O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Mesmo após uma enxurrada de proventos desde outubro, analistas veem espaço para novos anúncios e pagamentos relevantes na bolsa brasileira
A chuva de dividendos que tomou conta da bolsa brasileira nas últimas semanas pode estar só começando. Desde outubro, empresas já anunciaram mais de R$ 124 bilhões em remuneração aos acionistas — e a avaliação de analistas é que ainda tem muito dinheiro para cair na conta nos próximos meses.
Segundo cálculos do Itaú BBA, R$ 52,9 bilhões em dividendos ainda devem ser pagos até o fim de 2025. Para 2026, a projeção é de mais R$ 57,8 bilhões em proventos — um volume que brilha os olhos dos investidores em busca de renda.
Na leitura dos analistas, esse fluxo funciona como um vento favorável no curto prazo, ajudando a sustentar preços das ações e reduzir a volatilidade.
Mas o efeito vai além do alívio momentâneo. Historicamente, no Brasil, estratégias focadas em dividendos têm conseguido superar os principais índices da bolsa no longo prazo, o que anima também para o longo prazo.
Porém, o que realmente empolga o mercado é que ainda tem mais por vir. O Itaú BBA estima que cerca de 20 empresas ainda podem anunciar dividendos relevantes, com dividend yield acima de 5%, sobretudo nos setores financeiro e imobiliário.
A projeção leva em conta o volume de reservas e lucros retidos, além da estratégia de alocação de capital de cada companhia.
Leia Também
Contudo, os nomes dessas possíveis “novas vacas leiteiras” da B3 seguem guardados a sete chaves pelo banco.
De olho em quem já abriu o cofre para dividendos, alguns nomes aparecem com destaque. Em volume absoluto, três gigantes lideram os anúncios de proventos desde o quarto trimestre de 2024:
Mas o ranking muda quando o assunto é o retorno com dividendos. Nesse quesito, quem assumiu a dianteira foi a Direcional (DIRR3), com dividend yield de 9,2%, seguida por Syn (SYNE3) e Cyrela (CYRE3), ambas com 8,6%.
No recorte setorial, o grande protagonista do ano foi o setor financeiro, que sozinho respondeu por mais de R$ 36,4 bilhões em dividendos anunciados neste ano.
Na sequência aparecem materiais, com R$ 18,4 bilhões, e consumo básico, com R$ 13 bilhões.
Forte alta na sexta-feira não evitou recuo no acumulado da semana, em meio à guerra no Irã, à pressão do petróleo e à reprecificação dos juros nos Estados Unidos e no Brasil
Rali das ações acompanha alta das commodities agrícolas, mas pressão de custos, câmbio e margens limita potencial adicional e mantém recomendação neutra do BofA
Totvs (TOTS3) aprovou o pagamento de R$ 104,2 milhões em JCP (R$ 0,18 por ação), com data-base em 25 de março, ações “ex” a partir do dia 26 e pagamento previsto para 10 de abril
Os dólares dos gringos estavam marcados para as bolsas emergentes, mas nem todos os países conseguiram aproveitar a onda
O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional
XP tem recomendação de compra para Lojas Renner (LREN3) com potencial de valorização de até 50%; veja por que a ação é a preferida do varejo
Mais um resultado muito fraco no 4T25, com queda de rentabilidade, queima de caixa e perda de beneficiários, expõe desafios estruturais e leva a companhia a reforçar plano focado em execução, eficiência e preservação de capital
Com retornos acima de 110% desde 2024, os ETFs de energia nuclear superam o S&P 500; demanda por inteligência artificial impulsiona a tese de investimento
Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período
Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã
Em relatório, o banco destacou que, nesse nicho, Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) são as principais beneficiadas pelas eventuais mudanças no programa governamental
Itaú BBA explica os três fatores que derrubaram as ações do Nubank, mas recomendam aproveitar a queda para se expor aos papéis; entenda
Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica
Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas
Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG
Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom
Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira
Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano
Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities
CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce