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OPERAÇÃO ÍCARO

O que levou à prisão do dono da Ultrafarma, Sidney Oliveira

Segundo o MP-SP, um auditor fiscal já teria recebido mais de R$ 1 bilhão em propina

Sidney Oliveira, empresário dono da rede Ultrafarma
Sidney Oliveira, empresário dono da rede Ultrafarma - Imagem: Reprodução

Esta terça-feira (12) começou agitada em São Paulo com uma operação do Ministério Público estadual que levou à prisão temporária de dois empresários. Um deles é o paranaense Sidney Oliveira, dono da rede farmacêutica Ultrafarma. O outro é o diretor da Fast Shop Mario Otavio Gomes.

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A investigação envolve o pagamento de propinas para favorecer as empresas varejistas em troca de vantagens indevidas. Segundo o MP-SP disse em entrevista coletiva, há outras empresas potencialmente envolvidas no esquema, mas ainda não podem ter seus nomes divulgados.

O esquema de corrupção envolve também auditores fiscais tributários do Departamento de Fiscalização da Secretaria de Estado da Fazenda.

Na chamada Operação Ícaro, também foi expedido o mandado de prisão temporária contra um fiscal de tributos estadual, apontado como o principal operador do esquema. 

O MP-SP informou que o esquema era operado desde pelo menos maio de 2021, e que ainda estão apurando o tamanho do prejuízo para a Secretaria estadual da Fazenda.

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A Fast Shop informou, em nota, que "ainda não teve acesso ao conteúdo da investigação, e está colaborando com o fornecimento de informações às autoridades competentes". Procurada pelo Seu Dinheiro, a Ultrafarma ainda não se pronunciou sobre o caso.

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Auditor fiscal já teria recebido mais de R$ 1 bi

De acordo com a apuração do MP-SP, o fiscal manipulava processos administrativos para facilitar a quitação de créditos tributários às empresas. Em troca, recebia pagamentos mensais de propina por meio de uma empresa registrada em nome de sua mãe.

Ainda segundo o MP-SP, esse fiscal já teria recebido, até este momento, mais de R$ 1 bilhão em propina.

Além das prisões, os agentes cumpriram diversos mandados de busca e apreensão em endereços residenciais dos alvos e nas sedes das empresas investigadas.

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Os investigados poderão responder pelos crimes de corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de dinheiro.

A investigação foi conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão aos Delitos Econômicos (GEDEC).

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