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Mudanças estratégicas e plano de sucessão gerencial será implementado ao longo de 2026; veja quem assume o cargo de CEO
Ano novo, vida nova. É exatamente o que a Hapvida (HAPV3) está precisando para abandonar esse 2025 que deve entrar para a história da empresa como (mais) um ano para se esquecer.
Neste ano, a empresa reprisou 2023, quando um balanço desastroso fez as ações caírem mais de 40% em um único dia, com os resultados trimestrais mostrando um aumento de sinistralidade que pegou os analistas de calças curtas.
Acontece que, em 2023, a empresa de planos de saúde tinha uma pandemia para culpar. E em 2025? O CEO da Hapvida, Jorge Pinheiro, atribuiu os resultados abaixo do esperado às viroses e às temperaturas mais baixas por um período prolongado, mas não colou.
O que o mercado entendeu é que a governança não vai bem. A queda das ações HAPV3 após a apresentação do balanço do terceiro trimestre foi de 42%. No acumulado do ano, a perda de valor da empresa chega a 56,8%, com as ações saindo de R$ 32,55 em janeiro para R$ 14 atualmente.
Mas é aquela história, antes tarde do que mais tarde. Em fato relevante da noite passada (22), a Hapvida comunicou que irá iniciar um processo de sucessão para mudar a composição da sua diretoria e conselho de administração.
As mudanças acontecerão ao longo de 2026.
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Começa com a saída do atual CEO, Jorge Pinheiro, para o cargo de presidente executivo do conselho. No cargo desde 2001, ele substituirá o fundador da empresa, Candido Pinheiro, que permanecerá ativo como membro do colegiado.
O atual diretor financeiro e de tecnologia, Luccas Adib, irá assumir o cargo de CEO. De acordo com a empresa, ele passará por um processo gradual de preparação e transição, sob a supervisão do Conselho e com o apoio de Jorge Pinheiro.
“Em sua nova posição, o Sr. Luccas deverá acelerar as transformações que a companhia vem conduzindo nos últimos anos, com foco em cultura organizacional de alta performance”, diz o fato relevante.
Dentre as prioridades de Adib estão a centralidade na experiência do usuário, a revisão de produtos, o posicionamento estratégico e a transformação digital da Hapvida. O comunicado também destaca extremo rigor e disciplina na alocação de capital.
E não acaba por aí. Paralelamente, a empresa confirmou a renúncia de Alain Benvenuti ao cargo de vice-presidente de operações. Em seu lugar entrará Cidéria Costa, que atuava anteriormente como diretora executiva de medicina diagnóstica.
O anúncio foi considerado positivo pelos analistas do JP Morgan, tanto do ponto de vista de governança quanto de execução.
“Luccas Adib é um executivo com sólida credibilidade e bom relacionamento com o mercado, e sua nomeação como sucessor do CEO pode ser vista como um potencial catalisador de mudanças, principalmente em relação à disciplina de capital, transparência e rigor na execução”, diz o relatório do banco.
Os analistas afirmam que o modelo de sucessão escolhido pela empresa tende a dar mais liberdade para o novo CEO implementar mudanças organizacionais e operacionais ao longo do tempo.
A mudança na diretoria de operações também foi bem recebida. Para os analistas, essa é uma posição estratégica, visto que “a execução operacional continua sendo o principal obstáculo à criação de valor” da empresa.
Mas não se trata de uma avaliação 100% positiva. O relatório do JP Morgan afirma que o objetivo da Hapvida com as mudanças ainda não está totalmente claro.
“O momento parece ser predominantemente defensivo, após a forte queda no preço das ações depois dos resultados do 3º trimestre de 2025, em vez de sinalizar uma reestruturação proativa rumo a um novo ciclo de crescimento”, diz o relatório.
O banco afirma que as mudanças podem melhorar a confiança dos investidores e reduzir um possível mal-estar com o processo de execução ao longo do tempo.
Entretanto, serão necessárias “evidências tangíveis de melhoria operacional”, com recuperação consistente da inadimplência e do fluxo de caixa antes que a transição possa se reverter em ganho para as ações HAPV3.
A recomendação do JP Morgan para as ações da Hapvida é Neutra. O banco não estabeleceu um novo preço-alvo após os resultados do terceiro trimestre, quando as ações caíram de R$ 31 para R$ 17.
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