🔴 O MELHOR TRADER DO MUNDO VAI TE AJUDAR NA BUSCA POR R$ 1 MILHÃO – CONHEÇA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

TRUMP ESTÁ DE OLHO

Israel e Irã podem mexer com a política de juros nos EUA? Powell responde

O presidente do Federal Reserve presta depoimento ao Comitê de Serviços Financeiros da Câmara e fala dos reflexos da instabilidade no Oriente Médio nas decisões do banco central norte-americano

Barril de petróleo sobre dólares
Imagem: DALL-E/ChatGPT

Os preços do petróleo operam em queda de 5% nesta terça-feira (24) na esteira do cessar-fogo entre Israel e Irã, mas a guerra entre os dois rivais no Oriente Médio ainda não acabou e a commodity corre o risco de disparar mais uma vez caso a trégua seja desrespeitada — e o presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, está de olho nessa possibilidade.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao falar no primeiro dos dois dias de depoimentos semestrais ao Congresso, Powell reconheceu que a disparada de preços do petróleo é sentida diretamente no bolso dos cidadãos norte-americanos. 

“Os choques do petróleo dependem de fatos e circunstâncias e a disparada de preços é sentida pelas pessoas no dia a dia”, afirmou Powell ao ser questionado por um deputado sobre os efeitos do conflito no Oriente Médio na política monetária. 

O barril do petróleo operava cotado a US$ 60 até o dia 13 de junho, quando Israel iniciou os ataques ao Irã e fez os preços saltarem para US$ 75, acendendo o alerta de que a luta dos bancos centrais ao redor do mundo contra a inflação poderia entrar em uma nova fase. 

Mas na noite de segunda-feira (23), o presidente norte-americano, Donald Trump, anunciou uma trégua entre israelenses e iranianos — em boa parte obtida depois que os EUA entraram na guerra e bombardearam três instalações nucleares do país. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Powell lembrou que nos anos 70 a guerra no Oriente Médio fez a inflação disparar nos EUA e, embora reconheça que a energia seja uma parte significativa do Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano, disse que o melhor a se fazer agora é avaliar os desdobramentos do conflito entre Israel e Irã. 

Leia Também

É SÓ O COMEÇO

O melhor está por vir para a TSMC após alta de 55% no ano. Entenda o que a Nvidia e Elon Musk têm a ver com o futuro das ações

SHERLOCKS DOS AMINOÁCIDOS

Mistério sobre a origem da vida: Nobel de Química premia dupla que resolveu enigma de mais de um século

“Estamos olhando para esses eventos e, caso se desdobrem, vamos nos perguntar se devemos agir”, afirmou Powell. “Nossas ações mexem no bolso e na vida das pessoas, então não podemos agir diante da primeira instabilidade em uma região volátil — muita coisa muda em 24 horas”, acrescentou. 

A disparada do petróleo alimenta a inflação, que o Fed vem tentando combater desde que iniciou um ciclo agressivo de aperto monetário há três anos. 

O dado mais recente de inflação nos EUA, medido pelo índice de preços para gastos pessoais (PCE, na sigla em inglês) mostrou uma desaceleração para 2,1% em abril. Os números de maio serão divulgados na próxima sexta-feira (27).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na última decisão de política monetária, que você pode conferir aqui, o Fed manteve a taxa de juros inalterada na faixa entre 4,25% e 4,50% ao ano e foi, mais uma vez, duramente criticado pelo presidente norte-americano, Donald Trump — um defensor declarado de juros baixos. 

Dólar em queda livre: entenda por que a moeda está caindo e como isso afeta seu bolso

O frágil cessar-fogo entre Israel e Irã

Powell tem seu ponto quando diz que os eventos no Oriente Médio mudam a cada 24 horas — ou menos — e nisso até Trump concorda com o presidente do Fed. 

O cessar-fogo estava à beira do colapso na manhã desta terça-feira, quando o republicano acusou Irã e Israel de violarem o acordo logo após sua entrada em vigor. 

Trump exigiu que Jerusalém e Teerã cumprissem a trégua, reservando palavras incomumente duras a Israel.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Não estou satisfeito com Israel", disse Trump a repórteres a caminho de uma cúpula da Organização do Atlântico Norte (Otan) na Holanda. 

"Também não estou satisfeito com o Irã, mas estou realmente insatisfeito se Israel" continuar sua campanha de bombardeios na terça-feira, completou. 

Petróleo na berlinda

Antes do cessar-fogo, os negociadores temiam que Israel pudesse ter como alvo os 3,3 milhões de barris de petróleo bruto produzidos por dia pelo Irã, ou que a República Islâmica pudesse atacar a infraestrutura energética dos países do Golfo, incluindo o Iraque.

Os investidores também observavam se o Irã tentaria fechar o Estreito de Ormuz, que liga o Golfo Pérsico ao Golfo de Omã. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O estreito, usado para transportar 20% do petróleo bruto mundial, é uma rota importante para embarques iranianos e de outros países do Oriente Médio, incluindo a Arábia Saudita, o maior exportador de petróleo do mundo, os Emirados Árabes Unidos, o Iraque, o Kuwait e o Bahrein.

A China é um dos maiores compradores do petróleo que atravessa o estreito. Trump comentou sobre isso mais cedo: 

“A China agora pode continuar comprando petróleo do Irã”, disse Trump em uma publicação em sua plataforma de mídia social Truth Social. “Espero que eles também comprem bastante dos EUA. Foi uma grande honra para mim fazer isso acontecer!”

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Henry Kissinger 2 de outubro de 2026 - 15:05

NÃO ACEITAMOS DEVOLUÇÃO

Henry Kissinger, o Nobel da Paz que tentou devolver o prêmio, mas não conseguiu

2 de outubro de 2026 - 15:05
Peter Handke 30 de setembro de 2026 - 16:32
nvidia ações nvda ia 28 de setembro de 2026 - 19:18
Montagem com um fundo com notas de dólares e, ao centro, uma mão segurando um iPhone Duo aberto. 28 de setembro de 2026 - 14:30
27 de setembro de 2026 - 11:00
Imagem de um globo, com um termômetro e uma seta vermelha com a inscrição El Niño 25 de setembro de 2026 - 19:30
Guerra comercial, China, Estados Unidos EUA 25 de setembro de 2026 - 17:27
bandeira dos estados unidos em wall street 25 de setembro de 2026 - 15:42
Presidentes dos EUA, Donald Trump, e da China, Xi Jinping, apertam as mãos após encontro na Coreia do Sul 24 de setembro de 2026 - 19:58
Gráfico de ações sobre bandeira dos Estados Unidos 24 de setembro de 2026 - 15:03
O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, em discurso na Assembleia Geral da ONU 22 de setembro de 2026 - 13:37
Ata Fed 20 de setembro de 2026 - 16:45
Guerra comercial, China, Estados Unidos EUA 20 de setembro de 2026 - 10:03
Bandeira do Japão e do Brasil 18 de setembro de 2026 - 18:00

LONGE NO MAPA, PERTO DO BOLSO

Juros no maior nível em 31 anos: por que o aperto no Japão importa para você

18 de setembro de 2026 - 18:00
O presidente do Federal Reserve, Kevin Warsh, fala de pé, em frente a um púlpito, durante coletiva de imprensa na sede do banco central norte-americano, em Washington, D.C. 16 de setembro de 2026 - 15:01
Imagem traz a bandeira dos EUA ao fundo. Em primeiro plano, uma mão segurando o índice S&P 500. 15 de setembro de 2026 - 18:01
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar