O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Favorito para brilhar na temporada de balanços, Nubank teve lucro “apenas” em linha com as projeções do mercado; veja os números
O Nubank chegou ao "Oscar" do balanço dos bancos na condição de favorito do público e da crítica. Mas os resultados do quarto trimestre de 2023 mostram que as expectativas talvez fossem altas demais. A começar pelo lucro líquido, que ficou em US$ 361 milhões (R$ 1,8 bilhão).
Com o resultado, o Nubank reverteu o prejuízo dos últimos três meses de 2022. Na época, o balanço sofreu o impacto do fim de um acordo que previa o pagamento de um bônus bilionário a David Vélez, o fundador do banco digital.
De todo modo, o lucro trimestral ficou "apenas" em linha com as projeções do mercado, que apontavam para US$ 368 milhões, de acordo com dados da Bloomberg. Alguns analistas chegaram a prever um resultado acima de US$ 400 milhões.
Seja como for, o banco digital promoveu uma grande virada anual ao sair de um prejuízo de US$ 365 milhões para um lucro de US$ 1,031 bilhão em 2023. Lembrando que os dados estão em dólares porque o Nubank é listado na Bolsa de Nova York (Nyse).
Enquanto isso, o Nubank ainda garantiu a "estatueta" de maior rentabilidade (ROE, na sigla em inglês), com 23% no quarto trimestre de 2023. Desse modo, superou os principais concorrentes, incluindo os gigantes Itaú e Banco do Brasil.
Nas "bilheterias", o Nubank também vai bem e encerrou o ano com 93,9 milhões de clientes — mas já alcançou a marca de 95 milhões em janeiro. Desse total, 83% são ativos, ou seja, usam o aplicativo e fazem transações usando o cartão roxo da fintech.
Leia Também
No Brasil, o número de clientes cresceu 24% nos últimos 12 meses e atingiu 87,8 milhões. Além disso, 61% dos clientes ativos mensais adotaram o Nubank como banco principal, de acordo com a fintech.
A chamada "principalidade" é a palavra de ordem do meio bancário, já que muitas pessoas passaram a ter diversas contas diante da facilidade de abertura usando o celular.
As receitas do Nubank somaram US$ 2,4 bilhões, uma alta de 57% na comparação com o quarto trimestre de 2022 (sem considerar a variação cambial). A receita média mensal por cliente (Arpac) atingiu os US$ 10,60.
Por outro lado, as despesas avançaram em um ritmo menor, de 37%, e alcançaram US$ 1,3 bilhão. O Nubank calcula o chamado custo de servir por cliente ativo em apenas US$ 0,90, ou 85% menos que os bancos tradicionais.
O Nubank encerrou o ano com uma carteira de crédito de US$ 18,2 bilhões, um avanço de 61% em 12 meses. Desse total, vale destacar que US$ 14,5 bilhões vêm das linhas de cartão e os demais US$ 3,7 bilhões do empréstimo pessoal, linha que o banco criou posteriormente.
Por falar em produtos novos, o Nubank atingiu a marca de R$ 10 bilhões na originação de novos créditos no Brasil no quarto trimestre — o dobro do mesmo período de 2022.
Mas o destaque vai para as linhas com garantia, com as quais a fintech não trabalhava até o ano passado. A originação de crédito consignado e empréstimos com garantia do FGTS alcançou a marca de R$ 1 bilhão entre outubro e dezembro.
O avanço dessas linhas com o passar do tempo deve reduzir parte do risco do balanço do Nubank, uma das preocupações dos investidores. Aliás, o índice de inadimplência da carteira mostrou enfim estabilidade e encerrou o ano em 6,1%. Trata-se do mesmo patamar do trimestre anterior, mas ainda é bem acima dos 5,2% do fim de 2022.
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas