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NOVAS FRONTEIRAS

Petrobras (PETR4) passa a integrar o consórcio formado pela Shell, Galp e ANP-STP após aquisição do bloco 4 em São Tomé e Príncipe

Desde fevereiro de 2024, a estatal atua no país, quando adquiriu a participação nos blocos 10 e 13 e no bloco 11

Fachada de prédio da Petrobras (PETR4)
Fachada de prédio da Petrobras (PETR4) - Imagem: iStock

A Petrobras (PETR4) anunciou, na última sexta-feira (12), a aquisição de 27,5% de participação no bloco 4, localizado em São Tomé e Príncipe, na África.

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Com a operação, a estatal passa a integrar o consórcio formado pela Shell, operadora do ativo (30%), pela Galp (27,5%) e pela ANP-STP (15%).

Desde fevereiro de 2024, a Petrobras atua no país, quando adquiriu 45% de participação nos blocos 10 e 13 e 25% no bloco 11.

A movimentação reforça sua atuação exploratória no continente africano e faz parte da estratégia de diversificação do portfólio, disse a estatal em comunicado.

O foco dessa nova operação será a recomposição das reservas de petróleo e gás em novas fronteiras e em parcerias estratégicas.

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A Petrobras afirma ainda que a aquisição seguiu todos os trâmites de governança interna e está alinhada ao Plano Estratégico 2025-2029.

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Petrobras produz combustível de aviação com óleo vegetal

Ainda nesta semana, a Petrobras havia anunciado que, pela primeira vez em sua história, produziu combustível de aviação com óleo vegetal, também conhecido como SAF (Sustainable Aviation Fuel, ou combustível sustentável de aviação).

Durante o teste na refinaria Henrique Lage (Revap), em São José dos Campos (SP), foi realizada a mistura a partir do processo tradicional de produção do querosene de aviação (QAV).

O SAF pode substituir diretamente o querosene convencional sem necessidade de alterações nas aeronaves ou na infraestrutura de abastecimento, uma medida prática para reduzir as emissões do setor aéreo.

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O teor de óleo vegetal no produto atingiu o patamar de até 1,2%, um marco fundamental na produção de combustíveis mais sustentáveis para a aviação.

Além da Revap, a refinaria Duque de Caxias (Reduc), no Rio de Janeiro, obteve a autorização da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) para incorporar até 1,2% de matéria-prima renovável na produção de SAF.

*Com informações do Money Times

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