O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Novo governo dos EUA apoia a indústria de inteligência artificial nacional, impulsionando a fabricante de chips que alimenta o setor, enquanto a Apple inicia o ano em baixa
Queridinha da IA (inteligência artificial), a Nvidia retomou o posto de empresa de capital aberto mais valiosa do mundo, superando a Apple em valor de mercado nesta terça-feira (21) — graças a uma força bilionária de Donald Trump.
As ações da fabricante de chips subiram 2,27% hoje, acumulando alta de cerca de 5% em 2025. Enquanto isso, as ações da Apple recuaram 3,19%, ampliando as perdas do ano para 11%.
Além do ânimo dos investidores com o setor de inteligência artificial, que depende dos chips da empresa, a mudança de governo nos Estados Unidos trouxe novos incentivos ao mercado.
Na segunda-feira (21), primeiro dia na Casa Branca, Trump revogou uma ordem executiva de 2023, assinada por Joe Biden, que obrigava desenvolvedores de sistemas de IA com potenciais riscos à segurança nacional, à economia ou à saúde pública a compartilharem resultados de testes de segurança com o governo antes do lançamento ao público.
Vale lembrar que, no começo do ano, o governo de Biden lançou um documento com novas restrições para exportação de chips. Na ocasião, a Nvidia subiu o tom contra as regras.
Mas o melhor ainda estaria por vir — pelo menos para a Nvidia. Trump estava prestes a anunciar um investimento de até US$ 500 bilhões para financiar infraestrutura de inteligência artificial. Até a publicação desta matéria, no entanto, a medida ainda não havia sido divulgada oficialmente.
Leia Também
A Nvidia lidera o mercado de unidades de processamento gráfico (GPUs), essenciais para o desenvolvimento de softwares de IA, como o ChatGPT da OpenAI.
Esse domínio, somado aos novos estímulos ao setor, promete mais um ano promissor para a empresa, que viu suas ações dispararem 171% em 2024 e quase 239% em 2023, refletindo a demanda explosiva por seus chips de IA.
Já a Apple, que historicamente liderou marcos importantes de mercado — como ser a primeira empresa a atingir US$ 1 trilhão, US$ 2 trilhões e US$ 3 trilhões em valor de mercado —, tem enfrentado desafios.
Rebaixamentos de analistas sinalizam que as vendas fracas do iPhone preocupam investidores, enquanto a inteligência artificial da empresa falha em se firmar como um catalisador de crescimento esperado.
No momento, a Nvidia lidera o ranking das empresas mais valiosas do mundo, com um valor de mercado de cerca de US$ 3,4 trilhões, à frente da Apple (US$ 3,3 trilhões) e da Microsoft (US$ 3,2 trilhões).
*Com informações da Bloomberg, CNBC e Reuters
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026
Companhia vende participação no Shopping Curitiba, aumenta fatia em ativos estratégicos e faz permuta para turbinar desempenho operacional
O balanço mostrou crescimento operacional, melhora de rentabilidade e reversão da queima de caixa, em meio à continuidade dos ajustes na divisão de casas pré-fabricadas
Lucro cresce, ROE segue elevado, mas banco reforça disciplina em meio a sinais de pressão no crédito; confira os destaques do balanço
O Citi vê resultados mais fortes puxados por produção e petróleo, mas mantém cautela com a estatal e enxerga mais potencial de valorização em petroleiras independentes
Qualidade da subscrição surpreende e garante avanço das ações nesta terça-feira (5), mas incerteza sobre crescimento de prêmios ainda divide os grandes bancos sobre o que fazer com os papéis
A empresa entregou aumento no volume de cerveja, principalmente no Brasil, melhora de margens e ganhos estimados de participação em vários mercados
Nova empresa do grupo Bradesco nasce com números robustos, mas CEO Carlos Marinelli revela qual será o grande motor de crescimento futuro
Pressão de dividendos e crédito mais desacelerado devem aparecer no desempenho dos três primeiros meses do ano; analistas revelam se isso compromete a visão de longo prazo para o banco