🔴 OPÇÕES NA BOLSA: GANHOS ALTOS PODEM ACONTECER NO CURTÍSSIMO PRAZO – ENTENDA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

DESCEU QUADRADO

Ambev (ABEV3) é pressionada por preço maior e produção menor; saiba o que fazer com a ação agora

Economia em desaceleração e aumento da competição estão entre os fatores que acendem o alerta para os próximos trimestres

ambev abev3 dia da cerveja dividendos
Imagem: Adobe Stock/Montagem Giovanna Figueredo

Dados da indústria brasileira divulgados na quarta-feira (4) acenderam um alerta para o setor de cervejas. Segundo o IBGE, a produção industrial de bebidas — da qual 90% é cerveja — caiu 15% em julho em base anual e 5% em termos trimestrais. A publicação fez as ações da Ambev (ABEV3) caírem cerca de 3% ontem. Hoje, os papéis se recuperaram e subiram 2,18%. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em relatório, o time do BTG Pactual lembra que o primeiro semestre de 2025 foi marcado pelo aumento dos preços das cervejas, tanto da Ambev quanto da Heineken, as duas maiores empresas do segmento que atuam no mercado brasileiro.

“Não podemos ignorar o quanto nos incomodou a estratégia de preços do setor, liderada pela Ambev. A decisão de aumentar os preços no segundo trimestre (a primeira vez nesse intervalo desde 2012), seguida pela Heineken em julho, nos pareceu um timing estranho”, diz o time de analistas liderado por Thiago Duarte.

Litrão mais caro e tempo ruim derrubam volumes de vendas

Pelo fato de o segundo trimestre ser, usualmente, mais frio, as empresas de bebidas normalmente evitam repassar preços no período, já que as vendas tendem a cair naturalmente. O aumento, então, impulsionou ainda mais um efeito já visto pela sazonalidade.

“O clima em julho não foi particularmente favorável. Ainda assim, uma contração ainda mais acentuada surpreendeu, e acreditamos que há mais por trás disso do que apenas temperaturas frias”, dizem os analistas do BTG. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além dos preços e do frio, o banco também menciona que a desaceleração da economia brasileira começa a dar sinais e a impactar as vendas. Tudo isso deve pressionar ainda mais a Ambev quanto à estratégia de preços.

Leia Também

BALANÇO

Lucro do Bradesco (BBDC4) sobe 14% no 3T26, a R$ 7,1 bilhões; calotes podem frear a virada?

NEGÓCIO EM ANDAMENTO

CSN (CSNA3): Agora vai? Venda da CSN Cimentos deve sair nas próximas 2 semanas, mas sem exclusividade, diz jornal

Com Heineken e Petrópolis perseguindo a Ambev em aumento de volumes, o BTG enxerga uma possível pressão de margens à frente pelo lado competitivo, combinada com mais gastos com matéria-prima e com o já visto recuo de volumes. 

Dificuldade com rivais

O Bradesco BBI e o Safra seguem a mesma linha. Eles indicam que, apesar de as companhias do setor terem se recuperado da aceleração da inflação, o espaço para novos aumentos deve ser “significativamente limitado”.

“Além de um cenário desafiador para a indústria como um todo, ainda vemos um ambiente altamente competitivo aumentando a pressão sobre a Ambev”, diz o time do Safra.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O BBI também aponta que a Heineken vem dando sinais de comprometimento na competição pelo mercado brasileiro, com a inauguração, por exemplo, da nova cervejaria de Passos.

Já o Goldman Sachs menciona que a cervejaria também enfrenta uma tendência de mudança de padrões de consumo, enxergando o recuo como estrutural. Pesquisas vêm mostrando que as gerações mais novas estão adotando estilos de vida mais saudáveis, evitando o consumo de álcool.

O BTG está neutro para as ações da Ambev, assim como o Bradesco BBI e o Safra, com preços-alvos de R$ 15, R$ 13 e R$ 14,50, respectivamente. Já o Goldman Sachs tem recomendação de venda, com alvo em R$ 11,7.

*Com informações do Money Times

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fachada da sede da Bradsaúde (SAUD3), na Avenida Paulista, em São Paulo. 22 de outubro de 2026 - 13:03
B3, bolsa de valores, ações, mercados. 21 de outubro de 2026 - 16:23
weg wege3 ações balanço 21 de outubro de 2026 - 14:19
Fachada da sede da Bradsaúde (SAUD3), na Avenida Paulista, em São Paulo. 21 de outubro de 2026 - 11:13
Fachada da unidade Vamos Seminovos, com estrutura moderna em vermelho e cinza, dedicada à venda de caminhões e máquinas usadas do Grupo Vamos, sob céu azul e dia ensolarado. 20 de outubro de 2026 - 18:45
Fachada do Banco Inter. 20 de outubro de 2026 - 16:25
Imagem feita por IA traz um gráfico de ações da bolsa, com uma seta verde apontando para cima. Moedas no canto inferior esquerdo e uma pilha de papéis no canto inferior direito. 16 de outubro de 2026 - 19:51
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar