O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com fusão orquestrada pela gestora brasileira e o Oráculo de Omaha, marcas americanas consideram cisão, diz jornal
Mais um "sonho grande" da 3G Capital, dos investidores brasileiros Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Carlos Alberto Sicupira, pode estar perto do fim. Segundo o jornal The Wall Street Journal, a Kraft Heinz estuda uma separação das suas operações uma década depois que a gestora e o bilionário Warren Buffett fundiram as duas marcas.
Um dos planos considerados inclui separar grande parte do portfólio tradicional de produtos da Kraft em uma empresa com valor estimado em US$ 20 bilhões, o que incluiria refeições prontas, queijo processado e carnes embaladas.
O restante do negócio, que incluiria o catchup e demais condimentos Heinz, a mostarda Grey Poupon e uma gama mais ampla de molhos, permaneceria na estrutura atual da companhia.
Segundo as fontes ouvidas pelo WSJ, esta fatia da empresa estaria mais preparada para um crescimento rápido, devido às mudanças nos gostos dos consumidores, que vêm evitando os alimentos processados, em busca de um estilo de vida mais saudável.
Este, aliás, é um dos motivos por trás do mau desempenho da Kraft Heinz nos últimos tempos, ao lado da inflação e da crescente concorrência com marcas próprias de redes de supermercado. Em maio, a empresa já havia dito que estava considerando várias opções para reverter seu baixo desempenho.
As ações da companhia caem 70% desde os pico em 2017, quando era vista como uma pioneira na indústria. Ontem, após a notícia da possível cisão, os papéis fecharam em alta de mais de 2,50%.
Leia Também
Ainda segundo o WSJ, os executivos da companhia acreditam que, separadas, as empresas poderiam valer mais que seu valor de mercado atual de US$ 31 bilhões.
As fontes ouvidas pelo jornal, no entanto, enfatizaram que nenhuma decisão final havia sido tomada e que ainda era possível que a Kraft Heinz simplesmente optasse por vender alguns ativos e permanecer como uma única entidade.
“Conforme anunciado em maio, a Kraft Heinz tem avaliado potenciais transações estratégicas para desbloquear valor para os acionistas”, disse a empresa. “Além disso, não comentamos sobre rumores ou especulações”.
Uma cisão na Kraft Heinz marcaria o fim de mais um "sonho grande" do trio de brasileiros Lemann, Telles e Sicupira.
Embora a 3G Capital não tenha mais posição na empresa de alimentos desde 2023, a separação das marcas é simbólica ao desfazer o acordo orquestrado pela gestora em 2015, por meio do qual a Heinz comprou a Kraft.
Na época, os investidores brasileiros e Warren Buffett eram amplamente vistos como pioneiros na recuperação de marcas de consumo em dificuldades, graças à sua estratégia agressiva de corte de custos.
No Brasil, tal estratégia é bem exemplificada em dois dos principais investimentos de Lemann e seus sócios, e que hoje também enfrentam dificuldades: a Americanas, abalada em 2023 por um escândalo de fraude contábil, que reduziu e empresa de tamanho drasticamente; e a Ambev, cujo negócio atualmente vê dificuldades para continuar crescendo.
A parceria entre a 3G Capital e a Berkshire Hathaway, empresa de investimentos de Buffett, começou em 2013, quando o grupo fechou o capital da Heinz em um acordo de US$ 28 bilhões.
Dois anos depois, o grupo assumiu o controle da Kraft em um acordo avaliado em US$ 63 bilhões, incluindo um dividendo especial de US$ 10 bilhões que a Berkshire e a 3G financiaram para os demais acionistas da Kraft.
Em 2015 ocorreu a fusão das duas empresas, o que deu aos investidores da Heinz o controle majoritário dos negócios combinados, com os acionistas da Kraft retendo uma participação de 49% da empresa de capital aberto.
A 3G deixou o quadro acionário do conglomerado em 2023, mas a Berkshire ainda detém cerca de 27% da companhia e não respondeu aos pedidos de comentário da imprensa norte-americana.
Após a fusão, a Kraft Heinz sofreu uma série de reveses, incluindo a rejeição da Unilever a uma oferta de aquisição por US$ 143 bilhões e um escândalo contábil.
Em 2019, Buffett chegou a admitir que pagou caro pela Kraft e disse que havia "errado de algumas maneiras na Kraft Heinz". Na época, a Berkshire chegou a realizar um ajuste contábil de US$ 3 bilhões relacionado ao investimento na empresa de alimentos.
*Com informações do Financial Times e do The Wall Street Journal
Quem realmente cria valor nos bancos? Itaú e Nubank disparam na frente em novo ranking — enquanto Banco do Brasil perde terreno, diz Safra
Brasileiros agora podem pagar compras em lojas físicas argentinas usando Pix; veja o mecanismo
Com Brent acima de US$ 90 após tensão geopolítica, executivos da petroleira afirmam que foco é preservar caixa, manter investimentos e garantir resiliência
O Brent cotado acima de US$ 90 o barril ajuda no avanço dos papéis da companhia, mas o desempenho financeiro do quarto trimestre de 2025 agrada o mercado, que se debruça sobre o resultado
Bruno Ferrari renuncia ao cargo de CEO; empresa afirma que mudança abre caminho para uma nova fase de reestruturação
Venda da fatia na V.tal recebe proposta abaixo do valor mínimo e vai à análise de credores; Fitch Ratings rebaixa a Oi por atraso no pagamento de juros
Pacote envolve três companhias do grupo e conta com apoio da controladora e da BNDESPar; veja os detalhes
Pedido de registro envolve oferta secundária de ações da Compass e surge em meio à pressão financeira enfrentada pela Raízen
O consenso de mercado compilado pela Bloomberg apontava para lucro líquido de R$ 16,935 bilhões no período; já as estimativas de proventos eram de R$ 6,7 bilhões
A decisão ocorre após a empresa informar que avalia um plano de reestruturação financeira, que inclui uma injeção de R$ 4 bilhões
Decisão mira patrimônio pessoal dos envolvidos enquanto credores tentam recuperar parte de bilhões captados pelo grupo
Banco vê risco de depreciação mais forte da frota com nova enxurrada de carros chineses e diz que espaço para surpresas positivas diminuiu; veja a visão dos analistas
Empresa teve queda expressiva nos lucros líquidos, quando comparados ao ano anterior, porém o contexto da queda e outros dados foram vistos com bons olhos pelo mercado; confira
O caso envolve um investimento que integra o plano de capitalização da companhia aérea após sua recuperação judicial nos Estados Unidos (Chapter 11)
Os papéis da mineradora subiram cerca de 80% nos últimos 12 meses, impulsionadas principalmente por fluxos estrangeiros para mercados emergentes, pela valorização de metais e pelo crescente interesse dos investidores em ativos ligados ao cobre
Depois de anos correndo atrás de players digitais, os grandes bancos reconstruíram sua infraestrutura tecnológica, apostaram em inteligência artificial e agora brigam pelo verdadeiro troféu da guerra digital: a principalidade
O banco aumentou o preço alvo para as ações da OdontoPrev, que será rebatizada de Bradsaúde, de R$ 13 para R$ 18, um potencial de alta de 35%
Fintech concorrente do Nubank amplia oferta de crédito, lança plano Ultra e aposta em luxo acessível para conquistar o dia a dia dos brasileiros
Para que essas negociações ocorram de maneira segura, a Raízen quer assegurar um ambiente ordenado e buscar uma solução consensual, que poderá ser implementada por meio de Recuperação Extrajudicial, caso necessário
A estatal divulga os números dos últimos três meses do ano após o fechamento dos mercados desta quinta-feira (5); especialistas revisam as expectativas diante de um cenário menos favorável para o petróleo em 2025