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Companhia de Mark Zuckerberg negocia a aquisição de 5% da empresa, participação avaliada em cerca de US$ 5 bilhões
A Meta (M1T34;META), dona do Facebook, WhatsApp e Instagram, e a EssilorLuxottica já são velhos parceiros no desenvolvimento de óculos inteligentes. Mas, segundo o Wall Street Journal, a relação pode evoluir para algo mais.
A companhia de Mark Zuckerberg está em negociações para comprar 5% da empresa dona de marcas como Ray-Ban e Oakley.
Com base no valor de mercado da EssilorLuxottica, a participação adquirida pela Meta está avaliada em cerca de US$ 5 bilhões (R$ 28 bilhões).
De acordo com o jornal, as conversas ainda estão em andamento e podem não resultar em um acordo.
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O interesse do bilionário está ligado à parceria de sucesso entre as duas empresas. Em 2021, as companhias lançaram a primeira geração da Ray-Ban Meta. O aparelho permite tirar fotos e ouvir música com a armação dos óculos, entre outras funcionalidades.
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Com o tempo, a parceria se tornou importante para a Reality Labs, divisão da Meta responsável pelo Meta Quest, e que acumulou prejuízos bilionários ao longo de 2023.
Já a segunda geração, chamada de Ray-Ban Meta Smart Glasses, é capaz de fazer transmissões ao vivo diretamente dos óculos para seguidores no Facebook e no Instagram. Os óculos também são equipados com Inteligência Artificial (IA) desenvolvida pela Meta.
O modelo superou as expectativas de vendas e foi um alívio para a dona do Facebook, já que a primeira versão dos óculos teve dificuldades para ser aceita pelos consumidores.
Segundo a imprensa, ao comprar parte da EssilorLuxottica, com sede em Paris, a companhia de Mark Zuckerberg pretende capitalizar o sucesso do Ray-Ban Meta e desenvolver novos dispositivos adicionais em parceria com a fabricante francesa.
Segundo o WSJ, os próximos óculos inteligentes Ray-Ban Meta devem estar disponíveis para os consumidores até final do próximo ano e terão um display em miniatura integrado.
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O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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