A nova empresa de US$ 1 trilhão não tem nada a ver com IA: o segredo é um “Ozempic turbinado”
Com vendas explosivas de Mounjaro e Zepbound, Eli Lilly se torna a primeira empresa de saúde a valer US$ 1 trilhão
Uma nova gigante entrou para o clube das empresas que valem US$ 1 trilhão: a Eli Lilly, que atingiu essa marca pela primeira vez nesta sexta-feira (21). A farmacêutica é responsável por alguns dos medicamentos mais populares do boom do emagrecimento, entre eles o Mounjaro — apelidado por muitos usuários como um “Ozempic turbinado” pelos efeitos bem potentes na perda de peso.
A companhia é a primeira no setor de saúde a conquistar um lugar à mesa das trilionárias, dominada pelas big techs. A Eli Lilly é a segunda não tecnológica a alcançar a cobiçada marca, depois da Berkshire Hathaway, de Warren Buffett.
As ações, negociadas na bolsa de Nova York (Nyse), sobem quase 2% nesta tarde, negociadas a US$ 1.061,69.
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Vendendo canetas de emagrecimento, ações da Eli Lilly engordam
As ações da farmacêutica subiram mais de 36% este ano, com os investidores aplaudindo os ganhos que ela obteve em relação à sua principal concorrente, a Novo Nordisk — companhia por trás do Ozempic — no setor de medicamentos GLP-1.
Os medicamentos GLP-1 são uma classe de remédios usados originalmente para tratar diabetes tipo 2, mas que ganharam enorme popularidade por induzirem forte perda de peso em muitos pacientes.
Eles imitam um hormônio produzido pelo intestino que ajuda a controlar o apetite, reduzir a fome e regular os níveis de açúcar no sangue. É essa combinação — saciedade maior e menor ingestão de calorias — que transformou os remédios GLP-1 em um fenômeno global e em um dos segmentos mais lucrativos da indústria farmacêutica.
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As ações da empresa, sediada em Indianápolis, vêm surfando a explosão de demanda por seus medicamentos mais populares: o Zepbound e o Mounjaro.
Os dois medicamentos vêm puxando uma expansão impressionante nas vendas da Eli Lilly. No mês passado, a companhia reportou que o Mounjaro faturou US$ 6,52 bilhões no terceiro trimestre — um salto de 109% em relação ao ano anterior.
Já o Zepbound, voltado para a perda de peso, somou US$ 3,59 bilhões no mesmo período, avançando 184% na comparação anual.
A demanda por esses tratamentos só tende a aumentar à medida que as aprovações para seu uso e a cobertura pelos planos de saúde se expandirem. Além disso, a Eli Lilly espera que uma versão oral de seus medicamentos populares chegue ao mercado no próximo ano, o que poderá oferecer aos pacientes uma opção mais conveniente do que uma injeção, e mais fácil de ser produzida pela empresa.
A Eli Lilly provavelmente continuará sendo uma empresa dominante no mercado de medicamentos para perda de peso, que alguns analistas acreditam que poderá valer mais de US$ 150 bilhões no início da década de 2030.
Com informações da CNBC Internacional
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