O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A perda vem da queda do valor da empresa de tecnologia que oferece softwares e infraestrutura de nuvem e da qual Ellison é o maior acionista
Larry Ellison, presidente do conselho e cofundador da Oracle, viu sua fortuna encolher US$ 31 bilhões, ou quase R$ 167 bilhões, em só um dia. De acordo com a Forbes, ele ainda tem US$ 249,6 bilhões no bolso, ou R$ 1,34 trilhão.
Até o começo desta semana, o bilionário ocupava o posto da segunda pessoa mais rica do mundo. Ainda está no pódio, mas em terceiro lugar, cedendo a posição para o cofundador do Google Larry Page, com fortuna de US$ 260 bilhões.
A perda vem da queda do valor da empresa de tecnologia que oferece softwares e infraestrutura de nuvem e da qual Ellison é o maior acionista. No ano, porém, ele ainda está US$ 57 bilhões mais rico, diz a Forbes.
A empresa divulgou seus resultados no dia 10, depois do fechamento o mercado. Mesmo com lucro muito acima da estimativa, a Oracle decepcionou os acionistas e despencou 13% em um único dia na bolsa, vendo US$ 80,4 bilhões evaporarem do seu valor de mercado. Foi a maior queda diária desde janeiro, quando as ações encolheram 13,7%.
Há muito tempo uma participante menor no mercado de nuvem, a companhia entrou na corrida da infraestrutura de inteligência artificial neste ano graças a um acordo de US$ 300 bilhões com a OpenAI, criadora do ChatGPT.
Ela também também fornece serviços para clientes relevantes como o TikTok, da ByteDance, e a Meta.
Leia Também
A receita da fabricante de softwares, bancos de dados e infraestrutura de nuvem veio abaixo do esperado: alcançou US$ 16,06 bilhões, enquanto o consenso era de US$ 16,19 bilhões.
Entre essas divisões, o faturamento da nuvem foi um dos que mais cresceu: a alta foi de 34%, para US$ 7,89 bilhões. No entanto, ficou ligeiramente abaixo as expectativas. A companhia viu ainda sua margem operacional ajustada cair de 43,4% no ano passado para 41,9% no segundo trimestre.
O que fez o lucro subir foi uma venda de participação. A Oracle vendeu sua fatia na companhia de chips Ampere para o Softbank por US$ 2,7 bilhões, aumentando os lucros antes dos impostos em US$ 0,91 por ação diluída. Isso fez o lucro por ação ajustado chegar a US$ 2,26, bem acima da estimativa de consenso de Wall Street de US$ 1,64.
A queda da Oracle provocou uma liquidação de ações de tecnologia, uma vez que os gastos maciços da empresa e as previsões fracas alimentaram dúvidas sobre a rapidez com que as grandes apostas em inteligência artificial serão compensadas.
Outro motivo para o derretimento das ações veio da preocupação de que o Google esteja saindo na frente da OpenAI na inteligência artificial.
Uma preocupação de analistas é o gasto da companhia para alimentar sua expansão nesse setor, financiado por uso de dívidas. A Oracle já queimou cerca de US$ 10 bilhões no primeiro semestre de seu ano fiscal devido aos investimentos em IA.
Executivos de tecnologia disseram que os gastos são necessários para uma tecnologia que transformará o trabalho e tornará as empresas mais eficientes, argumentando que o maior risco é o subinvestimento, e não o excesso de gastos.
Com Money Times
Mudança na legislação nos EUA acelera planos do Walmart, enquanto o iFood já opera entregas aéreas em Aracaju para driblar gargalos logísticos
Entenda como tensões geopolíticas e o ciclo político brasileiro podem redesenhar as oportunidades no setor de petróleo, e por que a PRIO3 é a queridinha agora
Com a troca de CEO, a empresa dá início a um novo ciclo estratégico de expansão
A produção superou em 0,5 ponto porcentual o limite do guidance da estatal, que previa crescimento de até 4%. O volume representa alta de 11% em relação a 2024.
A companhia, que tenta se reestruturar, anunciou no fim do ano passado uma capitalização de R$ 797,3 milhões, voltada ao fortalecimento da estrutra financeira
Recomendação de compra foi mantida, mas com a classificação “alto risco”; banco prevê crescimento mais fraco de vendas e lucro líquido menor neste ano
O banco rebaixou as ações da seguradora de “compra” para “neutra”, alertando que o espaço para novas revisões positivas de lucro ficou mais limitado
Apple avalia nova arquitetura interna para “esconder” os sensores do Face ID nos modelos Pro
O banco elevou preço-alvo para as ações ENEV3 e vê gatilhos capazes de destravar valor mesmo após a forte alta recente; o que está por trás do otimismo?
Alcançando a mínima intradia desde agosto do ano passado, os papéis da companhia lideram a ponta negativa do Ibovespa nesta tarde
A expectativa é reduzir entre R$ 15 bilhões e R$ 18 bilhões ainda neste ano, criando condições para que a companhia invista em segmentos mais promissores
Geração de caixa recorde rouba a cena no 4T25, enquanto vendas seguem firmes; bancos reforçam a leitura positiva e mantêm recomendação de compra para o papel
Oferta terá participação restrita a investidores profissionais e prioridade concedida aos acionistas da companhia; volume de ações ofertadas poderá dobrar se houver demanda
Vendas disparam no 4T25, ritmo comercial acelera e reforça a tese positiva para a construtora, apesar do foco maior na queima de estoques e de um caixa ainda pressionado
A companhia se antecipou a movimento de minoritários, ocupando vagas no conselho e rejeitando pedido de assembleia feito por Rafael Ferri, que queria uma Assembleia sobre as vagas que estavam em aberto desde o fim de dezembro
Enquanto os holofotes apontam para o S26 Ultra, um detalhe discreto no modelo básico pode ser o verdadeiro salto da próxima geração: carregamento mais rápido
Autoridade monetária cita “violações graves” e diz que apurações seguem em curso; entenda o caso
Concessionária acumula nove autuações desde 2019 e é acusada de falhas graves em serviços essenciais; número oficial de afetados por apagão em dezembro sobe para 4,4 milhões
Os analistas passaram o preço-alvo para 12 meses de R$ 59 para R$ 58, com potencial de valorização de cerca de 7%
Após trocar de presidente e diretoria, banco convocou uma assembleia para deliberar sobre mudanças em seu conselho de administração