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Um ex-ministro do governo Dilma Rousseff é cotado para ocupar o lugar do atual presidente do banco de fomento; Lula ainda deve decidir sobre saída de Prates
Nos últimos dois dias, o comando da Petrobras (PETR4) ficou abalado com rumores de saída de Jean Paul Prates da cadeira de CEO e a indicação de Aloizio Mercadante, atual presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), para o cargo.
Na sexta-feira (5), o conselho de administração (CA) da petroleira se reuniu, mas Prates não esteve presente.
De acordo com fontes ouvidas pelo Broadcast, houve uma reviravolta nas negociações e Mercadante pode assumir a cadeira de comando do CA.
Sendo assim, a cadeira de CEO do BNDES pode ficar vazia nos próximos dias. O ex-ministro afirmou a interlocutores que não pode garantir a sua permanência no banco de fomento, segundo o Valor Econômico.
No lugar de Mercadante, o nome mais cotado é o do ex-ministro da Fazenda do governo Dilma, Nelson Barbosa — atual diretor de Planejamento do BNDES.
Barbosa também já atuou como assessor da Presidência do banco de fomento entre 2005 e 2006. A partir de janeiro de 2023, assumiu como Diretor de Planejamento e Estruturação de Projetos do BNDES.
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Contudo, a palavra final será do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que ainda não se manifestou sobre o tema.
O imbróglio entre o governo e Jean Paul Prates não é de hoje.
Há meses, a saída do ex-senador do comando da estatal tem sido ventilada em meio ao impasse entre Prates e o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira — principalmente na questão sobre a política de preços praticada pela companhia.
Para o mercado, a eventual saída de Prates do comando da estatal é negativa.
Para além do mercado financeiro, a FUP criticou os rumores de demissão de Jean Paul Prates. Em nota à imprensa, a instituição afirmou que o CEO da Petrobras "está sofrendo um processo de espancamento público".
Por fim, Jean Paul Prates ironizou sobre a eventual saída do cadeira de comando na rede social X (antigo Twitter) na última quinta-feira (4), na véspera da reunião extraordinária do conselho — que ele não compareceu:
*Com informações de Valor Econômico, Estadão e O Globo
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