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Nas contas da XP, o valor, que foi obtido com a venda do Bankly para o Banco Votorantim, equivale a um dividendo extraordinário de 34%.
Quase quatro meses se passaram desde que o conselho de administração da Méliuz (CASH3) aprovou a restituição de R$ 210 milhões aos acionistas e enfim os investidores saberão quando o dinheiro cairá na conta.
Segundo comunicado enviado ao mercado nesta terça-feira (5), a companhia fará o pagamento, que corresponde a R$ 2,41496025096 por ação, em 11 de abril.
Mas o valor final pode ser diferente, pois os ganhos com uma redução de capital podem estar sujeitos à incidência de Imposto de Renda. A tributação varia de acordo com as normas para cada categoria de investidor.
Terá direito ao depósito quem detiver os papéis da Méliuz ao final do pregão de 1º de abril. Assim como ocorre em casos de distribuição de dividendos, após a data as ações serão negociadas "ex-direitos" à restituição e as cotas serão ajustadas para refletir o capital reduzido.
Vale relebrar que o pagamento refere-se à venda do Bankly para o Banco Votorantim. O anúncio da operação aconteceu no início do ano passado.
Com o o aval do Banco Central, recebido em outubro, todo o dinheiro foi parar no caixa da Méliuz, que já havia sinalizado a intenção de distribuir esse dinheiro aos acionistas. Nas contas da XP, o valor equivale a um dividendo extraordinário de 34%.
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