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A peça desaparecida é “Naturaleza muerta con guitarra”, uma pequena pintura em guache que deveria ser exibida ao público em Granada em 9 de outubro
Uma pintura de Pablo Picasso de 1919 simplesmente desapareceu na Espanha no início deste mês, poucos dias antes de ser exibida ao público em Granada, no sul do país. A peça em questão é “Naturaleza muerta con guitarra” (Natureza morta com violão), uma pequena pintura em guache — mede apenas 12,7 cm por 9,8 cm, o equivalente a meia folha de papel sulfite.
Apesar do tamanho, o valor é proporcional à sua importância. A Fundação CajaGranada, que organiza a exposição, informou que a obra hoje pertence a um colecionador particular e estava segurada por um valor estimado de 600 mil euros, o equivalente a R$ 3,75 milhões no câmbio atual.
A pintura deveria estar em exibição desde 9 de outubro, na mostra “Bodegón. La eternidad de lo inerte”. Mas, antes mesmo da inauguração, a tela desapareceu — e só se deu falta dela dias depois.

O sumiço da tela já seria intrigante por si só. Mas o mistério ganha contornos ainda mais curiosos com o timing: o suposto crime foi descoberto na quinta-feira (16), apenas três dias antes do histórico roubo das joias da monarquia francesa no Museu do Louvre, ocorrido no domingo (19).
Embora o suposto crime tenha ganhado os holofotes agora, a história começou no início deste mês. Agora, a Fundação CajaGranada tenta fazer uma reconstituição dos fatos em busca de pistas sobre o momento exato em que se desenrolou o suposto crime.
A grande aposta hoje é que o desaparecimento da pintura de Picasso aconteceu durante o transporte da peça.
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A pequena obra foi enviada de Madri para Granada em uma van, junto com outras obras que fariam parte da exposição. O trajeto, que levaria pouco mais de quatro horas, incluiu uma parada noturna não programada na véspera da entrega.
Essa parada agora é o foco principal dos investigadores do caso misterioso.
O jornal espanhol El País levantou a possibilidade de que o furto pode ter ocorrido justamente nesse intervalo, enquanto os dois ocupantes da van se revezavam para vigiar a carga preciosa.
Na manhã de 3 de outubro, a remessa chegou ao centro cultural CajaGranada. Às 10h, tudo foi descarregado e levado ao salão de exposições pelo elevador, monitorado por câmeras.
Apesar de pequenas inconsistências na numeração das embalagens das obras, a equipe assinou a entrega e liberou a van para seguir viagem.
Como muitas caixas não estavam numeradas, a equipe adiou a inspeção completa até o dia 6 de outubro. É por isso que a ausência da pintura de Picasso só foi notada dias depois, na segunda-feira seguinte, quando o curador e o chefe de exposições começaram a enfim desempacotar as caixas.
A CajaGranada até chegou a revisar as imagens de segurança daquele fim de semana — mas, segundo a fundação, “nenhum incidente ocorreu” durante o fim de semana.
Sem registros de anomalias nas câmeras e sem testemunhas, a fundação recorreu às autoridades para desvendar onde pode ter ido parar a pequena pintura de Picasso.
A denúncia foi registrada após a descoberta do desaparecimento, e a polícia nacional da Espanha confirmou à CNN que há uma investigação em andamento para determinar quando e onde a obra sumiu.
Esta não é a primeira vez que uma pintura de Picasso desaparece. Suas obras são alvo frequente de ladrões, e diversas peças do pintor e escultor espanhol já sumiram de galerias e coleções privadas.
Picasso não é o único que está na mira de saqueadores, e nem foi o último a ter itens preciosos roubados. Veja aqui alguns dos assaltos mais emblemáticos no mundo da arte recentemente.
Além disso, não há, até o momento, nenhuma conexão comprovada entre o desaparecimento em Granada e o assalto cinematográfico ao Louvre.
Ainda assim, a coincidência temporal atiça a imaginação: dois assaltos no mundo da arte quase ao mesmo tempo, em dois países diferentes, sob circunstâncias nebulosas.
*Com informações de Reuters, El País e The Guardian.
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