🔴 CRIPTO VOLTOU? VEJA COMO BUSCAR MULTIPLICAÇÕES DE ATÉ 214 VEZES – CLIQUE AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

Fraude bilionária

Ex-CEO da Americanas (AMER3) pedia balanços fraudados em pen drive para não ser descoberto

Ministério Público Federal diz ter provas da participação de Miguel Gutierrez no esquema que causou rombo bilionário na varejista

Miguel Gutierrez, ex-CEO da Americanas, em montagem ao lado de loja da rede
Miguel Gutierrez, ex-CEO da Americanas, preso na última sexta-feira (28). Imagem: Montagem Brenda Silva

O Ministério Público Federal (MPF) afirma ter encontrado provas "inequívocas" da participação do ex-CEO da Americanas (AMER3), Miguel Gutierrez, nas fraudes que teriam sido operadas para manter as ações da varejista em alta. A defesa do executivo alega que ele não tinha conhecimento do esquema.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Gutierrez é apontado na investigação como o principal responsável pela manipulação dos resultados contábeis da empresa. Era ele quem, segundo o MPF, tinha a palavra final sobre os números supostamente inflados que seriam levados ao conselho de administração e ao mercado.

"Os demais investigados faziam referências a ordens diretas de Miguel Gutierrez e, por vezes, tratavam diretamente com ele sobre a fraude", afirma o Ministério Público.

As fraudes seriam operadas ao final de cada trimestre para aproximar os resultados reais das expectativas do mercado. Documentos nomeados "verdes e vermelhos" seriam a base do esquema.

Os investigadores identificaram que o executivo preferia receber a maior parte dos arquivos em pen drive, "a fim de se resguardar", mas mensagens recuperadas confirmariam que ele teve acesso aos resultados fraudados.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Polícia Federal (PF) acredita que as fraudes eram operadas com dois objetivos: atingir metas financeiras internas, para conseguir bonificações, e aumentar o valor das ações da empresa, já que Gutierrez era um dos acionistas. Ele vendeu R$ 171 milhões em ações antes do anúncio de rombo, em janeiro de 2023.

Leia Também

PANDA BONDS

A operação bilionária da Vale (VALE3) na China: mineradora conta os planos dessa estreia 

BANCOS

Dia cheio no Bradesco (BBDC4): de R$ 3,8 bilhões em JCP a leilão de sobras de ações até o “Pix” internacional

O ex-CEO da Americanas é o principal investigado na Operação Disclosure. Ele foi preso na última sexta-feira (28) em Madri, na Espanha, onde era considerado foragido. Em razão disso, seu nome foi incluído na lista dos mais procurados da Interpol, junto com o da ex-diretora da varejista, Anna Christina Ramos Saicali.

As acusações contra o antigo presidente da Americanas incluem uso de informações privilegiadas (insider trading) e manipulação de mercado, além de lavagem de dinheiro por “ocultação patrimonial”.

Outro lado

"A Americanas reitera sua confiança nas autoridades que investigam o caso e reforça que foi vítima de uma fraude de resultados pela sua antiga diretoria, que manipulou dolosamente os controles internos existentes. A Americanas acredita na Justiça e aguarda a conclusão das investigações para responsabilizar judicialmente todos os envolvidos", diz a empresa, em nota.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já a defesa de Miguel Gutierrez diz que "Miguel reitera que jamais participou ou teve conhecimento de qualquer fraude e que vem colaborando com as autoridades, prestando os esclarecimentos devidos nos foros próprios."

Com informações do Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Sede do IRB (Re) 29 de setembro de 2026 - 14:11
Logo da Copasa (CSMG3), Companhia de Saneamento de Minas Gerais 29 de setembro de 2026 - 10:21
Escritório do banco BTG Pactual (BPAC11). 29 de setembro de 2026 - 10:00
Ambipar (AMBP3) 28 de setembro de 2026 - 19:34
Tupy 28 de setembro de 2026 - 19:24
Cartão do Nubank em um degrau branco. 28 de setembro de 2026 - 15:51
Em um fundo com a bandeira do Brasil, o logo da WEG aparece em primeiro plano 28 de setembro de 2026 - 15:15
caneta emagrecedora ID da foto:2238129168 28 de setembro de 2026 - 7:54
João Vitor Menin, CEO do Inter. Foto Divulgação 28 de setembro de 2026 - 6:14
Logo bancos nadadores competição 25 de setembro de 2026 - 14:35
25 de setembro de 2026 - 12:51
24 de setembro de 2026 - 12:32
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar