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O texto, enviado à vara de falências de SP, também aponta como justificativas a pandemia e o aumento do aluguel nos shoppings

A SideWalk acaba de engrossar a lista de empresas com problemas. A rede de roupas e calçados deu entrada no seu pedido de recuperação judicial na 3ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais do Tribunal de Justiça de São Paulo na última segunda-feira (5).
De acordo com os documentos enviados à Justiça, as dívidas somam R$ 25,5 milhões. O pedido alega que a companhia foi afetada pela pandemia de covid-19, afetando as vendas da SideWalk. Ainda, os preços dos alugueis em lojas de shopping também contribuíram com a crise.
O texto ainda diz que as mudanças climáticas também afetaram a dinâmica dos produtos, tendo em vista que a rede é focada em roupas e calçados para o inverno.
Assim sendo, a SideWalk usou do mecanismo de recuperação judicial para exigir ao juiz responsável pelo caso a proteção antecipada contra credores. A empresa pede também a manutenção dos serviços essenciais, como internet, energia, água e telefone.
Segundo o site da empresa, são 42 lojas em todo o Brasil, sendo 17 na cidade de São Paulo e três outlets. Pelo menos 22 lojas são próprias, e as demais são franquias, que não estão afetadas pelo pedido de recuperação judicial.
Não foi apenas a SideWalk que recentemente enfrentou problemas e precisou de proteção judicial para blindar os negócios.
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Em maio deste ano, a Coteminas (CTNM4) havia entrado com um pedido de recuperação judicial em conjunto com outras empresas do mesmo grupo, aceito pela Justiça no mês passado. As dívidas da empresa somam uma cifra de cerca de R$ 1,10 bilhão.
Do mesmo modo, a Polishop também está no meio da pior crise financeira de sua história, com uma dívida de R$ 395 milhões com credores. Seu pedido de recuperação judicial aconteceu em maio deste ano.
O objetivo da Polishop é suspender a execução de dívidas e despejos, enquanto tenta negociar o débito milionário.
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