O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O apelo dos minoritários para convocação da AGE têm base na saída de Jean Paul Prates do comando da petroleira; entenda a situação
Ao que parece, as preces dos acionistas da Petrobras (PETR4) não foram ouvidas. O conselho de administração da estatal decidiu na noite da última sexta-feira (7) rejeitar os pedidos dos investidores para convocar uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE).
Os apelos dos minoritários foram enviados para a petroleira há cerca de uma semana por meio de correspondência.
Segundo a estatal, o objetivo da AGE seria eleger membros e presidente (chairman) para o conselho da companhia após uma “destituição de membro do conselho”.
Já de acordo com a Broadcast, a assembleia também seria usada para viabilizar a troca de comando na estatal.
“A companhia entende que não há motivos para a convocação de uma AGE”, disse, em comunicado enviado à CVM. “A realização de uma assembleia implicaria em custos desnecessários para a companhia e seus acionistas.”
De acordo com o jornal Valor Econômico, apenas dois conselheiros votaram a favor da realização da AGE, enquanto todos os outros nove membros do conselho, incluindo os representantes da União e a nova CEO da Petrobras, Magda Chambriard, foram contrários à proposta.
Leia Também
O resultado final confirmou a estratégia do departamento jurídico da Petrobras, que contava com o apoio do governo: eleger Chambriard como conselheira e depois nomeá-la presidente da companhia unicamente por meio do conselho, após a renúncia acordada do ex-presidente da estatal, Jean Paul Prates, às duas posições.
A Petrobras (PETR4) afirma que o pedido dos minoritários não atendeu aos requisitos da Lei das Sociedades Anônimas.
A Lei das SA determina que a assembleia pode ser convocada por acionistas que detenham pelo menos 5% do capital social desde que os administradores não tenham atendido em oito dias a pedidos de convocação fundamentados e que apresentem as indicações dos temas a serem tratados.
No caso da Petrobras, houveram dois pedidos, de acordo com o Valor: um do fundo americano GQG, que possui uma fatia de cerca de 6% na petroleira, e outro de fundos brasileiros.
Fontes informaram ao jornal que os argumentos dos acionistas minoritários para convocação da assembleia geral se baseiam na saída de Jean Paul Prates do comando da Petrobras.
Isso porque a assembleia geral ordinária (AGO) da Petrobras que elegeu o atual conselho, realizada em 25 de abril, contou com a eleição de Prates por sistema de voto múltiplo.
Nesse caso, quando um conselheiro eleito é destituído, todos os outros membros eleitos pelo mesmo sistema precisariam passar por uma nova eleição.
Do lado dos acionistas, os minoritários afirmavam que o executivo teria sido destituído da posição — portanto, haveria a necessidade de uma nova eleição para o colegiado.
Por sua vez, a Petrobras teria argumentado que Prates não foi demitido, mas sim renunciou ao cargo em meados de maio — o que faria com que não houvesse a necessidade de chamar a AGE neste momento.
*Com informações de Valor Econômico e Estadão Conteúdo.
Com os recentes rebaixamentos feitos por agências de classificação de risco, a produtora acredita que será mais difícil vender ativos, recuperar créditos fiscais e até pegar crédito no mercado, já que perdeu o grau de investimento
A renúncia acontece em um momento sensível para a empresa, que atravessa processo de privatização por meio de oferta de ações na Bolsa
Seis anos após crise contábil, resseguradora tenta consolidar virada enquanto enfrenta novas arbitragens de acionistas
Projeções da Bloomberg indicavam expectativas mais altas de receita e Ebitda, depois do recorde de produção e da volta ao topo do ranking global de minério
Com a Raízen afundando para a faixa de alto risco, a S&P passou a ver mais incertezas e riscos financeiros para a controladora
Antiga controladora da petroquímica teria sido responsável por evento pontual que pressionou indicador do BB, diz Money Times
Mesmo com pressão sobre volumes e margens, ABEV3 avança embalada por JCP e pelo humor do mercado; bancos divergem sobre o balanço
As ações da ex-Guararapes reagem positivamente ao balanço do quarto trimestre de 2025, com o melhor ano da série histórica para a varejista de moda
A Petrobras optou por não comprar a parte da Novonor para se tornar dona sozinha da petroquímica, nem vender sua própria fatia na mesma operação
FGC impõe reforço extraordinário e eleva contribuição anual dos bancos para recompor liquidez; entenda o impacto para o BB
Administração fala em “low teens” para o ROE e prioriza ajuste da carteira antes de aumentar remuneração ao acionista
A empresa fechou os últimos três meses de 2025 com um lucro 44,3% maior em base anual; XP diz que o trimestre foi consistente
A petroleira optou por não exercer seus diretos de preferência e tag along na operação, abrindo caminho para a gestora finalizar o negócio
Essa será a primeira vez que a Havan patrocina diretamente um produto da Globo desde que Jair Bolsonaro foi eleito à presidência
Ações do Assaí (ASAI3) disparam hoje com mais um avanço do atacarejo no mundo digital, apesar de resultado fraco
Operação ainda depende de aprovações regulatórias e reforça estratégia do banco no crédito digital
Apesar de um balanço mais forte que o esperado, o mercado ainda não se deu por convencido; entenda o que continua a frear o otimismo
Com recorde de produção e volta ao topo do ranking global, mineradora chega aos resultados financeiros com expectativas mais altas de receita e Ebitda
Empresa fechou o último ano com recordes de lucro e Ebitda e surpreende o mercado com resultado acima do consenso
O esquema de pagamento antecipa caixa relevante para a companhia de galpões logísticos, mas mantém parte da exposição ao ativo por meio das cotas