há décadas convive com a fama de azarado.
No fim da temporada 2024/2025 (encerrada em maio de 2025), os Spurs derrotaram o Manchester United na final da UEFA Europa League e encerraram um jejum de 17 anos sem títulos. Nem mesmo o 17º lugar na Premier League naquele ano — apenas uma posição acima da zona de rebaixamento — foi visto como motivo de grande preocupação.
Mas tudo mudou na atual temporada. O clube iniciou a campanha 2025/2026 cercado de expectativas pela conquista europeia e pela vaga na UEFA Champions League, apesar do péssimo desempenho doméstico no Campeonato Inglês, que levou à demissão do técnico Ange Postecoglou. Ele foi substituído por Thomas Frank, então treinador do Brentford.
Para iniciar um novo ciclo, o clube decidiu ir ao mercado e investiu € 183,8 milhões (R$ 1,102 bilhão) nas contratações de Xavi Simons, Mohammed Kudus, Mathys Tel e Kevin Danso.
Além de os reforços não corresponderem às expectativas, o clube enfrentou uma série de lesões e perdeu jogadores importantes, como James Maddison, Rodrigo Bentancur e o recém-chegado Kudus.
Agora, a nove rodadas do fim da Premier League, o nono clube mais rico do planeta — com faturamento de € 672,6 milhões em 2025 — está apenas um ponto acima do primeiro time na zona de rebaixamento, o West Ham United.
Leia Também
Para se ter uma ideia do momento turbulento, o Tottenham ainda não venceu nenhuma partida pela Premier League em 2026 e acumula cinco derrotas consecutivas na competição. O desempenho ruim levou à demissão de Thomas Frank, substituído por Igor Tudor, que já começou pressionado: em quatro jogos, soma quatro derrotas e 14 gols sofridos.
Na Champions League, o excelente quarto lugar na fase de grupos, conquistado no fim do ano passado, foi rapidamente ofuscado nesta semana após a derrota por 5 a 2 para o Atlético de Madrid no primeiro jogo das oitavas de final.
No domingo, a equipe enfrenta o atual campeão inglês, o Liverpool, em mais uma tentativa de reação. Para piorar o cenário, o arquirrival Arsenal caminha a passos largos para conquistar o título da temporada.
Caso o pior aconteça para os londrinos, o clube pode sofrer um impacto gigantesco em suas finanças.
Segundo a BBC, o rebaixamento para a EFL Championship, a segunda divisão inglesa, pode representar uma perda de £ 261 milhões (aproximadamente R$ 1,65 bilhão) em receitas já na próxima temporada.
O impacto também deve atingir diretamente o elenco. Os clubes ingleses costumam incluir cláusulas contratuais que permitem reduzir salários em até 50% em caso de rebaixamento — um mecanismo criado justamente para compensar a queda brusca nas receitas.
Além disso, o Tottenham enfrentaria grande dificuldade para negociar seus principais jogadores e, muito provavelmente, seria obrigado a vender atletas por valores significativamente menores, pressionado pela necessidade de caixa e pelo fato de disputar uma liga de menor visibilidade e nível competitivo.
Considerado integrante do chamado “Big Six”, grupo dos seis maiores clubes da Inglaterra, o Tottenham não é rebaixado desde a temporada 1976/1977.
Para completar o quadro delicado, o clube inaugurou em 2019 o moderno Tottenham Hotspur Stadium. Construída por cerca de £ 1 bilhão, a arena é considerada uma das mais avançadas do mundo e já recebeu grandes artistas, como Beyoncé e Kendrick Lamar.
Disparada do petróleo após fechamento do Estreito de Ormuz pode dobrar arrecadação com imposto sobre produção
Apesar das incertezas com relação à evolução do conflito no Oriente Médio e à consequente sombra sobre a trajetória da inflação e dos juros no mundo, os investidores têm um caminho claro a seguir
Após ultimato e ameaça a infraestrutura iraniana, presidente dos EUA recua e abre janela de negociação mediada pelo Paquistão
O investidor estrangeiro está comprando a B3, mas não tudo, segundo o Itaú BBA; saiba por que os gringos já injetaram R$ 29,7 bilhões em ETFs brasileiros neste ano
Japão e a Coreia do Sul sofrem; Pequim respira com um alívio que mistura estratégia de longo prazo e uma ajudinha do combustível fóssil mais tradicional de todos
Jamie Dimon fala dos efeitos das guerras, da inteligência artificial e das regras bancárias na aguardada carta anual aos acionistas
Pix já funciona de maneira limitada em algumas localidades estrangeiras, mas Banco Central prepara internacionalização mais abrangente da ferramenta que tira o sono de Donald Trump
O anúncio ocorre após Trump fazer mais um ultimato ao Irã, sob a ameaça de destruir usinas de eletricidade e pontes do país persa
Os ataques ocorreram cinco semanas após os primeiros bombardeios dos Estados Unidos e de Israel no Irã
Comum a cristãos, judeus e a outras culturas, a Páscoa ganha tradições e adaptações muito diferentes ao redor do mundo
A quarta maior economia do mundo está sob cerco; entenda como a guerra entre EUA e Irã reacendeu traumas financeiros na Índia e o impacto para os mercados
Para Brett Collins, gerente de portfólio de crédito da gestora do Nomura, guerra no Irã é um dos maiores riscos para o mercado de crédito corporativo hoje, mas Trump deve evitar que ela se arraste
Brendan Ahern, CIO da KraneShares, diz onde o governo chinês acerta, onde erra e onde o Ocidente subestima Pequim — “esse é um caminho que não tem mais volta”
Missão Artemis 2 vai levar o homem de volta à órbita da Lua pela primeira vez em mais de 50 anos, mas um em cada três brasileiros jura que ele nunca esteve lá antes.
Participando de evento na universidade nesta segunda-feira (30), ele avalia falou sobre o futuro da política monetária com a guerra e a inflação batendo na porta do banco central norte-americano
Autoridades norte-americanas insistem que a guerra pode estar se aproximando de um ponto de inflexão, mas os líderes iranianos continuam a rejeitar publicamente as negociações
A crise de combustíveis arrombou a porta na Ásia e agora ameaça entrar pela janela da Europa; confira as medidas de emergência que estão sendo tomadas para conter a disparada do petróleo e do gás no mundo
A prata não ficou atrás no movimento de correção, caindo 2,18% na sessão desta sexta-feira (20) e acumulando uma perda semanal ainda mais expressiva que a do ouro: 14,36%
Ator e campeão esportivo faleceu aos 86 anos após ser internado no Havaí; Chuck Norris deixa cinco filhos, incluindo o ator Mike Norris, e a esposa Gena O’Kelley
Em dia de forte aversão ao risco, o manual de sobrevivência do mercado mudou. Entenda por que os metais chegaram a cair 10% nesta quinta-feira (19), arrastando as ações das mineradoras