Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Katherine Rivas

Katherine Rivas

EXCLUSIVO

Corrida por proventos ganha força: 135 empresas antecipam remuneração; dividendos e JCP são os instrumentos mais populares

Recompras ganham espaço e bonificação de ações resgatáveis desponta como aposta para 2026, revela estudo exclusivo do MZ Group

Katherine Rivas
Katherine Rivas
26 de dezembro de 2025
16:01 - atualizado às 13:49
Imagem criada por IA mostra uma pista de corrida, com um atleta correndo rumo à chegada. Na chegada, pilhas de dinheiro o esperam.
Imagem criada por inteligência artificial - Imagem: ChatGPT

Dizem que todo brasileiro é criativo, mas, na corrida para antecipar proventos, as empresas listadas na B3 precisaram ir além da criatividade para lidar com as mudanças tributárias.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No apagar das luzes de 2025, as companhias abertas recorreram a diferentes instrumentos para remunerar acionistas e mitigar o impacto da tributação.

Além dos dividendos extraordinários e do uso de reservas de lucros acumulados, ganharam espaço mecanismos já conhecidos, como aumento de capital com bonificações, reduções de capital, recompras de ações e uso de dívida para pagamento de proventos.

Também surgiram estruturas mais sofisticadas, como as bonificações de ações preferenciais resgatáveis, em que a empresa entrega ações gratuitamente com compromisso de recompra futura.

Mas afinal, qual estratégia teve maior apelo entre as companhias da bolsa? Um estudo exclusivo da MZ Group para o Seu Dinheiro traz um raio-x dos formatos mais utilizados para antecipar proventos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O levantamento considera o período entre 1º de outubro e 19 de dezembro de 2025 e mostra que 135 empresas arquivaram 192 documentos sobre dividendos e proventos na CVM (Comissão de Valores Mobiliários), sendo 152 avisos aos acionistas e 40 fatos relevantes.

Leia Também

Em 137 desses documentos (71% do total), há menção a dividendos intermediários, intercalares, complementares ou extraordinários.

O estudo mostra que a corrida pela antecipação de proventos se intensificou ao longo dos meses. Em outubro, foram 29 anúncios de distribuições ou remuneração por outros instrumentos. Em novembro, o número subiu para 54 e quase dobrou até 19 de dezembro, quando chegou a 109.

No total, 135 empresas distribuíram dividendos ou juros sobre capital próprio (JCP), somando mais de R$ 95 bilhões. Nesse montante, não foram considerados os pagamentos de Vale, Gerdau, Banestes e BTG Pactual, que divulgaram apenas valores por ação, sem o total consolidado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo Cassio Rufino, CFO e COO da MZ Group e autor do levantamento, 31 empresas distribuíram dividendos utilizando expressamente reservas de lucros ou reservas estatutárias, totalizando R$ 31,99 bilhões. Entre elas, destaca-se a Ambev, que distribuiu R$ 11,51 bilhões a partir dessas reservas. Outros nomes incluem Allos, Cemig, Copel, CSU Digital, Axia Energia, Log Properties, São Carlos, Unipar e WEG.

Dividendos: os reis das remuneração

Os dividendos foram o instrumento mais popular para antecipar a remuneração dos acionistas na reta final do ano. Esse mecanismo foi adotado por 65 empresas, representando 48,2% das distribuições, além de ser isento de imposto de renda. Cemig, Copel, WEG, Gerdau e Mitre são algumas das companhias que recorreram a esse formato.

Dentro da categoria dividendos, houve diferentes modalidades. Os dividendos intercalares, declarados com base no lucro do exercício em curso (trimestral ou semestral de 2025) e que antecipam o resultado anual, foram adotados por 37 empresas, o equivalente a 27,4% do total. Petrobras, Cury, Vulcabras, Grendene e Minerva estão entre elas.

Já os dividendos intermediários, baseados em reservas de lucros de exercícios anteriores ou lucros acumulados, foram utilizados por 23 empresas, cerca de 17% do total, incluindo Unipar, Melnick e Log.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Também aparecem empresas que recorreram a dividendos mínimos obrigatórios ou complementares, pagos para cumprir a parcela estatutária ou complementar antecipações. Esse formato foi usado por 11 companhias (8,1% do total), como Tim, Cemig, CPFL e Neoenergia.

Apenas três empresas fizeram menção explícita a dividendos extraordinários ou adicionais. Os pagamentos decorreram de excesso de caixa ou eventos não recorrentes, nos casos de São Carlos, M. Dias Branco e Grazziotin.

Os juros sobre capital próprio (JCP) também tiveram presença relevante e foram adotados por 43 empresas (31,9% do total), mesmo com retenção de 15% de imposto na fonte. Santander, Itaú, Telefônica, Hypera, WEG, Raia Drogasil e Rede D’Or estão entre as companhias que utilizaram esse instrumento.

Leia também: As ações que devem ser as melhores pagadoras de dividendos de 2026, com retornos de até 15%

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outras formas criativas de remunerar acionistas

Algumas companhias optaram por outros instrumentos, também isentos de imposto de renda, para remunerar acionistas. Muitas adotaram modelos híbridos, complementando dividendos ou JCP já distribuídos com mecanismos alternativos.

Para analistas, instrumentos como bonificação de ações resgatáveis, bonificações tradicionais e recompras de ações tendem a ganhar força com a tributação em vigor a partir de 2026.

Segundo o estudo da MZ, 20 empresas implementaram programas de recompra de ações entre outubro e 19 de dezembro, o equivalente a 14,8% do total. Parte delas cancelou as ações, enquanto outras destinaram os papéis a programas de incentivo, como stock options.

Entre as companhias que recompraram ações estão Ambev, Auren, Bemobi, Prio, B3, Equatorial, Localiza, Tenda, Hapvida, IRB e SLC Agrícola.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Rufino destaca que outras companhias preferiram bonificar acionistas por meio da capitalização de reservas. O instrumento foi adotado por 16 empresas, representando 11,9% do total.

Felipe Pontes, gestor de patrimônio na Avantgarde Asset Management, explica que a bonificação funciona como uma espécie de dividendo caseiro, já que não gera renda imediata ao investidor.

Na prática, a empresa incorpora reservas ao capital social, emite novas ações gratuitas e proporcionais aos acionistas, que podem vendê-las posteriormente.

“A bonificação não cria valor econômico por si só, porque o patrimônio líquido da empresa permanece o mesmo. O que muda é a distribuição entre o número de ações e o valor por ação”, afirma.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Entre as companhias que utilizaram esse formato tradicional de bonificação estão Klabin, Engie, Dexco, Metalúrgica Gerdau, Boa Safra, Cogna, Itaúsa, Raia Drogasil, Grazziotin, Suzano, Unifique e Vibra.

Ainda no campo das bonificações, um novo formato adotado pela Axia (ex-Eletrobras) chamou a atenção e, segundo analistas, tem potencial para se tornar tendência no próximo ano. Trata-se da bonificação de ações preferenciais resgatáveis. A companhia criou uma nova classe de ações preferenciais transitórias (PNR), com resgate programado para 13 de janeiro de 2026, no valor de R$ 1,29 por ação.

A empresa também entregou aos acionistas outra classe de ações resgatáveis (PNC), conversíveis em ações ordinárias até 2031, com direito a voto, tag along e dividendos. As ações preferenciais PNR, por sua vez, contam com prêmio de 10% nos dividendos em relação às ordinárias.

Os ursos de 2025: quem ficou em baixa e quais foram as surpresas do ano?

O movimento iniciado pela Axia ganhou adeptos e foi replicado por mais quatro companhias. A Cyrela emitiu 72.800 novas ações, capitalizando R$ 2.499.224 bilhões. A Localiza também criou ações preferenciais resgatáveis, com capitalização de R$ 2.065.276 bilhões. Além delas, as construtoras Metrocasa e Pacaembu aderiram ao formato.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Outro formato observado foi a redução de capital com restituição de valores aos acionistas. Segundo o estudo, três empresas aderiram formalmente a essa estratégia, o equivalente a 2,2% do total, sendo duas com restituição direta aos investidores. A Telefônica Brasil reduziu o capital social em R$ 4 bilhões, com restituição prevista até 31 de julho de 2026.

A empresa de tecnologia LWSA também propôs reduzir o capital em R$ 283 milhões para absorção de prejuízos e em R$ 140 milhões para restituição aos acionistas, com pagamento até 20 de fevereiro de 2026.

Também integra o grupo a Porto Serviços, subsidiária da Porto, que reduziu o capital em R$ 130.690 milhões, sem restituição de valores aos investidores.

Gestores como Werner Roger, da Trígono Capital, alertaram que, quatro meses antes da aprovação da tributação dos dividendos, diversos diretores financeiros (CFOs) de companhias da bolsa já haviam sido procurados por bancos oferecendo linhas de crédito para antecipar proventos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo o estudo da MZ, porém, não foi possível identificar empresas que tenham efetivamente utilizado dívida para antecipar a remuneração aos acionistas.

A Guararapes, dona da Riachuelo, foi a única companhia a destinar recursos de outra origem, utilizando valores da venda do Midway Shopping Center para pagamento de dividendos.

Entre as operações realizadas, houve empresas que aumentaram capital com recursos dos acionistas, por meio de subscrição privada, emitiram novas ações ou utilizaram os recursos para crédito de dividendos. Esse foi o caso de Pague Menos, Vulcabras, Pacaembu Construtora, Emccamp e Rede Energia.

Também houve cinco empresas que aumentaram capital sem emissão de novas ações, representando 3,7% do total.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Rufino, da MZ, esclarece que a soma dos percentuais supera 100% porque a maioria das companhias optou por dois ou mais formatos para antecipar recursos aos investidores.

Raio-X da corrida de antecipação de proventos brasileira

InstrumentoNº de empresas que aplicaramPercentual do total de remunerações*
Dividendos6548,20%
Juros sobre capital próprio (JCP)4331,90%
Dividendos - Tipo intercalares3727,40%
Dividendos - Tipo intermediários2317%
Recompras de ações2014,80%
Bonificação de ações com aumento de capital1611,90%
Dividendos - Tipo obrigatórios ou complementares118,10%
Aumento de capital por subscrição privada com emissão de novas ações75,20%
Bonificação de ações resgatáveis53,70%
Aumento de capital sem emissão de novas ações53,70%
Dividendos - Tipo extraordinários ou adicionais32,20%
Redução de capital32,20%
*O percentual somado pode exceder 100% porque as empresas usaram mais de um tipo de instrumento para beneficiar investidores na corrida da antecipação. Fonte: MZ Group.

Por que tanta pressa?

Analistas e gestores ouvidos pelo Seu Dinheiro afirmam que, em tese, as empresas não precisariam antecipar proventos até 31 de dezembro. Ainda assim, houve uma corrida generalizada para remunerar acionistas antes do fim do ano.

Segundo Vinícius Pimenta Seixas, sócio da área tributária do Pinheiro Neto Advogados, o Projeto de Lei 5473/2025, ainda em tramitação, permitiria aprovar dividendos até 30 de abril de 2026, com pagamento até 2028, mantendo a isenção. Hoje, a tributação prevê alíquota de 10% sobre dividendos acima de R$ 50 mil mensais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O problema é a insegurança jurídica. A Lei 15.270/2025, já em vigor, exige que a aprovação ocorra ainda em dezembro para preservar a isenção.

“Essa data-limite levou as empresas a antecipar pagamentos ainda neste ano”, observa.

A dúvida também se estende a outros formatos, como bonificações de ações resgatáveis. Segundo Pimenta, para maior segurança tributária, a emissão das ações pelas empresas deveria ocorrer até 31 de dezembro de 2025.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
REAÇÃO AO BALANÇO

BTG Pactual (BPAC11) entrega resultado “difícil de criticar”, mas ações caem na B3. O que explica a queda?

11 de maio de 2026 - 14:26

Lucro acima do esperado não impede queda das units do banco neste pregão; confira o que dizem os analistas sobre o resultado

PROVENTOS EM ALTA VOLTAGEM

CPFL Energia (CPFE3) detalha pagamento de R$ 1,3 bilhão em dividendos; veja quem tem direito

11 de maio de 2026 - 14:21

Primeira parcela faz parte do pacote de R$ 4,3 bilhões aprovado pela elétrica para remunerar acionistas em 2026

A META FICOU MAIS DIFÍCIL

Banco Inter reage à queda das ações na bolsa com nova aposta: a “Regra dos 50” para crescer — e lucrar mais — até 2029

11 de maio de 2026 - 12:16

Nova estratégia combina crescimento acelerado com ROE em alta, e coloca o banco em um novo patamar de cobrança; veja os detalhes

OPERAÇÃO ÍCARO

Fast Shop bate recorde: empresa leva multa de R$ 1 bilhão por fraude em imposto e propina paga a auditor

11 de maio de 2026 - 11:28

Além da Fast Shop, o Ministério Público identificou mais empresas que foram beneficiadas pelo esquema, incluindo a Ultrafarma

BALANÇO

Telefônica Brasil (VIVT3): lucro salta quase 20% no 1T26, e dona da Vivo entrega seu melhor 1º trimestre em dois anos. O que está por trás da expansão?

11 de maio de 2026 - 9:12

Com crescimento equilibrado entre móvel, fibra e digital, Telefônica Brasil entrega lucro de R$ 1,2 bilhão no 1T26; veja os destaques do resultado

RESULTADO

BTG Pactual (BPAC11) supera expectativa com lucro recorde e ROE de 26,6% no 1T26. O que está por trás de mais um balanço forte?

11 de maio de 2026 - 7:33

O balanço do BTG trouxe lucro em expansão e rentabilidade em alta; confira os principais números do trimestre

PRÉVIA DOS RESULTADOS

Com petróleo na casa dos US$ 100, analistas calculam se Petrobras (PETR4) vai ou não vai liberar dividendos do 1T26

11 de maio de 2026 - 6:02

Mercado espera crescimento da receita, Ebitda bilionário e mais uma rodada de proventos para os acionistas da estatal; confira as projeções

TROCAS DE PESO

Dança das cadeiras na bolsa: semana tem troca de CEOs em série e agita empresas da B3

9 de maio de 2026 - 16:58

A semana teve mudanças relevantes em Axia Energia (AXIA3), Tenda (TEND3) e Cemig (CMIG4)

VELHO CONHECIDO

Santander (SANB11) bate o martelo: conselho aprova por unanimidade a eleição de Gilson Finkelzstain como CEO

8 de maio de 2026 - 20:05

Ex-presidente da B3 e ex-diretor do Santander, Gilson Finkelzstain foi escolhido em março para substituir Mario Leão no comando do banco no Brasil

CHEGOU A HORA DE VENDER?

O que a pior semana da Petrobras (PETR4) em mais de dois anos diz sobre as ações como investimento

8 de maio de 2026 - 19:45

Nesta sexta-feira (8), as ações da estatal completaram cinco sessões de quedas consecutivas, acompanhando a forte desvalorização do Brent na semana

HORA DE COMPRAR?

Caixa Seguridade (CXSE3): depois do anúncio de R$ 1 bilhão em dividendos, analistas calculam retorno e dão veredito

8 de maio de 2026 - 19:19

Lucro cresceu 13,2% no primeiro trimestre, e bancos seguem vendo espaço para avanço dos dividendos

SD ENTREVISTA

“Foi bom, mas poderia ter sido melhor”: o recado do diretor do BR Partners (BRBI11) sobre o 1T26; ações caem na B3

8 de maio de 2026 - 16:01

Com receita mais diversificada e aposta em Wealth, banco tenta reduzir volatilidade enquanto espera queda dos juros, afirma Vinicius Carmona ao Seu Dinheiro

TROCA NO ALTO ESCALÃO

Cemig (CMIG4) anuncia novo CEO e lucra R$ 979 milhões no 1T26, queda anual de 6%; conheça a empresa de energia criada por JK

8 de maio de 2026 - 11:31

De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes

E FORA 'DO STORIES' TU ESTÁ BEM?

O preço do sucesso da Cimed: enquanto bomba nas redes, empresa sofreu ‘no off’. E agora?

8 de maio de 2026 - 6:45

Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira

BALANÇO

Magazine Luiza (MGLU3) ainda sente o peso dos juros e reverte lucro em prejuízo acima do esperado no 1T26

7 de maio de 2026 - 19:55

A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras

SD ENTREVISTA

“Temos que estar com a guarda alta”, diz diretor do ABC Brasil (ABCB4) após queda no ROE do 1T26

7 de maio de 2026 - 19:55

Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo

PROVENTOS NO RADAR

PetroReconcavo (RECV3) anuncia JCP de R$ 100 milhões após lucro mais que dobrar no 1T26

7 de maio de 2026 - 19:51

Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia

POR QUE TROCAR DE CEO AGORA?

Após 15 anos, Rodrigo Osmo dará adeus ao cargo de CEO da Tenda (TEND3); veja quem entra no lugar e o que está por trás da mudança

7 de maio de 2026 - 19:06

Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo

TEMPORADA DE BALANÇOS

Com frete grátis no Brasil, Mercado Livre (MELI34) bota o pé no acelerador em vendas, mas lucro cai e margens seguem pressionadas no 1T26

7 de maio de 2026 - 17:32

Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026

REAÇÃO AO BALANÇO

Banco Inter desaba em NY após balanço do 1T26: ação chega a cair mais de 14% — o que assustou o mercado?

7 de maio de 2026 - 16:46

Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia