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Desde 2023, a Casas Bahia vem passando por um processo de reestruturação que busca reduzir o peso da dívida — uma das principais pedras no sapato do varejo em um ambiente de juros elevados

O Conselho de Administração da Casas Bahia aprovou nesta terça-feira, 30 um aumento de capital social no valor de R$ 1,032 bilhão, na sequência da conclusão do processo de reestruturação de sua dívida.
A decisão, amparada pelo artigo 166 da Lei das S.A., ocorre dentro do limite autorizado pelo estatuto social da empresa, sem necessidade de reforma estatutária, conforme comunicado envidado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Desde 2023, a Casas Bahia vem passando por um processo de reestruturação que busca reduzir o peso da dívida — uma das principais pedras no sapato do varejo em um ambiente de juros elevados.
No último dia 17, a companhia já havia aprovado um conjunto de medidas para melhorar o seu perfil de dívida, com alongamento de prazos para pagamento, o que reduz a pressão de caixa no curto prazo e amplia a flexibilidade da companhia para reforçar o capital no futuro. Na ocasião, também havia sido aprovado o aumento de capital.
Do total anunciado pela varejista, R$ 10.318.925,88 serão destinados diretamente à conta de capital social, enquanto o restante será alocado na conta de reserva de capital.
O aumento decorre da emissão de 278.138.164 novas ações ordinárias, todas nominativas e escriturais, resultantes da conversão equivalente de debêntures da 3ª série da 11ª emissão.
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A operação altera o capital social da Casas Bahia de R$ 7.098.241.572,51, dividido em 653.878.398 ações, para R$7.108.560.498,39, agora distribuído em 932.016.562 ações ordinárias.
Esse movimento, segundo o Safra, tem um custo para os acionistas: a diluição. Por isso, o banco manteve, em novembro, a recomendação semelhante à venda para as ações da empresa.
Na segunda-feira, o Grupo Casas Bahia informou ter concluído o processo de reestruturação da sua estrutura de capital em andamento desde 2023 e que vai reduzir o endividamento da varejista em R$ 3 bilhões.
O grupo também vai economizar R$ 4,7 bilhões em despesas financeiras entre 2026 e 2030. O último passo do processo foi a conclusão da emissão de uma nova debênture, sua 11ª, de R$ 2,4 bilhões, anunciada na terça.
A empresa irá alterar o vencimento das debêntures da 1ª e da 3ª série para 28 de novembro de 2050, empurrando o pagamento final dessas dívidas para um horizonte de longo prazo.
A medida busca fortalecer a estrutura financeira da Casas Bahia, possibilitando uma maior flexibilidade para futuras operações e investimentos.
Com Estadão Conteúdo
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