🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Carolina Gama

Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.

COMENDO PELAS BEIRADAS

Criptomoedas como o bitcoin (BTC) podem ser um risco para os bancos dos EUA, segundo a Fitch — mas há janelas de oportunidade 

A agência de classificação de risco aponta benefícios na emissão de stablecoins, na tokenização de depósitos e no uso de tecnologia blockchain

Carolina Gama
9 de dezembro de 2025
19:41 - atualizado às 16:42
Bitcoins (BTC) por cima da bandeira dos Estados Unidos
Imagem: Montagem - Canva Pro - Leonardo Carmo

Em El Salvador é possível comprar quase tudo com criptomoedas. Na Argentina também dá para pagar um cafezinho com bitcoin (BTC). Essa, no entanto, ainda não é uma realidade comum aos norte-americanos, embora o atual presidente dos EUA, Donald Trump, seja um entusiasta dos ativos digitais.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O motivo para a maior economia do mundo ainda ter cautela com as criptomoedas tem uma explicação no passado recente: a crise de 2008, que levou grandes bancos de Wall Street ao colapso, derrubando mercados mundo afora. 

Mas quando Trump chegou à Casa Branca, o cenário mudou. O republicano assumiu o segundo mandato em janeiro deste ano, se comprometendo a avançar com a regulamentação das criptomoedas, o que contribuiria para a sua popularização.  

Não demorou muito para que, em julho, o primeiro passo nessa direção fosse dado. Trump assinou uma lei para criar um regime regulatório para criptomoedas atreladas ao dólar, conhecidas como stablecoins — um marco com potencial de abrir caminho para que os ativos digitais se tornem uma forma cotidiana de fazer pagamentos e movimentar dinheiro nos EUA. 

A partir daí, bancos norte-americanos e outras empresas voltaram a se interessar pelo mercado de criptomoedas, cavando espaço para novos projetos e uma adoção mais intensa dos ativos digitais. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os perigos das criptomoedas para os bancos norte-americanos 

Como toda operação no mercado envolve riscos, o envolvimento dos bancos norte-americanos com as criptomoedas não seria diferente — e a Fitch Ratings identificou onde estão os perigos para os titãs de Wall Street.  

Leia Também

Segundo a agência, o envolvimento crescente das instituições financeiras dos EUA com ativos digitais aumenta os riscos reputacionais, de liquidez, operacionais e de conformidade, mesmo quando limitado a negócios de risco relativamente menor. 

“O pêndulo regulatório dos EUA se inclinou decisivamente em direção à aceitação de ativos digitais", diz a Fitch, acrescentando que, após anos de cautela sob a administração de Joe Biden, os bancos norte-americanos agora podem buscar a custódia de criptomoedas, emissão de stablecoins e serviços baseados em blockchain sem aprovação prévia.  

  • Grandes bancos como JPMorgan, Bank of America, Citigroup e Wells Fargo já anunciaram iniciativas de ativos digitais depois que o governo Trump avançou com a regularização dessa indústria.  

Leia também: Ações de IA em alta, dólar em queda, ouro forte: o que esses movimentos revelam sobre o mercado dos EUA

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As criptomoedas não são só riscos 

Mas nem tudo é risco quando se trata de criptomoedas e bancos norte-americanos. A Fitch também listou os pontos positivos da entrada desses titãs de Wall Street no setor de ativos digitais.  

A agência de classificação de risco pontua que a emissão de stablecoins, a tokenização de depósitos e o uso de tecnologia blockchain oferecem aos bancos norte-americanos oportunidades para melhorar o atendimento ao cliente.  

Eles também permitem que as instituições financeiras aproveitem a velocidade e a eficiência das tecnologias em áreas como pagamentos e contratos inteligentes. 

Revolução ou bolha? A verdade sobre a febre da inteligência artificial

Ainda assim, a Fitch alerta: "os riscos para o sistema financeiro também podem aumentar se a adoção de stablecoins se expandir, especialmente se atingir um nível suficiente para influenciar o mercado de títulos do Tesouro norte-americano". 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para a agência, os bancos dos EUA precisariam abordar adequadamente os desafios em torno da volatilidade dos valores das criptomoedas, do uso de pseudônimos por proprietários de ativos digitais e a proteção contra perda ou roubo para realizar adequadamente os benefícios de ganhos e franquias. 

Os serviços que um banco dos EUA pode oferecer

Os bancos norte-americanos oferecem desde 2021 a custódia de criptomoedas para seus clientes, um serviço que inclui tanto a guarda de chaves criptográficas únicas associadas aos ativos digitais, como outros serviços bancários já permitidos para clientes que cumprem as leis.

O Bank of New York Mellon, o State Street, o Northern Trust e US Bank foram os primeiros bancos norte-americanos a oferecer a custódia de criptomoedas na esteira da liberação pelo Escritório de Controle da Moeda (OCC, na sigla em inglês). 

  • Na visão dos bancos, os negócios de custódia para armazenar e gerenciar ativos digitais são promissores, mas têm margens pequenas em comparação com os riscos elevados.  

Mas esse é apenas um dos caminhos. No início do ano, o presidente-executivo do Bank of America, Brian Moynihan, disse que poderia lançar stablecoins, e se mostrou favorável à adoção de criptomoedas para pagamentos.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já o Morgan Stanley sinalizou interesse na intermediação de transações relacionadas a moedas digitais, segundo disse o presidente-executivo, Ted Pick. 

Alguns dos grandes bancos dos EUA também estão explorando a emissão de uma stablecoin conjunta, com as conversas em estágios iniciais. 

Por enquanto, os bancos estão avaliando as perspectivas e executando programas-piloto em pequena escala — a ideia é entender se podem se envolver em empréstimos de moedas digitais ou se podem se tornar criadores de mercado para ativos digitais.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
INTERNACIONAL

Cuba capitalista? Governo comunista se aproxima de empresas privadas para reagir à intensificação dos bloqueios norte-americanos

6 de março de 2026 - 13:11

Governo cubano adota nova estratégia de sobrevivência diante de sanções dos EUA, que ameaçam causar um apagão total no país

SEMPRE EM DISPUTA

Estreito de Ormuz: a passagem que até outro dia não existia, hoje tem o potencial de parar parte da economia global

6 de março de 2026 - 10:40

De acidente natural a centro nervoso das tensões entre potências, Ormuz mostra como geografia ainda determina quem tem vantagem no tabuleiro mundial

A TESE DAS DUAS LÂMINAS

A tesoura invisível da IA: como a tecnologia já está acabando com empregos e mudando o jeito de investir

5 de março de 2026 - 17:06

A TAG Investimentos explica como a inteligência artificial está operando uma seleção natural no mercado de trabalho e o que isso significa para a bolsa

GEOPOLÍTICA NO RADAR

Petróleo em alta: o que o conflito no Oriente Médio significa para os dividendos da Petrobras (PETR4), segundo o Itaú BBA

4 de março de 2026 - 19:30

Brent sobe 12% em três dias com risco no Estreito de Ormuz; para o banco, Petrobras ganha fôlego para reforçar caixa e sustentar proventos

CIRCUIT BREAK

Nem o K-pop salva: bolsa da Coreia do Sul cai 12% e vive pior dia da história. Por que o “show” parou em Seul e o que isso significa agora

4 de março de 2026 - 15:50

O Kospi vinha de uma valorização estrondosa de 75% no ano passado, impulsionado pelo hype da inteligência artificial

CHOQUE DO BARRIL

O mapa do petróleo na América Latina: quem surfa a alta e quem paga a conta, segundo o Morgan Stanley

4 de março de 2026 - 14:30

O banco avalia o choque da alta dos preços do petróleo na região e diz quem ganha, quem perde e como ficam inflação e juros no Brasil, na Argentina, na Colômbia, no Chile e no México; confira a análise

AMÉRICA LATINA

BofA diz qual ação sobreviverá aos quatro cavaleiros do apocalipse da IA — e qual pagará dividendos no setor de software 

3 de março de 2026 - 19:42

Com quedas de até 15% no ano, as empresas de software brasileiras estão no olho do furacão da IA, mas, segundo o Bank of America, a barreira de dados e a chance de proventos ainda pesam mais que o risco tecnológico

INTERNACIONAL

Entre o caos e o milagre: tragédia resulta em chuva de dinheiro na Bolívia, mas que ninguém poderá usar

3 de março de 2026 - 15:32

Queda de aeronave militar carregada com 18 toneladas de papel-moeda gera onda de saques e vandalismo

RATINGS EM RISCO

A gravidade agora é severa: as implicações da guerra entre EUA e Irã que vão além do petróleo e da inflação

2 de março de 2026 - 19:51

As agências de classificação de risco S&P Global, Fitch Ratings e Moody’s lançam um olhar sobre o Oriente Médio e dizem o que pode acontecer se o conflito durar muito tempo

OPORTUNIDADE NO EXTERIOR

Adeus, Tesla (TSLA34)! A troca de ações internacionais do BTG para você lucrar em dólar

2 de março de 2026 - 19:00

O banco realizou algumas alterações na carteira de ações internacionais em março, com novas oportunidades de ganho em meio ao ciclo de juros do Fed

SOB ATAQUE

Saudi Aramco: petroleira atacada pelo Irã já foi bombardeada antes, fez o maior IPO da história e segue no topo do mercado global de petróleo

2 de março de 2026 - 14:15

Bombardeio contra refinaria da Saudi Aramco coloca em xeque produção da petroleira, mas isso já aconteceu no passado — bem no ano de seu IPO bilionário

POLÍTICA MONETÁRIA EM FOCO

A Selic não vai mais cair? O que pode acontecer com os juros no Brasil e no mundo com o Oriente Médio em chamas

2 de março de 2026 - 14:04

A disparada do petróleo pode reascender a inflação global, e alguns líderes de bancos centrais ao redor do mundo já estão em alerta

VISÃO DO GESTOR

O sazón latino e o tempero do medo: o gringo ama o Brasil, mas o investidor brasileiro não deve largar de vez o dólar e os EUA

2 de março de 2026 - 12:00

O gringo está injetando dinheiro no Brasil, México e Colômbia, atraído pelo tamanho desses mercados, mas, para o investidor brasileiro, a diversificação para EUA, Ásia e Europa seguem como o mantra dos bons retornos

CRISE NO ORIENTE MÉDIO

Ataques em Dubai atingem hotéis de luxo e deixam turistas sem saída; governo pede cooperação de operadores

2 de março de 2026 - 11:21

Com o espaço aéreo fechado desde sábado (28), cidades dos Emirados Árabes Unidos se aliam com hotelaria para administrar milhares de turistas presos no país após ataques iranianos

VISÃO DE FORA

Gestor de US$ 200 bilhões diz o que pode fazer o gringo fugir da bolsa brasileira: balanços do 1T26 e eleições — mas não da forma que você pensa

2 de março de 2026 - 6:30

Para o capital estrangeiro, o Brasil não é um debate político ou fiscal, mas um balcão de oportunidades de valor; entenda por que, para o gringo, o micro das companhias vence o macro do governo — mas não para sempre

CONFLITO NO IRÃ

Em meio à tensão no Oriente Médio, Opep+ mantém cautela ao elevar produção de petróleo

1 de março de 2026 - 10:45

Mesmo com os ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã afetando o fluxo de petróleo na região, o grupo decidiu elevar a oferta em 206 mil barris por dia

MERCADO EM ALERTA

Conflito entre EUA e Irã coloca petróleo sob pressão e BTG vê espaço para alta adicional no Brent

1 de março de 2026 - 10:20

Banco avalia que risco maior está na logística global da commodity e mantém recomendação de compra para ação do setor

CRISE

Irã nomeia liderança provisória após morte de Khamenei em ataque atribuído a EUA e Israel

1 de março de 2026 - 9:41

Aiatolá Alireza Arafi assume interinamente enquanto Assembleia dos Peritos inicia processo para escolha do novo líder supremo

O TODO PODEROSO

Ali Khamenei: quem foi o líder supremo do Irã e alvo dos ataques dos EUA e de Israel

28 de fevereiro de 2026 - 21:47

O aiatolá de 86 anos era o homem mais poderoso do Irã e o chefe de Estado mais longevo do Oriente Médio, ocupando a posição de líder supremo por 35 anos

CAMINHO DO MEIO

De um lado, a maior economia do mundo. Do outro, um parceiro do Brics. Qual será a posição do Brasil na guerra?

28 de fevereiro de 2026 - 21:29

Depois dos ataques coordenados de EUA e Israel ao Irã neste sábado (28), entenda qual deve ser o posicionamento do governo brasileiro e as implicações do conflito para o País

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar