O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
As vendas nas lojas físicas cresceram 8% entre janeiro e março deste ano na comparação com o mesmo período do ano passado, enquanto o marketplace avançou 6%
Depois que a Casas Bahia (BHIA3) apresentou resultados pressionados, mas melhores do que o esperado no primeiro trimestre, o desempenho do Magazine Luiza (MGLU3) no período estava sendo bastante aguardado pelos investidores, que tentam medir a temperatura do varejo brasileiro — e o Magalu superou as projeções.
Nesta quinta-feira (9), a companhia reportou lucro líquido ajustado de R$ 29,8 milhões entre janeiro e março, revertendo um prejuízo líquido ajustado de R$ 309,4 milhões na comparação com o mesmo período do ano anterior. Sem ajustes, o lucro líquido do período somou R$ 27,9 milhões, uma reversão de R$ 391,2 milhões em perdas de um ano antes. O resultado veio bem melhor que a projeção de prejuízo líquido de R$ 6,52 milhões, de acordo com dados da Bloomberg.
A receita líquida do Magazine Luiza totalizou R$ 9,2 bilhões no primeiro trimestre, o que representa uma alta de 1,9% em relação ao mesmo período de 2023. O mercado esperava R$ 9,43 bilhões em receitas.
O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização), por sua vez, foi de R$ 684,9 milhões no trimestre, um resultado 111,3% maior em termos anuais e acima também da estimativa da Bloomberg de R$ 679,7 milhões para o período. O Ebitda ajustado somou R$ 687,8 milhões, alta de 53,5% na comparação ano a ano.
A margem Ebitda do Magazine Luiza subiu 3,8 pontos percentuais (pp), para 7,4%, enquanto a margem Ebitda ajustado subiu 2,5 pp, para os mesmos 7,4%.
Já a geração de caixa operacional nos últimos 12 meses foi de R$ 2,7 bilhões, influenciada pela evolução no resultado operacional e no capital de giro. Entre janeiro e março, o capital de giro foi R$ 2,1 bilhões melhor do que no mesmo período do ano anterior.
Leia Também
O Magalu encerrou o trimestre com uma posição de caixa líquido ajustado de R$ 2,4 bilhões, um aumento de R$ 2,5 bilhões na comparação anual, e uma posição de caixa total de R$ 9 bilhões, estável comparada ao quarto trimestre de 2023.
A dívida líquida, por sua vez, totalizou R$ 4,3 bilhões ante projeção de R$ 8,11 bilhões segundo a Bloomberg.
O Mercado Livre (MELI34) é uma das grandes preocupações para o e-commerce brasileiro, especialmente após os resultados robustos divulgados na semana passada — além de ver o lucro disparar 71% no primeiro trimestre, o volume de vendas (GMV) do Meli aumentou 36% no Brasil em relação ao mesmo período de 2023.
E um dos riscos para o Magazine Luiza (MGLU3) é justamente o aumento da competição no mercado de marketplace 3P — quando a varejista realiza todo o processo de venda e entrega.
O e-commerce do Magalu atingiu R$ 11 bilhões em vendas no período, crescendo 1% em relação ao mesmo período do ano anterior. As vendas do marketplace atingiram R$ 5 bilhões, uma alta de 6% em base anual, consolidando-se como o segundo maior canal de vendas e representando mais de 40% das vendas on-line.
Nas lojas físicas, as vendas do Magazine Luiza atingiram R$ 5 bilhões no trimestre, um aumento de 8% em comparação com o mesmo período de 2023. No critério mesmas lojas, o crescimento atingiu 9%. Com isso, o Magalu expandiu sua participação de mercado em 0,7 pp entre janeiro e março.
Leia também:
O volume total de transações processadas (TPV) da fintech do Magazine Luiza atingiu R$ 24,9 bilhões entre janeiro e março, uma alta de 6% em base anual. Um dos destaques foi o crescimento de 14% no volume de pagamentos para sellers e nas contas digitais MagaluPay.
Em cartão de crédito, o faturamento atingiu mais de R$ 14,1 bilhões no trimestre, aumento de 3% em base anual — com 7 milhões de cartões de crédito emitidos e R$ 20 bilhões em carteira de crédito.
Destaque para a queda sequencial nas taxas de inadimplência — 3,4% e 9,4% no curto e longo prazos, respectivamente — e o lucro líquido da Luizacred (R$ 13 milhões).
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?
Relatório do Safra mapeia impactos no setor e aponta as elétricas mais expostas ao clima; confira a tese dos analistas.
Parceria com a Anthropic prevê até US$ 100 bilhões em consumo de nuvem e reforça estratégia em infraestrutura
Com passagens aéreas pressionadas, ônibus ganham espaço — e a fabricante entra no radar de compra dos analistas
Banco aposta em fundo com a Quadra Capital para estancar crise de liquidez enquanto negocia reforço bilionário de capital
Uma oferece previsibilidade enquanto a outra oferece retorno quase direto do aumento de preços; entenda cada tese de investimento
Safra vê 2026 como teste para o setor bancário brasileiro e diz que lucro sozinho já não explica as histórias de investimento; veja as apostas dos analistas
O banco britânico também mexeu no preço-alvo dos papéis negociados em Nova York e diz o que precisa acontecer para os dividendos extras caíram na conta do acionista
Até então, os papéis eram negociados em lotes de 1 milhão, sob o ticker AZUL53; para se adequar às regras da B3, a aérea precisou recorrer ao grupamento
O banco prevê um preço-alvo de US$ 237, com um potencial de valorização de aproximadamente 20% em relação às cotações atuais
Acordo com a PGFN corta passivo de R$ 631,7 milhões para R$ 112,7 milhões e dá novo fôlego à reestruturação da companhia
Venda do controle abre nova fase para a petroquímica, com Petrobras e IG4 no centro da governança e desafios bilionários no horizonte
Bloqueio impede saída do acionista francês em momento de pressão financeira e negociação de dívidas