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O Nubank (ROXO34) encerrou o terceiro trimestre de 2025 com um lucro líquido de US$ 782,7 milhões; veja os destaques
Por mais uma vez, o Nubank (ROXO34) demonstrou que é capaz de entregar níveis superiores de rentabilidade e cumprir com as expectativas em termos de lucro.
O banco digital do cartão roxo encerrou o terceiro trimestre de 2025 com um lucro líquido de US$ 782,7 milhões, descontados os efeitos de variação cambial. Trata-se de um aumento de 39% em relação ao mesmo período do ano anterior e de 18% frente ao último trimestre.
Em termos ajustados, o lucro chegou a US$ 829 milhões, alta anual de 38%.
O montante veio em linha com as expectativas do mercado. Segundo o consenso Bloomberg, a média das estimativas indicava um lucro de US$ 727 milhões no período.
Segundo o Nubank, o resultado do terceiro trimestre destaca "a força e escalabilidade do nosso modelo e a nossa capacidade de conciliar crescimento com lucratividade".
Com isso, o retorno sobre o patrimônio líquido (ROE, na sigla em inglês) do Nubank atingiu a marca de 31% no terceiro trimestre, um avanço de 3 pontos percentuais (p.p) frente ao trimestre anterior e de 1% na comparação com o mesmo intervalo de 2024.
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A rentabilidade entregue pela empresa superou as expectativas dos analistas, que previam um ROE de 28,2% — e ainda superou, em muito, os níveis de bancos tradicionais como o Itaú Unibanco (ITUB4), que entregou um patamar de 23,3%.
“No terceiro trimestre de 2025, mantivemos nossa forte trajetória de crescimento", disse David Vélez, fundador e CEO do Nubank, em nota. "À medida que continuamos expandindo em diferentes mercados, também estamos construindo a próxima geração da nossa plataforma, redefinindo como operamos e como os clientes experienciam os serviços financeiros."
Após a divulgação do balanço, as ações do Nubank reagiram positivamente depois do fechamento dos mercados em Wall Street. Os papéis avançavam cerca de 1,03% no after market, cotados a US$ 15,75.
O Nubank registrou uma receita líquida recorde de US$ 4,17 bilhões no terceiro trimestre, uma alta de 39% frente ao mesmo intervalo de 2024, também desconsiderando o câmbio.
Por sua vez, a receita média mensal por cliente ativo (ARPAC, na sigla em inglês) teve expansão de 20%, encerrando o trimestre a US$ 13,40, a primeira vez na história em que o indicador supera o nível dos US$ 13.
Enquanto isso, o custo médio de servir mensal por cliente ativo cresceu 12,5%, para US$ 0,90.
A base total de clientes do Nubank teve uma adição de 4,3 milhões de clientes no terceiro trimestre de 2025 (3T25), um aumento de 16% ano contra ano, alcançando 127 milhões de clientes globalmente.
Com isso, o Nu terminou o trimestre com 105,9 milhões de clientes ativos, com uma taxa de atividade mensal de 83%.
"Essa expansão reforça a posição do Nu como a plataforma de serviços financeiros digitais líder na América Latina e uma das principais fintechs a nível global", escreveu o banco.
No Brasil, a base de clientes chegou a 110,1 milhões até 30 de setembro de 2025, o que representa mais de 60% da população adulta do país, com atividade média mensal superior a 85%. Com isso, o Nubank assume como a terceira maior instituição financeira em número de clientes do país.
Já no mercado estrangeiro, a base alcançou a marca de 13,1 milhões de clientes no México, cerca de 14% da população adulta, e de 3,8 milhões de clientes na Colômbia, equivalente a 10% da população adulta.
O portfólio de crédito total do Nubank cresceu 42% em relação a igual intervalo de 2024 e 47% no comparativo com o trimestre imediatamente anterior, para US$ 30,4 bilhões.
Os saldos dos cartões de crédito aceleraram durante o trimestre, com empréstimos com garantia avançando 133% no período e os não colateralizados com expansão de 63%, o que destaca a "diversificação e a maturidade do portfólio", segundo o banco.
A receita financeira líquida de juros (NII, na sigla em inglês) chegou a US$ 2,3 bilhões no fim do trimestre, um aumento de 6% em relação ao trimestre anterior e de 32% frente aos últimos 12 meses.
Já a margem financeira líquida (NIM, também na sigla em inglês) chegou a 17,3%, o que corresponde a uma queda de 1,1 ponto percentual na comparação anual e de 0,4 p.p na base trimestral.
Quando ajustado ao risco, o indicador passa para 9,9%, 0,7 p.p acima do trimestre anterior, mas 0,2 p.p. abaixo do mesmo período do ano passado.
Do lado da inadimplência, o índice de devedores acima de 90 dias teve alta de 0,2 ponto porcentual na comparação trimestral, mas redução de 0,4 p.p frente ao mesmo trimestre de 2024, para 6,8% no Brasil. Segundo o Nubank, o aumento sequencial está "em linha com a sazonalidade esperada e dinâmica estrutural do portfólio".
Desse modo, as despesas com provisão para perdas de crédito encolheram 7% na comparação com o trimestre passado, para US$ 977,5 milhões em perdas previstas no crédito ao fim do terceiro trimestre.
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