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Outra notícia positiva veio de um executivo da petroleira, que confirmou que a estatal está revendo o caixa mínimo de US$ 8 bilhões no próximo plano estratégico 2025-29; entenda por que tudo isso pode ser bom para que tem ação da companhia
Quando Jean Paul Prates foi demitido da Petrobras (PETR4) em maio deste ano, além do imbróglio do pagamento de dividendos extraordinários, os investimentos da estatal também estavam em jogo — o governo pressionava para que a petroleira voltasse a injetar seus bilhões de dólares até mesmo em áreas que, no passado, não deram retorno.
Não foi à toa que Magda Chambriard substituiu Prates com o discurso de “executar os planos da Petrobras de forma a ajudar o país a crescer”. Na ocasião da dança das cadeiras, as ações da estatal derreteram diante da preocupação do mercado com a chance de a interferência do governo comprometer o caixa da companhia e prejudicar o pagamento de dividendos.
Nesta segunda-feira (14), uma notícia apurada pela Reuters voltou a chacoalhar as estruturas da Petrobras.
A agência de notícias ouviu fontes que indicam que a petroleira deve reduzir os investimentos planejados para o próximo ano mesmo diante dos pedidos do governo de aumento de capex.
A Petrobras projetou investimentos de US$ 21 bilhões para 2025, mas, segundo as fontes, esse montante pode cair para US$ 17 bilhões.
Vale lembrar que o plano estratégico 2024-2028 prevê investimentos de US$ 102 bilhões, um valor 31% maior quando comparado ao último plano.
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Procurada pelo Seu Dinheiro, a Petrobras não havia se manifestado oficialmente até a finalização desta matéria.
As ações PETR4 terminaram o dia em alta de 0,24%, cotadas a R$ 37,71, em uma sessão na qual os preços do petróleo afundaram 2% no mercado internacional em meio a preocupações com a demanda e com a decepção com os estímulos na China.
Ruy Hungria, analista da Empiricus Research, chama atenção para o fato de as fontes ouvidas pela Reuters indicarem que a Petrobras quer um plano estratégico mais realista, que priorize investimentos menores com retornos mais elevados e mais rápidos e que inclua mais poços de petróleo e gás.
“Se for isso mesmo, é boa notícia, porque a Petrobras vai focar o investimento em produção e exploração e o excesso [de recursos] terá mais chance de ser devolvido em dividendos ao invés de ser direcionado para projetos que pouco agregam para a companhia”, disse.
Vale lembrar que o governo é um dos maiores acionistas da Petrobras e um dos principais recebedores de dividendos da companhia.
“Existe também a possibilidade de o petróleo em queda acender uma luz sobre a necessidade de tornar os investimentos da Petrobras mais eficientes em meio às tantas questões fiscais que o governo enfrenta neste momento”, afirma Hungria.
Enquanto repercute no mercado a notícia de redução de investimentos da Petrobras em 2025, o diretor Financeiro e de Relações com Investidores da companhia, Fernando Melgarejo, informou que a estatal está revendo o caixa mínimo de US$ 8 bilhões o próximo plano estratégico 2025-29, que será divulgado no final de novembro, mas não deu detalhes.
De acordo com o executivo, a política de dividendos não será alterada.
"O caixa mínimo de US$ 8 bilhões está sendo discutido, pode ser que varie", disse Melgarejo a jornalistas nesta segunda-feira (14). "Gosto de trabalhar com caixa mínimo, o que a gente entender que é excesso vira dividendo extra", disse o executivo.
A Petrobras divulga o resultado referente ao terceiro trimestre no dia 7 de novembro, quando também pode indicar o pagamento de dividendos extraordinários.
Segundo ele, o pagamento de dividendos extraordinários está sendo avaliado em linha com o plano estratégico, que apesar de não estar fechado deve trazer as ambições da estatal para aumentar a produção de petróleo e gás.
"O que a gente espera daqui para frente, e com uma frase que eu gosto muito da presidente, é que cada gota de óleo é importante para a gente — obviamente, se tiver criação de valor para o nosso acionista", afirmou.
Melgarejo destacou ainda, que a Petrobras tem atualmente 16 analistas que acompanham a companhia, sendo 13 com indicação de compra das ações.
"É a melhor posição desde janeiro de 2021, ou seja, há quase quatro anos. Associado a isso, a gente fez uma emissão de bonds, fazia um ano e meio que a gente estava sem emissão, fizemos uma emissão de cerca de US$ 1 bilhão e tivemos uma oferta de quase US$ 3 bilhões", destacou.
*Com informações do Estadão Conteúdo
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