O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O conselho de administração aprovou a indicação de Rodrigo de Almeida Pizzinatto, hoje diretor financeiro da companhia, para a chefia do conglomerado
A Ultrapar (UGPA3) começará o segundo trimestre de 2025 com um novo CEO no comando, em preparação para um novo ciclo de crescimento. A holding, que é dona da rede de postos de combustíveis Ipiranga, nomeou um dos executivos prata da casa para o cargo de diretor presidente.
O conselho de administração aprovou a indicação de Rodrigo de Almeida Pizzinatto para a chefia do conglomerado.
Pizzinatto já é um conhecido de longa data do Grupo Ultra. Hoje diretor financeiro da holding, o executivo já soma 25 anos de carreira no conglomerado.
Ele iniciou a caminhada por lá como estagiário logo no IPO (oferta inicial de ações) da companhia, nos anos 2000, e desempenhou diversas funções no grupo.
Além de ter liderado o turnaround da Extrafarma entre 2018 e 2020 quando CEO da farmacêutica, Rodrigo retornou à holding há quatro anos como diretor financeiro (CFO) e de relações com investidores (DRI).
“A escolha de Pizzinatto para a posição de diretor presidente da Ultrapar e a permanência de Lutz na liderança dos conselhos e como acionista relevante reforçam o nosso pilar estratégico de garantir densidade de talentos alinhados à nossa cultura com visão de longo prazo, além de garantir a continuidade do plano de geração de valor da companhia e a consolidação da Ultrapar como alocadora de capital de longo prazo”, disse a empresa.
Leia Também
O processo de troca de liderança também incluiu mudanças na diretora e no conselho da Ultrapar (UGPA3).
Com a dança das cadeiras, o atual CEO, Marcos Marinho Lutz, será “oportunamente indicado” pela administração para a posição de presidente executivo do conselho de administração (executive chairman).
Lutz também terá o papel de presidente do conselho dos principais negócios da Ultrapar: Ipiranga, Ultragaz, Ultracargo e Hidrovias.
Na avaliação do Goldman Sachs, as mudanças não deveriam ser uma surpresa, já que a empresa já havia anunciado que Lutz “se concentraria em algum momento nos aspectos estratégicos do negócio dentro do conselho”.
Já para a posição de diretor financeiro e de RI, o conselho nomeou Alexandre Palhares. Desde maio, o executivo atua como diretor de planejamento, relações com investidores e tesouraria.
As mudanças devem ser concluídas em abril de 2025, depois que forem aprovadas pelos acionistas em assembleia geral ordinária (AGO).
Primeira parcela faz parte do pacote de R$ 4,3 bilhões aprovado pela elétrica para remunerar acionistas em 2026
Nova estratégia combina crescimento acelerado com ROE em alta, e coloca o banco em um novo patamar de cobrança; veja os detalhes
Além da Fast Shop, o Ministério Público identificou mais empresas que foram beneficiadas pelo esquema, incluindo a Ultrafarma
Com crescimento equilibrado entre móvel, fibra e digital, Telefônica Brasil entrega lucro de R$ 1,2 bilhão no 1T26; veja os destaques do resultado
O balanço do BTG trouxe lucro em expansão e rentabilidade em alta; confira os principais números do trimestre
Mercado espera crescimento da receita, Ebitda bilionário e mais uma rodada de proventos para os acionistas da estatal; confira as projeções
A semana teve mudanças relevantes em Axia Energia (AXIA3), Tenda (TEND3) e Cemig (CMIG4)
Ex-presidente da B3 e ex-diretor do Santander, Gilson Finkelzstain foi escolhido em março para substituir Mario Leão no comando do banco no Brasil
Nesta sexta-feira (8), as ações da estatal completaram cinco sessões de quedas consecutivas, acompanhando a forte desvalorização do Brent na semana
Lucro cresceu 13,2% no primeiro trimestre, e bancos seguem vendo espaço para avanço dos dividendos
Com receita mais diversificada e aposta em Wealth, banco tenta reduzir volatilidade enquanto espera queda dos juros, afirma Vinicius Carmona ao Seu Dinheiro
De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
Após um 1T26 pressionado, Ricardo Moura aposta em melhora gradual da rentabilidade — sem abrir mão do conservadorismo
Petroleira pagará R$ 0,34 por ação em juros sobre capital próprio e também informou avanço nas negociações com a Brava Energia
Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir