Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Equipe Trends

Equipe dos portais Money Times e Seu Dinheiro que monitora tendências do mercado e desenvolve conteúdos com foco em temas de destaque

ROTEIRO DE FILME

Roubo no Louvre, Mona Lisa desaparecida, pé-de-cabra no MASP: os grandes assaltos a museus de arte da história

De privadas de ouro até “quadros para viagem”, a história da arte foi entalhada por roubos dignos de um bom roteiro policial. Confira aqui alguns dos assaltos mais emblemáticos

Equipe Trends
20 de outubro de 2025
12:33 - atualizado às 12:52
Imagem criada por inteligência artificial para ilustrar o roubo ao Louvre e outros assaltos a museus e a arte na história.
Imagem criada por inteligência artificial para ilustrar o roubo ao Louvre e outros assaltos a museus e a arte na história. - Imagem: Dall-E/ChatGPT

De esmeraldas a coroas, o roubo no Museu do Louvre no último fim de semana parece ter saído direto de um roteiro de ficção. Em apenas quatro minutos, um grupo de ladrões levou joias que pertenciam à antiga monarquia francesa — e tudo isso com o museu aberto ao público. Mas, embora o episódio em Paris tenha capturado os holofotes, ele está longe de ser um caso isolado — e tampouco o roubo de arte mais ousado da história.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A história da arte é também a história dos roubos de obras de arte, e muitos deles são dignos de um bom romance policial. Do desaparecimento da Mona Lisa ao misterioso sumiço de 2 mil artefatos do Museu Britânico, saques e crimes envolvendo arte fazem parte da história desde que o mundo é mundo.

Inclusive, essa não foi a primeira vez que o museu mais famoso do mundo se tornou palco de um roubo cinematográfico. O Museu do Louvre tem em seu passado furtos lendários. O histórico de roubos não solucionados é extenso. Pior: a maioria deles aconteceu em plena luz do dia.

  • LEIA TAMBÉM: Quer se antenar sobre tendências, turismo e estilo de vida? Receba gratuitamente as newsletters do Lifestyle do Seu Dinheiro. Cadastre-se aqui

O mais célebre aconteceu há mais de um século. Em 1911, um ex-funcionário do Louvre escondeu a Mona Lisa sob o casaco e saiu andando pelos corredores. A segurança era rudimentar e o desaparecimento só foi notado no dia seguinte.

O quadro de Leonardo da Vinci só reapareceu dois anos depois, quando o ladrão tentou vendê-lo. Ironicamente, foi o furto que contribuiu para transformar a pintura em símbolo universal da arte ocidental.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além do roubo no Louvre: outros grandes assaltos a artes na história

Mais de cem anos depois, outro museu europeu se viu diante de um mistério: cerca de 2 mil artefatos desapareceram do Museu Britânico, incluindo joias e pedras preciosas. Tudo indica que o crime foi cometido de dentro, aos poucos, ao longo de anos. Um roubo discreto, mas devastador — um verdadeiro “assassino em série” de relíquias.

Leia Também

Durante a pandemia da covid-19, os ladrões também aproveitaram a vulnerabilidade dos museus fechados. Em 2020, o quadro “Dois Meninos de Riso com uma Caneca de Cerveja”, do holandês Frans Hals, foi levado em um roubo avaliado em 15 milhões de euros.

No mesmo ano, “Jardim da Primavera”, de Vincent Van Gogh, desapareceu de outro museu holandês. O quadro foi roubado durante a noite, enquanto o Museu Singer Laren estava fechado devido ao lockdown.

Van Gogh, Munch e Rembrandt na mira

A arte de Van Gogh parece ter um apelo irresistível entre ladrões. Em 2010, a pintura “Flores de Papoula”, avaliada em até US$ 55 milhões, foi roubada no Egito. O “culpado” foi o sistema de alarme do museu que não funcionava — e a obra permanece desaparecida até hoje.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outros pintores também são reincidentes nas páginas policiais. Outra obra que já passou de mão em mão foi “O Grito". Em 2004, ladrões armados levaram o quadro de Edvard Munch do Museu Munch, em Oslo — a segunda vez em 10 anos que a pintura foi roubada.

"O Grito", de Edvard Munch. Foto: Reprodução

Mas uma pintura roubada uma vez já é chocante. Imagine quatro vezes. O quadro "Jacob de Gheyn III" ganhou o apelido de "Rembrandt para viagem" após ter sido roubado em 1966, 1973, 1981 e 1983. A peça foi recuperada "após cada roubo" e continua em exposição até hoje.

De Boston até o Brasil

Em termos de valor, o maior roubo de arte da história aconteceu em Boston, em 1990. Ladrões renderam os seguranças do Isabella Stewart Gardner Museum e levaram 13 obras de arte, entre elas pinturas de Rembrandt e Manet.

As autoridades dizem que, juntas, as obras valem US$ 500 milhões. Já funcionários do museu afirmam que não têm preço, porque não podem ser substituídas. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Trinta e cinco anos depois, este assalto continua sem solução.

A Europa também foi palco de diversos assaltos ousados. 

Na Alemanha, em 2019, o assalto ao Grünes Gewölbe, em Dresden, foi tão preciso quanto brutal: em um minuto, ladrões cortaram a energia, quebraram vitrines com machados e fugiram com joias avaliadas em US$ 1,2 bilhão, incluindo uma espada coberta por 800 diamantes e o Diamante Branco de Dresden.

Em Viena, um ladrão especializado em alarmes levou, em 2003, a única obra atribuída a Benvenuto Cellini, avaliada em US$ 60 milhões. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E até o Brasil tem sua história no mundo dos grandes roubos. Em 2007, o Museu de Arte de São Paulo (MASP) foi invadido por criminosos que usaram um macaco hidráulico e um pé de cabra para roubar obras de Pablo Picasso e Cândido Portinari avaliadas em US$ 50 milhões. Os quadros foram recuperados depois que um suspeito revelou o esconderijo.

Museu de Arte de São Paulo (MASP). Foto: iStock

A estranha ligação dos roubos de arte com vasos sanitários

Há também os assaltos que ficaram famosos pelos desfechos bizarros ou motivações políticas.

Em Manchester, 2003, obras de Gauguin, Picasso e Van Gogh foram roubadas da Whitworth Art Gallery. As peças foram encontradas em um vaso sanitário abandonado perto do museu. Os ladrões deixaram um bilhete, afirmando que nem queriam roubar os quadros, mas sim dar luz à "segurança lamentável" do museu.

Há crimes que beiram o surreal.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em outra ligação improvável com roubo de arte e uma privada aconteceu em 2019: o furto de um vaso sanitário de ouro maciço, avaliado em 4,75 milhões de libras, no Palácio de Blenheim, na Inglaterra. O ladrão foi condenado neste ano, mas a obra — feita com 18 quilates — nunca foi localizada. A suspeita é de que tenha sido derretida.

Ainda na categoria de desfechos peculiares, na Holanda, em 2012, ladrões roubaram obras de Monet, Matisse e Picasso, avaliadas em US$ 100 milhões. Meses depois, a mãe de um dos criminosos alegou ter queimado as pinturas. As cinzas foram analisadas, mas nada foi comprovado. Há quem diga que ela mentiu…

No século passado, em 1974, membros do Exército Republicano Irlandês roubaram US$ 20 milhões em obras de Vermeer, Goya e Rubens na Irlanda, usando as pinturas como “reféns” para troca pela libertação de militares presos.

O Musée Marmottan, em Paris, foi palco de um assalto ousado à luz do dia em 1985, onde ladrões armados renderam nove guardas e 40 visitantes para roubar nove obras, incluindo “Impressão, Nascer do Sol”, de Claude Monet, a pintura que deu nome ao movimento Impressionista.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Embora as nove obras roubadas fossem avaliadas em US$ 20 milhões, alguns diziam que a obra de Monet não tinha preço. Em 1990, todas as nove obras foram recuperadas.

Naquele mesmo ano, uma dupla de universitários provou que não era preciso ser profissional para realizar um grande golpe, mas sim estar preparado. Depois de mais de 50 visitas ao Museu Nacional de Arqueologia na Cidade para “reconhecer território”, os dois ladrões executaram o assalto. Levaram consigo 124 artefatos.

Em 2010, cinco obras de Amedeo Modigliani, Fernand Léger, Pablo Picasso e Georges Braque também foram roubadas por um ladrão apelidado de "Homem Aranha" no Musée d’Art Moderne de la Ville, em Paris. 

Naquele ano, o ladrão retornou várias vezes ao museu, borrifando ácido em uma janela que lhe permitia entrar sem problemas. Numa madrugada, ele roubou uma obra de Henri Matisse. Como os alarmes não dispararam, ele também levou obras de outros artistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outros roubos de arte 

Outro ataque inestimável aconteceu em 2003, com o saque ao Museu Nacional do Iraque durante a queda de Bagdá.

Em meio ao caos da invasão militar ordenada pelos EUA, milhares de artefatos foram roubados, com gangues e saqueadores aproveitando o conflito para roubar o museu por dias. Embora muitos itens tenham sido recuperados, estima-se que 10 mil telas ainda estejam desaparecidas.

No Canadá, em 1972, o Montreal Museum of Fine Arts perdeu 39 joias e 18 pinturas, incluindo Rubens e Rembrandt. 

Em 2015, cinco pinturas de Francis Bacon, avaliadas em 30 milhões de euros, foram roubadas da casa de um colecionador particular em Madrid, no que foi chamado de "o maior assalto de arte contemporânea na história recente da Espanha". 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em 2000, o Nationalmuseum, em Estocolmo, foi atingido por ladrões armados, que levaram três obras de Rembrandt e Renoir, avaliadas em US$ 30 milhões, que foram recuperadas anos depois.

Ladrão que rouba ladrão…

Roubos de obra de arte volta e meia trazem a lembrança de que muitas coleções foram amealhadas de maneira nebulosa, resultantes de saques e apropriações indébitas ocorridas em meio a guerras e períodos de ocupação militar.

O Egito, por exemplo, exige do Museu Britânico a devolução da Pedra de Roseta, item fundamental para que arqueólogos conseguissem traduzir os hieróglifos egípcios. Da Alemanha, o Cairo quer a restituição do busto de Nefertiti.

Angola reivindica esculturas levadas a Portugal. O México, por sua vez, tenta reaver da Áustria o Cocar de Montezuma. Isso para ficar em apenas alguns casos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

*Com informações do National Geographic, The Week, Reuters, Independent e ArtNews.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
GUERRA NO ORIENTE MÉDIO

Trump diz que Estados Unidos não serão “chantageados” pelo fechamento do Estreito de Ormuz e reafirma “boas conversas” com Irã

18 de abril de 2026 - 13:02

Após o Irã reverter a abertura da passagem marítima, presidente norte-americano minimiza a medida como tática de pressão

GUERRA NO ORIENTE MÉDIO

Irã fecha Estreito de Ormuz novamente e interrompe escoamento de petróleo

18 de abril de 2026 - 9:38

Teerã alega “pirataria” dos EUA para encerrar breve abertura da via estratégica; Donald Trump afirma que cerco naval só terminará com conclusão total de acordo.

GOAT

Quem é melhor (como cartola): Lionel Messi ou Cristiano Ronaldo?

16 de abril de 2026 - 19:02

Mais cedo ou mais tarde, Lionel Messi e Cristiano Ronaldo vão se aposentador dos gramados, mas não vão abandonar o futebol. Ambos se preparam para virar dirigentes.

O PIX VAI CANTAR

Como Javier Milei colocou o FMI para ‘dançar tango’ e garantiu mais US$ 1 bilhão para os cofres da Argentina

15 de abril de 2026 - 17:55

Com orçamento aprovado e foco no superávit, governo argentino recebe sinal verde do Fundo; entenda como a economia vizinha está mudando (para melhor)

LEGADO QUE FICA

Mark Mobius, investidor lendário e pioneiro em mercados emergentes, morre aos 89 anos

15 de abril de 2026 - 16:47

Gestor colocou as economias em desenvolvimento no radar dos investidores globais em um momento em que “mercados emergentes” não era nem um conceito ainda

QUEM TE VIU, QUEM TE VÊ

US$ 100 bilhões em 9 dias: como a Intel virou o jogo na bolsa — e o que Elon Musk tem a ver com isso

13 de abril de 2026 - 13:01

Apesar do desempenho estelar, a fabricante de chips ainda tem riscos à frente; entenda o que mexe com a ação da empresa

NO MEIO DO NADA

Fábrica natural de ouro: cientistas acreditam ter encontrado no fundo do mar a resposta para um antigo mistério

13 de abril de 2026 - 10:28

Motivo pelo qual o ouro se concentra em certas regiões do mundo e não em outras é considerado um mistério de longa data pelos cientistas, mas uma parte dessa resposta parece ter sido encontrada

SEM SOLUÇÕES

EUA e Irã deixam mesa de negociações sem acordo, e cessar-fogo segue incerto; confira os pontos de impasse entre os países

12 de abril de 2026 - 12:07

Apesar de não chegarem a um acordo, o encontro foi o mais alto nível de interação presencial entre representantes do Irã e dos Estados Unidos

BIG SHORT X BIG BOSS

‘A loucura’ de Michael Burry: lendário investidor de Wall Street encara Trump e dobra a aposta contra a Palantir — e contra a Nvidia 

10 de abril de 2026 - 18:45

O investidor que previu a crise de 2008 não se intimidou com o apoio do republicano à empresa de software, e reafirma que a queridinha da IA vale menos da metade do preço de tela

NO MUNDO DA LUA

Americano nunca esteve na Lua, mas ficou milionário vendendo terrenos do satélite natural da Terra

10 de abril de 2026 - 10:40

Nem o céu foi limite para um norte-americano se tornar um multimilionário ao vender lotes de terreno na Lua

EFEITO COLATERAL

Quem ganha com a guerra? Rússia pode turbinar cofres em abril com até US$ 9 bilhões em petróleo

9 de abril de 2026 - 15:49

Disparada do petróleo após fechamento do Estreito de Ormuz pode dobrar arrecadação com imposto sobre produção

COPO MEIO CHEIO

Cessar-fogo de papel e conta que não fecha: as economias globais caminham no escuro, mas o investidor não

8 de abril de 2026 - 18:44

Apesar das incertezas com relação à evolução do conflito no Oriente Médio e à consequente sombra sobre a trajetória da inflação e dos juros no mundo, os investidores têm um caminho claro a seguir

PAUSA DRAMÁTICA

Petróleo despenca mais de 15%, Petrobras cai 6% e dólar perde força: o efeito imediato do cessar-fogo de Trump contra o Irã nos mercados

7 de abril de 2026 - 20:42

Após ultimato e ameaça a infraestrutura iraniana, presidente dos EUA recua e abre janela de negociação mediada pelo Paquistão

VENTOS FAVORÁVEIS

Os 4 setores que estão carregando o rastro de bilhões dos estrangeiros na bolsa em 2026

7 de abril de 2026 - 17:15

O investidor estrangeiro está comprando a B3, mas não tudo, segundo o Itaú BBA; saiba por que os gringos já injetaram R$ 29,7 bilhões em ETFs brasileiros neste ano

NÃO PRECISA DE BOMBEIRO

Enquanto a Ásia queima com o petróleo, a China tem um plano para apagar o fogo da crise que vem de Ormuz 

6 de abril de 2026 - 19:41

Japão e a Coreia do Sul sofrem; Pequim respira com um alívio que mistura estratégia de longo prazo e uma ajudinha do combustível fóssil mais tradicional de todos

MENSAGEM NÃO LIDA

As lições de casa — e os alertas — do CEO do JP Morgan que podem mudar a forma como você investe

6 de abril de 2026 - 16:59

Jamie Dimon fala dos efeitos das guerras, da inteligência artificial e das regras bancárias na aguardada carta anual aos acionistas

MAKE A PIX

Pix internacional: Banco Central trabalha para expandir sistema de pagamento para fora do Brasil enquanto Trump esbraveja

6 de abril de 2026 - 11:42

Pix já funciona de maneira limitada em algumas localidades estrangeiras, mas Banco Central prepara internacionalização mais abrangente da ferramenta que tira o sono de Donald Trump

TENSÕES NO ORIENTE MÉDIO

EUA sobem o tom sobre Estreito de Ormuz, mas Irã não recua e manda recado: “jamais voltará a ser o que era”

6 de abril de 2026 - 9:31

O anúncio ocorre após Trump fazer mais um ultimato ao Irã, sob a ameaça de destruir usinas de eletricidade e pontes do país persa

PRIMEIRA VEZ EM 20 ANOS

EUA sofrem golpe inédito do Irã; veja como ficam as negociações para um cessar-fogo agora

4 de abril de 2026 - 9:16

Os ataques ocorreram cinco semanas após os primeiros bombardeios dos Estados Unidos e de Israel no Irã

MUITO ALÉM DO COELHINHO

De procissões religiosas a “bruxas de Páscoa” e pipas coloridas: como outras culturas e religiões celebram a ressurreição e a passagem

3 de abril de 2026 - 10:17

Comum a cristãos, judeus e a outras culturas, a Páscoa ganha tradições e adaptações muito diferentes ao redor do mundo

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia