Oi (OIBR3) aprova aumento de capital de R$ 1 bilhão em mais um passo para sair da crise financeira
A operação será mediante a emissão de cerca de 264 mil novas ações ordinárias OIBR3 na bolsa brasileira, com preço de emissão de R$ 5,26 por papel
A Oi (OIBR3) deu mais um passo em direção ao fim da crise financeira na noite da última quarta-feira (21). O conselho de administração da operadora aprovou um aumento de capital de R$ 1,39 bilhão.
A operação transcorrerá mediante a emissão de cerca de 264 mil novas ações ordinárias OIBR3 na bolsa brasileira, com preço de emissão de R$ 5,26 por papel.
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O montante ainda será integralizado por meio da capitalização de parte do saldo remanescente dos créditos detidos por credores quirografários (cujas dívidas não têm garantias) que tenham escolhido a “Opção de Reestruturação I”, conforme previsto no plano de RJ da empresa.
Segundo fato relevante enviado à CVM, a transação ajuda a “promover o fortalecimento da estrutura de capital” da Oi, contribuindo para a equalização do passivo e “superação da atual crise econômico-financeira do grupo”.
Os acionistas da Oi, que encontra-se atualmente em seu segundo processo de recuperação judicial, terão direito de preferência na subscrição das novas ações emitidas no aumento de capital da empresa de telecomunicações.
Vale destacar que a efetivação da transação e a entrega das novas ações aos credores de opção de reestruturação I também estão condicionadas às autorizações da Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) e do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).
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A segunda recuperação judicial da Oi (OIBR3)
A espinha dorsal do atual plano de recuperação judicial é a injeção de recursos na Oi para sustentar suas operações até a realização da venda de ativos.
No início do mês, a companhia concluiu uma etapa importante do plano de reestruturação de dívidas, levantando pouco mais de R$ 4 bilhões com dois novos financiamentos e realizando também uma rolagem de dívida.
O primeiro deles foi realizado junto aos credores do tipo operação de reestruturação I e teve valor principal agregado de US$ 601 milhões (cerca de R$ 3,37 bilhões no câmbio atual).
Já o segundo foi subscrito pela BGC Fibra, uma subsidiária da V.Tal, e realizado por meio da integralização de debêntures. A operação reforçou a liquidez da companhia em R$ 758 milhões.
Além dos financiamentos, a Oi também finalizou o processo de rolagem de dívidas que equivalem a R$ 1,3 bilhão.
Vale lembrar que a Oi também pretende realizar uma segunda rodada do leilão para venda da ClientCo, sua unidade de banda larga.
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A primeira rodada, realizada em julho, rendeu apenas um lance. A Ligga Telecomunicações ofereceu R$ 1,05 bilhão pela antiga Oi Fibra.
Mas o plano de recuperação judicial da Oi, aprovado em abril, estabelecia um valor mínimo de R$ 7,3 bilhões para o negócio. O objetivo da venda é justamente fortalecer o caixa da companhia para o cumprimento do plano.
Como a cifra foi muito inferior à prevista, a rodada do leilão foi suspensa para que a administração judicial da companhia apresentasse a oferta para análise e deliberação dos credores, que a rejeitaram no final de julho.
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