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Banco norte-americano vê espaço para uma valorização de até 60% nas ações do setor com juros menores e cenário político mais favorável em 2026
O JPMorgan atualizou suas projeções para o setor de construção no Brasil e reforçou que as construtoras com ações mais “em conta” continuam entre as favoritas do momento.
Para o banco, Cyrela (CYRE3), Eztec (EZTC3) e Tenda (TEND3) seguem com recomendação overweight (equivalente a compra). A mudança que chama atenção é a MRV (MRVE3), que também entrou nesse grupo, deixando a posição neutra e passando a ser recomendada como compra.
Segundo o relatório divulgado nesta quarta-feira (17), essas construtoras negociam a múltiplos bem baixos — menos de seis vezes o lucro estimado para 2026 — e isso abre espaço para uma valorização de 40% a 60% no próximo ano.
O banco aposta que a combinação de queda da taxa Selic e um possível novo cenário político após as eleições de outubro pode dar um impulso extra às vendas, especialmente no mercado de média e alta renda.
Mesmo elogiando o trabalho da Direcional (DIRR3) e da Cury (CURY3), o JP Morgan manteve a recomendação para as ações das duas construtoras como neutras. O motivo é que elas estão sendo negociadas a preços mais altos, entre 9 e 9,5 vezes o lucro esperado para 2026, o que limita o potencial de valorização.
As ações de ambas as companhias despencaram no pregão de hoje: enquanto Direcional chegou a cair mais de 13%, Cury chegou a amargar perda superior a 7%. No ano, no entanto, DIRR3 acumula alta de 96% e CURY3, de 112%.
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Mesmo com ganhos expressivos em 2025, o JPMorgan lembra que, para quem está mais cauteloso com o Brasil em 2026, essas duas empresas funcionam como opções mais defensivas por causa da forte presença no programa Minha Casa Minha Vida.
Tenda
A Tenda segue como a grande favorita do JPMorgan.
Isso representa um potencial de valorização de 64% até dezembro de 2026. O banco destaca que a empresa é muito exposta ao Minha Casa Minha Vida e que a ação da construtora está sendo negociada a um preço bastante atrativo.
O guidance de lucro para 2026 — entre R$ 520 milhões e R$ 600 milhões — é visto como conservador. A ação negocia a cerca de cinco vezes o lucro estimado, e a subsidiária Alea deve reduzir suas perdas ao longo do ano, reforçando a tese de recuperação.
MRV
A MRV ganhou upgrade para compra.
O banco gostou dos resultados do terceiro trimestre, que vieram acima do esperado, e revisou as projeções para cima.
Para 2026, o JPMorgan espera que a construtora apresente um guidance entre R$ 800 milhões e R$ 1 bilhão, acima do consenso. A MRV também deve gerar caixa com a venda de ativos da Resia. A ação negocia a cerca de 5,5 vezes o lucro estimado.
Cyrela
Para o JPMorgan, Cyrela é uma das melhores formas de aproveitar a queda dos juros.
O banco também destaca que cerca de 40% do lucro dos últimos 12 meses veio do segmento de baixa renda. CYRE3 é a ação mais líquida da cobertura e negocia a 5,9 vezes o lucro estimado — bem abaixo da média histórica.
Eztec
A Eztec segue com recomendação de compra.
O potencial de valorização é de 41%. A ação negocia a 5,7 vezes o lucro estimado, considerando o desconto referente ao valor da Esther Tower.
O banco acredita que a ação da construtora pode ganhar força quando surgirem novidades sobre a locação ou venda da torre, avaliada entre R$ 1,5 bilhão e R$ 2 bilhões.
Direcional
A Direcional segue com recomendação neutra.
O valuation mais alto — cerca de 9,5 vezes o lucro estimado — limita o potencial de valorização a 27%. Mesmo assim, o banco reconhece a execução de alta qualidade e lembra que a construtora registrou margem bruta recorde de 42,1% no segundo trimestre de 2025.
Cury
A Cury permanece com recomendação neutra.
O banco reconhece a execução consistente da empresa, que tem o maior retorno sobre patrimônio do setor e histórico forte de pagamento de dividendos.
Mesmo assim, o JPMorgan acredita que, em um cenário de queda de juros e possível mudança política, investidores devem priorizar ações mais descontadas.
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